
Caso pode gerar disputa de narrativas com a oposição
Deu na CNN
De acordo com a analista de Política da CNN Clarissa Oliveira, a prisão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, deve gerar forte impacto político, especialmente por ocorrer em ano eleitoral. O caso já se tornou um elemento de disputa entre diferentes forças políticas e pode influenciar o cenário das próximas eleições.
Clarissa avalia que o desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode ser afetado durante a campanha eleitoral, uma vez que o caso Master favorece o discurso anticorrupção no campo bolsonarista. A investigação é vista pelo Palácio do Planalto como uma “bomba enorme” no meio do processo eleitoral, com potencial para prejudicar o desempenho do presidente nas urnas.
EMBATE – A analista da CNN destaca que um elemento que adiciona complexidade ao caso é o aparente conflito entre o STF (Supremo Tribunal Federal) e a PGR (Procuradoria-Geral da República). O ministro do STF André Mendonça, responsável pelo caso, utilizou um tom descrito como “quase provocativo” ao afirmar que, se as medidas requeridas pela PF (Polícia Federal) não fossem acolhidas com urgência, poderia haver risco à segurança de pessoas envolvidas e dificuldade na recuperação de “ativos bilionários”.
O documento assinado pelo ministro sugere uma “névoa de desconfiança” em relação à atuação da PGR, insinuando que haveria motivos não explícitos para eventual demora na análise do caso. Esse embate institucional acrescenta uma camada política adicional à operação.
NARRATIVAS – Enquanto o caso Master se desenrola, já se observa uma disputa de narrativas entre governo e oposição. Por um lado, representantes do governo federal argumentam que é a PF vinculada à atual gestão que está conduzindo a investigação com transparência, com apoio do Banco Central. Por outro lado, há uma tentativa de associar figuras próximas a Vorcaro com políticos do campo bolsonarista.
Clarissa comenta que o governo destaca que Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, foi o maior doador de campanhas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), figuras importantes da oposição. Simultaneamente, há movimentações no Congresso que são interpretadas como tentativas de “congelar” a operação e diminuir sua repercussão midiática.
JOGO POLÍTICO – O caso Master se configura como um elemento com potencial para influenciar o jogo político nacional, especialmente por ocorrer no início de um período eleitoral, quando as disputas por narrativas se intensificam e qualquer escândalo pode ter impacto significativo nas urnas.
Após a repercussão da decisão, o gabinete do ministro procurou a imprensa para afirmar que a decisão atinge somente o caso de Roberta Luchsinger – o que não ficou claro no próprio despacho. Questionada sobre a que o ministro se referia e se a decisão só atingiria outros investigados caso provocassem ao STF, a assessoria do ministro informou que ele não se manifestaria sobre o assunto.
As oligarquias patrimonialistas, congregadas no Aparato Petista, enebriadas pela febre do ouro, jogaram todo o esforço que fizeram, para ficarem livres na corrida eleitoral, com os processos anuláveis das fake news e do tal golpe, para colocarem o bolsonarismo fora do campo.
Incompetentes em tudo que fazem, até nos butins, não só não derrotaram o bolsonarismo, como fê-lo crescer, inclusive com a possibilidade do picolé de chuchu, Flávio, das capitanias hereditárias bolsonaristas vencer o “pai dos pobres”.
Sem contar o seu tremendo encolhimento no âmbito nacional.
________________________________________
Situação nacional do PT nas eleições para governadores (síntese por campo político)
Direita / centro-direita
lidera ou é favorita em cerca de 17–19 estados.
Centro ou esquerda não-petista
lidera em cerca de 5–6 estados.
PT ou candidato diretamente apoiado pelo PT
lidera ou é competitivo em cerca de 3–4 estados.
________________________________________
Situação por região (tendência das pesquisas)
Nordeste (9 estados)
BA – liderança de ACM Neto.
CE – liderança de Ciro Gomes.
PI – base petista forte.
MA – aliado do PT competitivo.
RN – disputa aberta.
PE – disputa aberta.
PB – disputa aberta.
AL – centro-direita competitiva.
SE – centro competitivo.
➡️ Estimativa regional:
PT ou aliados diretos: 3–4 estados
direita: 2–3 estados
centro/indefinidos: 2–3 estados
________________________________________
Sudeste (4 estados)
SP – direita favorita.
RJ – direita competitiva.
ES – centro-direita forte.
MG – disputa aberta.
➡️ Estimativa regional:
direita: 2–3 estados
centro: 1–2 estados
PT: 0
________________________________________
Sul (3 estados)
PR – direita lidera.
SC – direita lidera.
RS – disputa aberta.
➡️ Estimativa regional:
direita: 2 estados
indefinido: 1 estado
PT: 0
________________________________________
Centro-Oeste (4 estados)
GO – direita lidera.
MT – direita lidera.
MS – direita lidera.
DF – direita lidera.
➡️ Estimativa regional:
direita: 4 estados
PT: 0
________________________________________
Norte (7 estados)
AC – direita competitiva.
AM – centro-direita lidera.
AP – esquerda competitiva.
PA – esquerda competitiva.
RO – direita lidera.
RR – direita lidera.
TO – centro-direita lidera.
➡️ Estimativa regional:
direita: 4–5 estados
centro/esquerda não-PT: 1–2 estados
PT direto: 0–1
________________________________________
Conclusão nacional (projeção pelas pesquisas)
Direita / centro-direita: 17–19 governadores
Centro ou esquerda não-petista: 6–7 governadores
PT ou candidatos diretamente ligados ao PT: 3–4 governadores
________________________________________
✅ Síntese:
O PT tende a manter presença principalmente no Nordeste, mas as pesquisas indicam que deve governar apenas cerca de 3–4 estados, enquanto a direita deve manter maioria ampla dos governos estaduais no país.
(ChatGpt)
Os oligarcas do Aparato, querendo pegar, egoistamente, todo os butins com seus pés, não querendo o dividir, impediu que surgissem novas lideranças.
Vai pra tumba com Lula.
Têm isto aí de “liderança jovem”:
https://www.youtube.com/shorts/_u4qMEtO70I
E, e umcara, cuja plataforma é ser sobrinho da pior presidente do Brasil.
“É hora de barrar a conspiração PF-André Mendonça, por Luís Nassif
O Supremo Tribunal Federal, por sua vez, precisa abandonar a postura defensiva e impor limites concretos aos abusos de André Mendonça.
A informação da jornalista Mônica Bérgamo — de que há uma discussão interna na Polícia Federal sobre a possibilidade de decretar a prisão de Fábio Luiz da Silva, o Lulinha — não é um episódio isolado. É o sintoma mais recente de uma instituição que opera sem freios, e que exige resposta imediata.
O conjunto de irregularidades da Operação Master revela uma PF que já abusava do poder antes mesmo de contar com o aval do Ministro André Mendonça:
Vazamentos das mensagens do celular de Daniel Vorcaro nos primeiros dias de perícia.
Alimentação sistemática da campanha contra os Ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, por meio de colunas em O Globo. Registro necessário: não se trata de defender Toffoli ou Moraes, mas de identificar a origem e o destino dos vazamentos.
Quebra do sigilo de Fábio Luiz — endossado por André Mendonça — sem qualquer indício concreto de envolvimento com a operação.
Divulgação seletiva da movimentação bancária de Fábio Luiz, omitindo deliberadamente as características que contextualizariam os dados.
Conflito aberto entre André Mendonça e o Procurador-Geral da República Paulo Gonet.
Tentativa de controlar o acordo de delação com Daniel Vorcaro — prerrogativa exclusiva do Ministério Público Federal.
Este último ponto é particularmente grave. As lições da Lava Jato são inequívocas: sem supervisão judicial efetiva, procuradores moldavam o conteúdo das delações segundo suas motivações políticas. Os delatores, sem a quem recorrer, cediam. Colocar esse poder nas mãos de uma força-tarefa sem controle institucional não é descuido — é escolha.
O juiz da Lava Jato 1 era Sérgio Moro; da Lava Jato 2 é André Mendonça. O roteiro que se desenha agora é familiar. Logo que Toffoli assumiu a relatoria do caso, as páginas dos jornais foram inundadas de notícias sobre “mal-estar” na PF. O mesmo jogo recomeça com Gonet — desta vez com a CNN como veículo. A pressão não é espontânea; é estratégia…”
https://jornalggn.com.br/coluna-economica/luis-nassif-e-hora-de-barrar-a-conspiracao-pf-andre-mendonca/
“Lava Jato 2.0: Dallagnol retoma parceria com a Globo por impeachment de Moraes; veja vídeo
Deltan Dallagnol trata informações de jornalistas da Globo, contestadas por Moraes, como fatos e diz que são “provas” ao ressuscitar a parceria na Lava Jato para pedir impeachment de ministro.
Em meio a retomada de vazamentos seletivos pela Globo, que mira desta vez o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), Deltan Dallagnol (Novo-PR) retomou a antiga parceria com jornalistas do clã Marinho e partiu logo cedo para Brasília nesta segunda-feira (9) para tentar voltar aos holofotes da política, que se apagaram com a cassação de seu mandato.
Dallagnol entrou para a política após conduzir um obscuro lawfare na Lava Jato, combinando narrativas com jornalistas da Globo e da mídia liberal, conforme foi revelado pelas mensagens no grupo Filhos de Januário, apreendidas pela Polícia Federal na Operação Spoofing.
Ele deixou o cargo quando ainda respondia a diversos procedimentos administrativos disciplinares no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), o que motivou a cassação de seu mandato com base na Lei da Ficha Limpa.
Em vídeo ao lado de Jeffrey Chiquini, advogado do bolsonarista Filipe Martins e pré-candidato a deputado federal, Dallagnol usa informações divulgadas por Malu Gaspar, da Globo, sobre o caso Master, que foram contestadas por Alexandre de Moraes, como fatos, mesmo que o clã Marinho não tenha apresentado provas até o momento…”
https://revistaforum.com.br/politica/lava-jato-2-0-dallagnol-retoma-parceria-com-a-globo-por-impeachment-de-moraes-veja-video/