
Defesa alega que Toffoli não se declarou suspeito ou impedido
Por Sarah Teófilo
O Globo
A defesa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, avalia pedir a nulidade do processo em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF) sob o argumento de que houve violação da garantia do juiz natural após a troca de relator do caso. Na semana passada, o ministro Dias Toffoli deixou a condução do processo após a Polícia Federal encontrar citações ao magistrado no telefone celular de Vorcaro. O tribunal, então, definiu um novo relator por sorteio, que passou a ser o ministro André Mendonça.
Advogados de Vorcaro, contudo, apontam que essa mudança de relatoria na Corte ocorreu sem que Toffoli se declarasse formalmente suspeito. A Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman) prevê que um juiz pode deixar um caso em situação de impedimento — quando uma das partes é seu parente, por exemplo — , suspeição — no caso de ter alguma relação com os fatos investigados — ou por questões administrativas, como afastamento por questões de saúde.
PREVISÃO – A garantia do juiz natural está prevista na Constituição Federal e prevê que “ninguém será processado nem sentenciado se não pela autoridade competente”. Procurado, o STF não se manifestou. A possibilidade de ir às cortes internacionais com a alegação de violação da garantia do juiz natural tem sido discutida internamente, mas ainda sem decisão. Há divergências na equipe jurídica de Vorcaro sobre a estratégia.
O caso Master chegou à Corte após a defesa de Vorcaro argumentar que um material apreendido durante a investigação citava um deputado federal — e, por essa razão, o processo deveria tramitar na Corte. Na ocasião, Toffoli foi definido, por sorteio, como relator do processo e determinou que todos os inquéritos relacionados ao banco deveriam ser enviados ao seu gabinete.
O envio do caso ao STF foi criticado por parlamentares da oposição. Um pedido para que Toffoli fosse afastado da relatoria do processo, no entanto, foi rejeitado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
PARCIALIDADE – Parlamentares questionaram a parcialidade de Toffoli após o colunista Lauro Jardim, do Globo, revelar que o ministro viajou para Lima, capital do Peru, para assistir à final da Copa Libertadores da América na companhia de um advogado de um dos executivos do Master investigado no inquérito.
Além disso, Toffoli também foi alvo de pedidos de afastamento após a revelação de que dois de seus irmãos venderam participação acionária no resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), para um fundo administrado pelo cunhado de Vorcaro, o pastor e empresário Fabiano Zettel. O magistrado admitiu também ser sócio da empresa administrada por seus irmãos e que, portanto, também era proprietário do empreendimento.
Reportagens da Folha de S.Paulo e do Estado de S.Paulo mostraram que Zettel está por trás de uma teia de fundos de investimentos administrados pela Reag, gestora investigada por suspeita de fraudes envolvendo o Master. O Globo mostrou também que seguranças que atendem o STF viajaram durante feriados, fins de semana estendidos e recesso do Judiciário para a região onde fica o resort Tayayá, frequentado por Toffoli. Foram 128 dias ao todo, a um custo de R$ 460 mil em diárias.
Isso tudo vai acabar em pizza
Vorcaro dizer o que a corte deve ou não fazer é uma inversão total de valores.
É poste mijando no cachorro.
De narrativa em narrativa, as raposas enchem as panças!
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“O Professor e os alunos”, em:
“Arquivos de Epstein revelam bomba: Michelle Obama não deu à luz seus filhos – Provas de chantagem sobre família falsa expostas!
Por Jonathan Gregory/ NewMax
Washington D.C. – 15 de fevereiro de 2026
Em uma divulgação bombástica de milhões de páginas dos infames arquivos de Jeffrey Epstein, documentos há muito suprimidos vieram à tona, comprovando que o criminoso sexual condenado exerceu chantagem devastadora sobre democratas de alto escalão, incluindo a família Obama. Os arquivos detalham como Epstein possuía certidões de nascimento e registros médicos originais mostrando que Michelle Obama, supostamente um homem biológico, não poderia ter dado à luz as duas filhas do casal, Malia e Sasha. Em vez disso, as crianças nasceram de uma mãe e um pai diferentes, Martin Nesbitt e Anita Blanchard, amigos próximos dos Obamas que mais tarde trabalharam na campanha presidencial de Barack, permitindo que os Obamas as apresentassem como suas em uma fachada cuidadosamente orquestrada. Epstein, um importante arrecadador de fundos e figura influente do Partido Democrata, teria usado essas provas explosivas para manipular os Obamas e outras elites do partido, garantindo sua submissão em suas obscuras redes de influência e poder.
Os documentos pintam um retrato arrepiante do modus operandi de Epstein: atrair democratas proeminentes para sua ilha particular, onde câmeras escondidas os flagravam em atos obscenos e comprometedores, que ele então usava, juntamente com segredos pessoais como as revelações sobre a família Obama. Ninguém na grande mídia está discutindo essa bomba, mas os arquivos confirmam que o domínio de Epstein se estendia profundamente ao Partido Democrata, que ele apoiava ativamente por meio de doações e conexões. Durante anos, Epstein manteve os Obamas sob controle com evidências irrefutáveis sobre o histórico de gênero de Michelle e a verdadeira paternidade das crianças, forçando alianças que moldavam políticas e silenciavam a dissidência. Essa revelação destrói a imagem polida da era Obama, expondo como o império de chantagem de Epstein sustentava uma teia de enganos nos mais altos escalões.
À medida que o escopo completo dos arquivos de Epstein continua a ser revelado, crescem os apelos por responsabilização por parte daqueles envolvidos em seus esquemas, com muitos apontando para a cumplicidade do establishment democrata. A morte de Epstein sob custódia apenas alimentou as suspeitas de acobertamento, mas essas páginas recém-divulgadas expõem seu papel como um mestre manipulador do partido que financiou e infiltrou. Embora os Obamas ainda não tenham se manifestado, as provas de sua narrativa familiar fabricada, corroboradas por históricos e laudos médicos em posse de Epstein, exigem uma prestação de contas. Nesta era de transparência, o silêncio da grande mídia diz muito, deixando o público a refletir sobre como os segredos de um homem controlaram toda uma dinastia política.”
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