
São dois pilantras, que já perderam o direito de sair às ruas
Carlos Newton
É preciso ter inesgotável paciência para ser brasileiro, continuar honesto e com a reputadação ilibada, em meio a uma administração pública infestada por trambiqueiros de todos os níveis nos Três Poderes.
Os exemplos de corrupção se amontoam, denunciados a cada dia pela imprensa, e a coisa mais rara é ver um milionário na cadeia, como está acontecendo com Jair Bolsonaro e Daniel Vorcaro, ambos enriquecidos ilicitamente, embora o ex-presidente só cumpra pena (exageradíssima1) por um golpe que planejou dar, mas não concretizou.
As pilantragens do Supremo chegaram a tal ponto que transformaram o Brasil no único país do mundo em que criminoso não é preso após condenação em segunda instância, quando se esgota juridicamente a discussão do mérito, fica estabelecido se o réu era culpado ou não.
ILEGALIDADES – Para libertar Lula da Silva da prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, crimes pelos quais nunca foi inocentado judicialmente, mas condenado em três instâncias, sempre por unanimidade, em 2019 o Supremo (presidido pelo Dias Toffoli) decidiu sujar o nome do país no cenário mundial e adotou essa estranha tese jurídica.
Julgava-se que tivesse sido uma iniciativa extraordinária do STF, tomada para evitar a reeleição de Bolsonaro, um presidente esquisito, que não acreditava em vacinas e avanço da ciência. Mas não era um fato isolado, pois a bizarrice jurídica passou a comandar o país.
E as patuscadas pareciam não ter fim. Moraes multiplicou crimes e penas, inventando a existência de 1,5 mil terroristas, que formavam uma “organização criminal armada”, embora nem se conhecessem entre si e jamais tivessem sido vistos portando armas. Entre os terroristas estava a mulher do batom, vejam quanta maluquice jurídica.
ENRIQUECIDOS – Devido ao escândalo do Banco Master, agora sabe-se que todas essas insanidades ocorreram no Brasil por causa de enriquecimento ilícito, com fica provado nos casos de Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e outros ministros, que são mais discretos, pelo menos.
No caso de Moraes, ele é tão delirante e irresponsável que chegou ao cúmulo de emitir decisões no Brasil a serem cumpridas pela Justiça americana. Resultado, está sendo processado por duas empresas do presidente Donald Trump, e Moraes está fugindo da Justiça, para não ser intimado nesse processo nos Estados Unidos, onde acabará sendo condenado à revelia, sem se defender, pois não tem condições de fazê-lo.
Agora, vem a mulher dele, Viviane de Moraes, a tripudiar da Justiça e da opinião pública, tentando esclarecer (?) seu incansável trabalho em favor do banqueiro Vorcaro. Suas justificativas atingem o nível da debilidade mental, porque ela e o marido pensam (?) que só existem imbecis no Brasil.
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P.S. – O mais inacreditável nisso tudo foi o fato de o casal Moraes ter nos enganado durante tanto tempo, pois ele chegou até a ser admirado como “salvador da Pátria”. Se os dois conhecessem Abraham Lincoln, saberiam que ninguém engana a todos, durante todo o tempo. (C.N.)
O indivíduo em questão, já da mostras cabais da similaridade da sua conduta com o personagem machadiano, Dr. Simão Bacamarte, até o epílogo das histórias começam a se confundir.
Teria sido Machado de Assis, também um vidente?
Pelo menos doutor Bacamarte era louco, mas era probo.
Caro CN, apresenta-se a terceira via, conforme:
https://www.facebook.com/share/v/1Q78WWrswv/
Há “dendos”, em:
https://www.facebook.com/share/18KegPbXM2/
Complementos, em:
https://www.facebook.com/share/v/1B2QyDMCjo/
Determinadas oligarauis brasileiras estão em plano inferno astral interno e externo.
https://www.instagram.com/reel/DVqngk6gP8H/
O conceito de soberania por aqui é muito sui generis.
https://www.youtube.com/shorts/yG0v3fqInuk
Quem acredita hoje no defensor da democracia?
kkkkkkkkkkkk
“A classificação do PCC e Cv como grupo terroristas é um desrespeito à nossa soberania.”
Necessitamos urgentemente de uma concertação nacional, pra colocar o Estado de volta pros trilhos.
E depois o Narcola e seus faccionados não querem ouvir que são aliados do crime…..
aquele abraço
A festa vai acabar, mesmo?
https://www.youtube.com/watch?v=zfMgBpxBsEE
A querela vai ser do tipo comprar um caminhão de pipoca.
https://www.youtube.com/watch?v=VFRRH6hSu2c
A defesa de que não são terroristas, pode ser interpretada pela comunidade internacional como defesa dos próprios.
A escravidão impediu a formação de um povo e a sustentação das instituições no Brasil
Joaquim Nabuco (1849-1910), um dos maiores abolicionistas brasileiros, argumentou que a escravidão impediu a formação de um povo e a sustentação das instituições no Brasil.
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Alguém comentou recentemente aqui no blog sobre o assunto “de que a abominável escravidão também impediu a formação de um povo e a sustentação das instituições no Brasil”.
Voltei a procurar o comentário, mas não o encontrei, para dar parabéns a quem postou tão relevante informação sobre esse aspecto da formação da população no Brasil.
Em sua obra clássica “O Abolicionismo” (1883), Nabuco desenvolve a ideia de que a escravidão não era apenas um sistema de trabalho, mas um regime que deformou a sociedade brasileira em sua raiz, impedindo a criação de uma consciência nacional e de uma cidadania ativa.
O contexto da frase de Nabuco:
A “Obra da Escravidão”: Nabuco não via a escravidão apenas como a posse de escravizados, mas como uma influência moral e política que tornava o Brasil um país sem “povo” no sentido de uma nação coesa e livre.
Monopólio e Miséria: Ele argumentava que, ao concentrar a terra e o trabalho nas mãos de poucos, a escravidão impedia o desenvolvimento de uma classe trabalhadora livre, que seria a base de sustentação para as instituições democráticas.
Destruir a Obra: Em discursos, ele enfatizava: “Acabar com a escravidão não nos basta; é preciso destruir a obra da escravidão”.
Consequência de Longo Prazo: Nabuco apontava que a escravidão deixaria uma “característica nacional” de desigualdade e exclusão que persistiria por muito tempo, mesmo após a Lei Áurea.
Portanto, o pensamento de Nabuco ligava a libertação dos escravizados à necessidade de uma profunda reforma social e política, incluindo a democratização do acesso à terra e educação, para que o Brasil pudesse formar, de fato, um povo livre
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São dois pilantras, que já perderam o direito de sair às ruas
Às cuecas sujas de dólares vão sair pelo pescoço …
eh!eh!eh!eh
O Pai da Pátria do Século XXI
Redentor e Fiador da Demogracinha
Salvou a demogracinha e o Estado Demopornográfico de Dinheiro…..
E eu avisei por várias vezes, pesquisem onde foi criado o Monstro Arrogante e o que fazia no Verão Passado….
eh!eh!eh
A escravidão impediu a formação de um povo e a sustentação das instituições no Brasil
Joaquim Nabuco (1849-1910), um dos maiores abolicionistas brasileiros, argumentou que a escravidão impediu a formação de um povo e a sustentação das instituições no Brasil.
Em sua obra clássica “O Abolicionismo” (1883), Nabuco desenvolve a ideia de que a escravidão não era apenas um sistema de trabalho, mas um regime que deformou a sociedade brasileira em sua raiz, impedindo a criação de uma consciência nacional e de uma cidadania ativa.
O contexto da frase de Nabuco:
A “Obra da Escravidão”: Nabuco não via a escravidão apenas como a posse de escravizados, mas como uma influência moral e política que tornava o Brasil um país sem “povo” no sentido de uma nação coesa e livre.
Monopólio e Miséria: Ele argumentava que, ao concentrar a terra e o trabalho nas mãos de poucos, a escravidão impedia o desenvolvimento de uma classe trabalhadora livre, que seria a base de sustentação para as instituições democráticas.
Destruir a Obra: Em discursos, ele enfatizava: “Acabar com a escravidão não nos basta; é preciso destruir a obra da escravidão”.
Consequência de Longo Prazo: Nabuco apontava que a escravidão deixaria uma “característica nacional” de desigualdade e exclusão que persistiria por muito tempo, mesmo após a Lei Áurea.
Portanto, o pensamento de Nabuco ligava a libertação dos escravizados à necessidade de uma profunda reforma social e política, incluindo a democratização do acesso à terra e educação, para que o Brasil pudesse formar, de fato, um povo livre.
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Alguém comentou recentemente aqui no blog “que a escravidão (essa abominável passagem de nossa história) impediu a formação de um povo e a sustentação das instituições no Brasil”.
Procurei agora o comentário, mas não o encontrei, para dar parabéns a quem postou tão relevante informação sobre esse significativo aspecto da formação da população no Brasil.
Ainda bem que a África preta está muito desenvolvida, ora pois. Chegou ao primeiríssimo mundo.
Nota nebulosa
Explicações de esposa de Moraes não convencem advocacia, é hora de o ministro falar
Durante muito tempo, Moraes se escorou na justificativa de que todo ataque a ele era um ataque ao STF. Neste episódio, esse ingrediente não está presente
Avesso a críticas, Moraes vem buscando se desvencilhar das suspeitas de relações indevidas com Vorkaro – até agora sem sucesso.
A mais nova tentativa é a nota de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, que confirmou o contrato milionário com o Banco Master e deu alguns detalhes dos serviços prestados.
A coluna consultou cinco dos advogados mais renomados do País para que eles observassem as explicações prestadas e comparassem com a sua vivência. Todos foram unânimes em afirmar, sob reserva, que as condições do contrato, não fazem muito sentido. E que nunca viram algo assim.
A hora trabalhada em um escritório de ponta varia entre R$ 3 mil e R$ 5 mil. Na nota explicativa, a esposa do ministro diz ter feito 94 reuniões de trabalho: 79 reuniões de três horas, 14 reuniões de duas horas. Calculando pela hora mais cara, chegamos a R$ 1,325 milhão.
Os pareceres são mais complicados de calcular. É possível avaliar pela hora trabalhada, mas não há detalhamento, ou pelo valor unitário. Um parecer técnico custa cerca de R$ 50 mil. Se são 36 pareceres, nos levaria a R$ 1,8 milhão. Porém, há pareceres caríssimos.
De toda maneira, para chegar em R$ 36 milhões, é um caminho e tanto.
Outra dúvida também entre os advogados é qual era o escopo total do trabalho para chegar a um contrato num valor de R$ 129 milhões ao longo de três anos. Geralmente, contratos longos e caros envolvem objetivos finais, como, por exemplo, um IPO (Oferta Inicial Pública de Ações).
O problema maior é que não é só a nota sobre o contrato que deixa dúvidas.
Moraes também negou que o telefone que conversava com o banqueiro no dia de sua prisão seja dele, embora o Globo garanta que tenha checado o número. Saiu-se com uma justificativa complicada sobre relação entre contatos e caixas, refutadas por peritos criminais em todos os jornais.
No Supremo Tribunal Federal, o clima é de preocupação de que um dos ministros mais importantes da Corte, símbolo da defesa da democracia no 8 de Janeiro, tenha se envolvido com as pessoas erradas.
Durante muito tempo, Moraes se escorou na justificativa de que todo ataque a ele era um ataque ao Supremo. E muitas vezes sua figura foi utilizada pela direita como luta política. Neste episódio, esse ingrediente não está presente.
Cresce a percepção de que ele precisa se acostumar com as cobranças e vir a público se explicar sem rodeios. Ou preservar o Supremo.
Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 09/03/2026 | 13h26 Por Raquel Landim