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Instalação de CPI depende do aval de Davi Alcolumbre
Lauriberto Pompeu
O Globo
Um requerimento para criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado para investigar os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, atingiu o número mínimo de assinaturas para que o colegiado possa ser instalado. Até o começo da tarde desta segunda-feira, o pedido reuniu o apoio de 29 senadores, dois a mais que o mínimo necessário.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) é o autor do requerimento que quer investigar a conduta dos ministros no escândalo do banco Master. Entre os endossos há uma maioria de senadores ligados à oposição, inclusive Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente. Nenhum parlamentar do PT assina o pedido. O único senador da base governista a endossar o documento foi Flávio Arns (PSB-PR).
AVAL – A criação da comissão de inquérito, no entanto, depende do aval do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O chefe da Casa Legislativa tem resistido a instalar uma CPI sobre o tema. Uma CPI mista para investigar o escândalo do banco Master também já tem assinaturas, mas está sem perspectiva de ser instalada.
Mais cedo, o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes, divulgou uma nota sobre o contrato com o Banco Master, que está no centro de um escândalo financeiro bilionário em um inquérito que tramita na Suprema Corte. No texto, o escritório afirma que durante o período do contrato, de fevereiro de 2024 a novembro de 2025, produziu 36 pareceres e fez 94 reuniões de trabalho. A nota afirma que a banca nunca atuou perante o STF.
Por sua vez, Toffoli era o relator no Supremo do caso envolvendo o Banco Master, mas deixou a função em fevereiro após um relatório da Polícia Federal revelar mensagens de Daniel Vorcaro, dono do banco, que faziam citações ao ministro. A relatoria passou para ministro André Mendonça.
Até os meliantes, ops, errei de novo, militantes fantasiados de jornazistas estão jogando a toalha, claro, depois de balançar muito os ovos de codorno enrugados do Super-Kinder Ovo…….
“”…Nós estamos falando de um contrato que, se tivesse vigorado até o final, remuneraria o escritório da doutora Viviane – e lá trabalham também filhos do Alexandre de Moraes – R$ 129 milhões em 36 meses. Isso dá R$ 3,6 milhões por mês. Isso fura o teto de qualquer banca advocatícia no Brasil.
Josias de Souza
https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/03/09/josias-nota-nao-desfaz-suspeicao-sobre-relacao-de-vorcaro-e-familia-moraes.htm?cmpid=copiaecola
Seu Josecas descobriu a pólvora….
Triste fim de carreira….
eh!eh!eh
Nossos “defensores da Democracia”.
Sei muito bem o que realmente defendem.
Urge uma nova concertação nacional.
O tecido moral, democrátio e republicano chegou a um nível de esgarçamento, que não tem conserto.
Site que vejo pra saber da guerra.
https://www.youtube.com/watch?v=4WL1ZfmI1CQ
Vão os Ministros dizer que estão atacando a democracia?
Vamos aguardar.
Enquanto isso as emendas PIX caem no esquecimento.
Ô, Xente.
A nossa soberania depende de não declarar PCC e CV como terroristas.
Temos uma soberania sui generis.
https://www.youtube.com/shorts/yG0v3fqInuk
Enquanto isso, Trump afirma que acabará a guerra em breve.
Precisa combinar muito bem com os russos…
E com os chineses também.
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/03/09/trump-diz-em-entrevista-que-guerra-contra-o-ira-pode-acabar-em-breve-praticamente-concluida.ghtml
Só falta o jacu de gaiola decretar o uso exclusivo da máquina de escrever, para aprofundarmos nossa soberania.
https://www.youtube.com/watch?v=lsD9WHEPrwE
Por favor, não andem espalhando por aí que sou brasileiro e governado por este jacu.
O dia histórico em que o chanceler vai defender que as organizações narcoterroristas CV e PCC não sejam consideradas terroristas.
Xandão dos Favorcaro tem tanta pinima com PCC que aí tem.
Basta falar o nome dele e o da facção que cai de pau.
Quem não deve não se importa tanto assim.
CPI
“Sou muito cético. Desconfio do que me dizem, principalmente os políticos.” (Ricardo Noblat).