Entre mensagens, versões e silêncio: o novo teste de credibilidade do Supremo

Viviane disse que não recebeu mensagens de Vorcaro

Pedro do Coutto

Em momentos de forte polarização política, episódios que em outros contextos poderiam permanecer restritos ao campo técnico acabam se transformando em crises institucionais. O mais recente envolve o entorno do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

A controvérsia ganhou novo capítulo quando a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do magistrado, afirmou não ter recebido mensagens atribuídas ao empresário no dia em que ele foi preso. A declaração, embora objetiva, não encerrou o debate — ao contrário, expôs mais uma vez o ambiente de suspeição que passou a cercar relações entre atores do sistema financeiro, do Judiciário e da política.

REGISTROS – A polêmica surgiu a partir de registros extraídos do celular de Vorcaro, apreendido durante investigações conduzidas pela Polícia Federal. Entre os arquivos analisados aparecem imagens de mensagens enviadas no dia 17 de novembro de 2025, poucas horas antes da primeira prisão do banqueiro. Em um dos registros, aparece a frase: “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”. O material passou a circular em meio às apurações parlamentares conduzidas pela CPI do INSS e rapidamente ganhou repercussão política, sobretudo porque em alguns arquivos o destinatário aparece identificado como “Vivi Moraes”, nome associado à advogada.

Diante da repercussão, Viviane Barci de Moraes afirmou que não recebeu qualquer mensagem do empresário naquela data. A negativa se soma à versão divulgada anteriormente pelo próprio ministro Alexandre de Moraes. Segundo nota do Supremo, uma análise técnica dos dados telemáticos indicaria que os prints divulgados não correspondem aos contatos do magistrado e estariam vinculados a outros nomes da agenda telefônica de Vorcaro. Ainda assim, o episódio alimentou questionamentos em Brasília e reforçou a percepção de que o caso ultrapassou os limites de uma investigação financeira para se tornar também uma disputa política e institucional.

O pano de fundo dessa controvérsia é o colapso do Banco Master, que já vinha sendo investigado por operações consideradas de alto risco e por suspeitas envolvendo fundos de investimento e movimentações financeiras complexas. Nesse contexto, tornou-se público que o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes manteve um contrato de consultoria jurídica com a instituição financeira. Embora o escritório tenha afirmado que prestou serviços técnicos e que não atuou em processos do banco no Supremo, o simples fato de existir uma relação profissional entre a instituição financeira investigada e o escritório ligado à família de um ministro da Corte acabou ampliando o interesse público sobre o caso.

INVESTIGAÇÕES –  A repercussão não demorou a chegar ao Congresso. Parlamentares da oposição passaram a defender investigações mais amplas sobre as conexões entre o banco, seus dirigentes e autoridades públicas. Para esses setores, as mensagens atribuídas a Vorcaro poderiam indicar tentativas de interlocução com figuras próximas ao Judiciário. Já aliados do governo e integrantes do próprio sistema judicial argumentam que a divulgação fragmentada de informações, sem verificação completa, pode distorcer a percepção dos fatos e transformar indícios frágeis em suspeitas amplificadas politicamente.

Esse choque de narrativas revela algo mais profundo do que o episódio específico das mensagens. O caso reflete uma tendência recente da política brasileira: a crescente judicialização dos conflitos e, ao mesmo tempo, a politização das investigações judiciais. O Supremo passou a ocupar posição central no funcionamento do sistema político, julgando temas que vão desde disputas eleitorais até investigações de corrupção e tentativas de ruptura institucional. Com isso, qualquer episódio que envolva ministros da Corte ganha imediatamente dimensão política.

Em democracias consolidadas, a credibilidade das cortes superiores depende não apenas da legalidade das decisões, mas também da percepção pública de independência e transparência. Quando surgem dúvidas sobre relações privadas ou profissionais envolvendo magistrados ou seus familiares, mesmo que posteriormente se revelem infundadas, o impacto sobre a imagem institucional pode ser significativo. É por isso que tribunais em diversos países adotam regras rígidas de transparência, divulgação de atividades externas e prevenção de conflitos de interesse.

CÓDIGO DE ÉTICA –  No Brasil, a discussão sobre padrões de conduta no Supremo tem ressurgido com frequência nos últimos anos. Propostas de códigos de ética específicos para ministros e regras mais claras sobre relações institucionais voltaram a ser mencionadas em meio às crises recentes. A controvérsia envolvendo o Banco Master e as mensagens atribuídas a Vorcaro acaba reforçando esse debate. Não necessariamente porque prove irregularidades, mas porque evidencia como a ausência de parâmetros explícitos de transparência pode abrir espaço para interpretações conflitantes.

No fim das contas, o episódio das mensagens ilustra um fenômeno recorrente na política brasileira contemporânea: a transformação de investigações técnicas em arenas de disputa narrativa. De um lado, denúncias e suspeitas são amplificadas por adversários políticos; de outro, respostas institucionais muitas vezes aparecem de forma tardia ou defensiva, alimentando ainda mais o ciclo de desconfiança. Entre documentos vazados, versões contraditórias e disputas partidárias, a verdade factual frequentemente se perde no ruído.

Por enquanto, o caso segue em análise no contexto mais amplo das investigações sobre o Banco Master e das apurações parlamentares em curso. Mas, independentemente do desfecho, a controvérsia já deixa uma lição clara: em tempos de hiperexposição e polarização, a reputação das instituições depende não apenas da correção jurídica de suas decisões, mas também da capacidade de responder rapidamente às dúvidas da sociedade. Quando isso não acontece, mesmo uma mensagem cuja autenticidade ainda é discutida pode se transformar em um problema político de grandes proporções.

25 thoughts on “Entre mensagens, versões e silêncio: o novo teste de credibilidade do Supremo

  1. “Em momentos de forte polarização política, episódios que em outros contextos poderiam permanecer restritos ao campo técnico acabam se transformando em crises institucionais.”

    A transformação do STF em aprelho repressivo, censor e protetor do Aparato Petista, que teve início no assassinato da Lava Jato, legalizando, normalizando e constitucionalizando a corrupção para para regozijo das suas oligarauias patrimonialista não foi uma opção técnica e sim, política.

    Assim como não foram técnicos os processos eleitorais para “derrotar o bolsonarismo”.

    A questão do foro privilegiado é um dos principais pontos levantados por juristas como possível problema jurídico no processo relacionado à investigação de tentativa de golpe envolvendo Jair Bolsonaro. Segue o resumo atualizado incluindo esse ponto.
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    Possíveis problemas jurídicos apontados no processo
    1. Falta de foro privilegiado após o fim do mandato
    • Após deixar a Presidência em 1º de janeiro de 2023, Jair Bolsonaro perdeu o foro privilegiado.
    • Pela regra geral, o caso deveria ir para a 1ª instância da Justiça Federal.
    • Mesmo assim, parte das investigações permaneceu no Supremo Tribunal Federal.
    • Justificativa usada pelo STF:
    o conexão com investigações já em andamento
    o participação de pessoas com foro.
    • Críticos afirmam que isso pode representar extensão da competência do STF além do previsto constitucionalmente.
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    2. Concentração de funções no relator
    • O ministro Alexandre de Moraes atua como:
    o supervisor da investigação
    o responsável por autorizar diligências
    o futuro julgador no processo.
    • Juristas apontam possível tensão com o princípio do sistema acusatório, que separa investigar, acusar e julgar.
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    3. Inquéritos iniciados pelo próprio STF
    • Algumas investigações derivam de inquéritos instaurados de ofício pelo STF.
    • Crítica: no sistema acusatório brasileiro, investigar deveria partir do Ministério Público.
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    4. Uso ampliado do crime de golpe de Estado
    • As acusações incluem crimes como:
    o tentativa de abolição do Estado democrático de direito
    o golpe de Estado.
    • Críticos argumentam que:
    o muitas condutas seriam atos preparatórios ou políticos, não execução direta.
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    5. Dependência de delações
    • Parte da narrativa da investigação depende de colaborações premiadas.
    • Advogados questionam:
    o possível pressão sobre delatores
    o necessidade de provas independentes de confirmação.
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    6. Competência do STF sobre investigados sem foro
    • Diversos investigados não possuem cargo com foro privilegiado.
    • Mesmo assim foram mantidos no STF por conexão processual.
    • Debate jurídico:
    o até onde essa conexão pode justificar a competência da Corte.
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    7. Medidas cautelares consideradas amplas
    Entre as medidas usadas:
    • prisões preventivas
    • bloqueio de redes sociais
    • buscas e apreensões extensas
    Críticos afirmam que algumas seriam excessivas antes da condenação.
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    Resumo curto (para comentário em site)
    Principais críticas jurídicas ao processo:
    1. Bolsonaro não tem mais foro privilegiado, mas o caso segue no STF.
    2. Forte concentração de poderes no relator Alexandre de Moraes.
    3. Inquéritos iniciados pelo próprio STF.
    4. Interpretação ampla do crime de golpe de Estado.
    5. Dependência relevante de delações premiadas.
    6. STF julgando investigados sem foro.
    7. Uso amplo de prisões e medidas cautelares.

    (ChatGpt)

  2. As oligarquias patrimonialistas, congregadas no Aparato Petista, são estruturalmente incompetentes, não só no que toca a equacionarem e solucionarem os nossos seculares problemas estruturais, mas até nos seus butins, que, ao migrarem das obras públicas, pro mercado fincnaeiro, sifu de verde e amarelo.

    Para Karl Marx, o mercado financeiro não é um setor periférico — ele concentra o capital portador de juros e organiza o crédito, que é o “sistema nervoso” do capitalismo. Por isso, quando há corrupção ali, o impacto se espalha por toda a economia.

    1. O crédito organiza toda a produção

    No capitalismo desenvolvido:

    • Empresas dependem de crédito para investir.
    • O Estado depende do mercado financeiro para financiar dívida.
    • Famílias dependem de crédito para consumo.

    Se há corrupção bancária, manipulação de ativos, fraudes contábeis ou captura regulatória, isso desorganiza o sistema de crédito. E quando o crédito trava, a produção trava.

    Marx já apontava que o sistema de crédito amplia enormemente a capacidade de expansão do capital — mas também amplia o potencial de crise.
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    2. Efeito dominó sistêmico

    Diferente de outros setores, o mercado financeiro:

    • Está interligado a todos os ramos produtivos.
    • Opera com alavancagem (multiplicação de capital com base em dívida).
    • Trabalha com expectativas e confiança.
    Corrupção nesse ambiente gera:
    • Perda de confiança
    • Fuga de capitais
    • Restrição de crédito
    • Quebra de instituições
    • Recessão

    Do ponto de vista marxista, isso não é apenas “desvio ético” — é uma ameaça à própria reprodução do capital.
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    3. Socialização do prejuízo

    Outro ponto central: quando a corrupção ocorre na indústria, a empresa quebra e o dano tende a ser mais localizado.

    No setor financeiro, porém:

    • Bancos são “grandes demais para quebrar”.
    • O Estado intervém.
    • Recursos públicos são usados para resgatar instituições privadas.

    Na leitura marxista, isso revela o caráter de classe do Estado: o prejuízo é socializado; o lucro permanece privado.
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    4. Capital fictício e bolhas

    Marx analisa o que chama de capital fictício — títulos, ações, papéis que representam expectativa de lucro futuro.

    Se há corrupção na emissão, avaliação ou regulação desses ativos:

    • Formam-se bolhas artificiais.
    • O valor financeiro se descola da produção real.
    • Quando a bolha estoura, a economia real sofre: desemprego, queda salarial, cortes públicos.

    Ou seja: a corrupção no mercado financeiro não fica “no mercado”. Ela atravessa o sistema produtivo inteiro.
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    5. Impacto macroeconômico

    De forma resumida, o impacto é maior porque o mercado financeiro controla:

    • Liquidez
    • Taxas de juros
    • Investimento
    • Dívida pública
    • Fluxos internacionais de capital

    Ele funciona como centro de comando da economia capitalista. Se esse centro é distorcido por corrupção, a alocação de recursos de toda a sociedade é distorcida.
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    Síntese marxista objetiva

    Para o marxismo, a corrupção no mercado financeiro tem impacto muito maior porque:

    • Ele coordena o crédito e a circulação do capital.
    • Está interligado a todos os setores.
    • Opera com alto grau de alavancagem.
    • Pode gerar crises sistêmicas.
    • Conta com proteção estatal estrutural.

    Não é apenas uma questão moral — é uma questão de poder estrutural dentro do modo de produção capitalista.

    (ChatGpt)

  3. A mais valia absolutíssima (conceito desenvolvido por nós, que busca explicar como se dá a propriação da riqueza socialmente produzida pelas oligarquias patrimonialistas, com as que se congregam no Aparato Pestista).

    A Economia Estatal, seja no socialismo, seja no capitalismo, é uma evolução da forma de apropriação da riqueza produzida pela Sociedade, cada vez mais para menos.

    A Mais-Valia Absolutíssima

    O conceito de mais-valia absolutíssima, desenvolvido por nós, permite compreender o núcleo funcional do Aparato, caracterizado não apenas pela apropriação de valor econômico do excedente produzido socialmente, mas também por outras dimensões estratégicas:

    – Valor político: apropriação e instrumentalização de votos, filiações e lealdades partidárias como recursos estratégicos. Esta dimensão converte a participação política em capital funcional, garantindo sustentação eleitoral, ocupação de posições institucionais e manutenção de coalizões de poder.

    ​​- Valor simbólico: controle e manipulação de discursos, produção de legitimidade cultural e intelectual, estabelecimento de hegemonias discursivas e definição de marcos interpretativos que conferem validade científica, moral ou histórica às ações do Aparato.

    ​- Valor social: capacidade de mobilizar demandas coletivas, organizar grupos sociais e influenciar movimentos, transformando reivindicações legítimas em capital político e consolidando sua posição como mediador das tensões sociais.

    ​​- Valor administrativo e financeiro: controle de cargos, contratos, orçamentos públicos e decisões estratégicas dentro do aparelho estatal, garantindo acesso a recursos materiais fundamentais para manutenção burocrática e distribuição seletiva de benefícios, reproduzindo dependências e fidelidades.

    ​​- Valor institucional: preservação, expansão e legitimação de estruturas duradouras de poder por meio da ocupação sistemática de posições-chave e consolidação de normas, rotinas e redes organizacionais, assegurando a continuidade do projeto independentemente de mudanças conjunturais.

    ​​A extração totalizante descrita evidencia que o Aparato atua simultaneamente sobre o Estado, a política, a cultura e a sociedade civil, estabelecendo mecanismos complexos de influência e controle.

    Impactos

    ​ – Erosão da impessoalidade estatal: decisões administrativas refletem interesses patrimonialistas em detrimento do interesse público.

    ​- Deslocamento do poder real: o controle formal do Estado coexiste com uma rede informal concentradora de recursos.

    ​- Dificuldade de reforma: a flexibilidade e a resiliência da rede tornam mudanças pontuais pouco eficazes.

    ​- Polarização e desigualdade política: a integração ao Aparato garante acesso privilegiado a recursos e oportunidades; aqueles fora da rede permanecem marginalizados.

    Fonte: https://www.criticapoliticabrasileira.com/oaparatopetista

  4. Não é só incompetente pra delinquir, indo operar no proibito mercado financeiro para amadores.

    Vajm bem o legao de quase 20 anos de desgoverno das oligarquais, congregados no Aparato Petista.

    É o Estado contra a Sociedade e o país.

    Principais problemas estruturais do Brasil (comparação internacional):

    • Desigualdade social: índice de Gini cerca de 0,53, colocando o país entre os 10 mais desiguais do mundo (dados do World Bank).

    • Corrupção: cerca da 104ª posição entre 180 países no Índice de Percepção da Corrupção da Transparency International.

    • Educação: no exame internacional PISA da Organisation for Economic Co-operation and Development o Brasil fica aproximadamente entre 55º e 65º lugar em leitura, matemática e ciências.

    • Inovação e tecnologia: cerca da 49ª posição mundial no Global Innovation Index.

    • Infraestrutura: aproximadamente 70º–80º lugar no mundo, com gargalos em transporte e logística (avaliações do World Economic Forum).

    • Violência: cerca de 22 homicídios por 100 mil habitantes, índice alto entre grandes países.

    • Desindustrialização: indústria de transformação caiu de cerca de 27% do PIB nos anos 1980 para cerca de 11% hoje (dados do IBGE).

    • Renda média: apesar de estar entre as maiores economias, o Brasil fica perto da 89ª posição em PIB per capita.

    • Desenvolvimento humano: cerca da 87ª posição no IDH mundial, segundo o United Nations Development Programme.

    Resumo:

    O Brasil tem grande economia, mas enfrenta desigualdade elevada, educação fraca, corrupção relevante, violência alta, infraestrutura limitada e perda industrial, o que explica sua posição intermediária ou baixa em muitos rankings globais.

    (ChatGpt)

    • Estado Desgovernado pela Máfia PeteNostra…

      40,6

      A Bahia consolidou-se como o segundo estado mais violento do Brasil, apresentando uma taxa de 40,6 mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes.

  5. É sintomático o surrealismo brasileiro, quando surge na imprensa, uma briga entre Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro contra o senador Alexandro Vieira, relator da CPI do crime organizado e que conseguiu 37 assinaturas para a CPI do Banco Master, que não vai sair, porque quem pode instalar é o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, investigado no rombo de 400 milhões investidos no Banco Master, pelo Rio Previdência do Amapá. O presidente do Instituto foi indicado por Alcolumbre.

    Por que brigam? Porque Flávio e Eduardo não querem a CPI do Banco Master, que atingem políticos de A a Z, principalmente políticos do Centrão e do PL.
    Ciro Nogueira, senador pelo Piauí e dono do Partido Progressista, foi ministro da Casa Civil de Bolsonaro, andou no jatinho de Vorcaro para lá e para cá, além de propor uma emenda constitucional aumentando a garantia do investidor de 250 mil para 1 milhão do Fundo Garantidor de Crédito, recursos dos Bancos para o caso de quebra das instituições financeiras. O escândalo seria tão grande, que foi recusado essa farra do boi do Ciro Nogueira..

    • Se a emenda jabuti do senador Ciro Nogueira vingasse, poderia quebrar o sistema bancário do país, porque os Recursos do Fundo Garantidor de Crédito viraria pó. Não ia sobrar um tostão furado.
      Tem que investigar as relações de Ciro Nogueira com Vorcaro, porque não existe almoço grátis.
      Davi Alcolumbre virou o abafador geral da nação. O Senado só anda quando interessa a ele. Os senadores estão esperando o que para apear Davi da cadeira do Senado?
      Ele humilha o Parlamento, em plena decadencia.
      Sem falar da farra corruptiva das emendas parlamentares.
      Uma vergonha geral, ampla e irrestrita.

    • O contrato entre o Banco Master e o escritório comandado por Viviane Morais, não pode ser esmiuçado, porque está protegido pelo sigilo entre dois entes privados. O que espanta é o valor acima do normal, 129 milhões em três anos.

      Surgiu hoje, a notícia de um novo contrato entre o escritório do advogado e atual governador, Ibanéis Rocha, celebrado em 2024 no valor de 38 milhões.
      Ibanéis tentou comprar o Banco Master depois de torrar 12 bilhões em CDBs falsos do Banco de Brasília, o BRB.Uma vergonha. Ibanéis já deveria amargar a cadeia, tal a rede de escândalos entre ele e Vorcaro.

      Mas, no Brasil, tudo pode acontecer até não acontecer nada.

  6. Quando esse sistema arrancava o escalpo do Bolsonaro e a direita, a esquerda uivava era defesa da democracia, o jornalismo babava de regozijo; agora o chicote está mudando de mão, EU AVISEI, ia haver pranto e ranger de dentes, somados a gargarejo, cara de cachorro que peidou na igreja, disse que não disse, amanhã eu vou lá hoje, e viram o disco e viram legalistas desde o primeiro cagar dos pintos.
    E assim a suruba vai navegando felinianamente.

    • Pausa para discordar.
      O escândalo do Master começou no governo anterior. Já se sabia das tranquinagens do Vorcaro desde o governo anterior. O presidente do Banco Central nada fez, porque sofreu pressão do Centrão. Bom dia, senador Ciro Nogueira , a época Chefe da Casa Civil de Bolsonaro.

      Esse escândalo Sr. Pimenta é uma Lava Jato 2.0, atinge o Judiciário, o Legislativo e o Executivo e ainda tem o TCU, que queria desliquidar o Banco Master, bom dia ministro Jonathan de Jesus indicado pelo Centrão de Arthur Lira.
      O PT também tá na área e se derrubar é penalty. Rui Costa, Guido Mantega, Ricardo Levandovisk e Jaques Wagner, o loco.

      Flávio e Eduardo Bolsonaro, não querem a CPI do Master , tanto que estão batendo nas redes contra o senador Alexandro Vieira., que conseguiu o número necessário para abertura do CPI. Será que o papai Bolsonaro também recusa essa CPI? Alcolumbre o presidente do Senado, não quer de jeito nenhum essa CPI do fim do mundo. É capaz de ter um troço, se for instado pelos colegas senadores a trabalhar pelo país.

      Eduardo Girão, senador pelo Ceará, entrou com reclamação contra Alcolumbre no Conselho de Ética do Senado. Jogou para a galera, porque o Conselho de Ética do Senado está fechado desde a posse de Alcolumbre. Ele não nomeia os membros, então aquilo não existe na prática.
      O Congresso afunda cada vez mais no conceito da opinião pública, mas, eles nem ligam para isso.

      As vezes penso, que não deveríamos ter essa coisa, mas, o que vai substituir o Congresso é mil vezes pior, então, deixa para lá e vamos tentar mudar essas pragas de quatro em quatro anos. E haha tempo, atirando essa raça de víboras.

  7. Não é à toa que mantém incólume as linhas de montagem fordista de analfabetos funcionais, que votam, preferencialmente, nele.

    O Brasil manteve-se nas últimas posições no
    PISA 2022, com desempenho ruim em matemática, leitura e ciências entre 81 países.

    O país ficou na 65ª posição em matemática (73% abaixo do nível básico), 53ª em leitura e 61ª em ciências.

    Embora tenha subido algumas posições em relação a 2018, continua com notas abaixo da média da OCDE.

    Destaques dos Resultados do PISA 2022 (Brasil):

    – Matemática (Foco 2022): O Brasil ocupou a 65ª posição, com cerca de 73% dos alunos brasileiros abaixo do nível básico de proficiência, não conseguindo realizar operações simples.

    – Leitura: O país ficou na 53ª posição, com 50% dos estudantes abaixo do nível de compreensão básica.

    – Ciências: O Brasil ficou na 61ª posição, com 55% dos alunos abaixo do patamar mínimo.

    – Comparação na América do Sul: O desempenho brasileiro foi inferior a países como Chile, Uruguai, Colômbia e Peru.

    – Criatividade: Em um estudo de 2024 sobre criatividade, o Brasil ocupou o 44º lugar entre 81 países, indicando que mais da metade dos alunos brasileiros (54,3%) possuem nível baixo de criatividade, com dificuldades de propor soluções para problemas.

    – Pontos Positivos/Estabilidade: Houve uma pequena melhora no ranking em comparação a 2018 devido à queda de desempenho de outros países, e o país foi um dos que menos perdeu com a pandemia.

    Contexto Geral:

    Apesar de alguns avanços locais em escolas de tempo integral, o país segue com dificuldades estruturais na educação básica, com notas muito abaixo da média da OCDE.

    (IA Google)

  8. Pra que o jacu de gaiola vai de preocupar em desenvolver o pais, se extair a mais valia absoutíssima da Indústria da Miséria e da Exclusão?

    ✅ Resumo (Datafolha – pesquisas recentes 2025-2026)

    – Renda: base eleitoral mais forte entre eleitores de baixa renda.

    – Educação: apoio maior entre eleitores com menor escolaridade.

    Referências

    Datafolha – pesquisas nacionais divulgadas em 2025–2026 (Folha de S.Paulo / CNN / O Dia).

    (ChatGpt)

    • Salário nano-mini-minusculo-minimo 1.621,00

      Aumento de 103,00 royal para o preto, branco, pobre e favelado se sustentar por um mês…

      Enquanto isso , seu -Ex-Sinistro Comunistola Burguês, Sanguinário, Carniceiro, Sequestrador, anda pelas ruas de Lisboa num Bentley de mais de 1. milhão de royal……

      Pode isso, Arnaldo.???

      aquele abraço

      PS>

      Existe dois tipos de comunistolas

      Comunista Burguês.
      Burguês Comunista…

      • Salário Mínimo Necessário (DIEESE): Este é um indicador mensal calculado pelo DIEESE com base na cesta básica mais cara do país e nas necessidades constitucionais de uma família (alimentação, moradia, saúde, educação, etc.). Em janeiro de 2026, esse valor atingiu R$ 7.156,15

    • Por favor, não espalhem por aí que sou brasileiro e governado por este sujeito.

      Nem eu..

      Quem vota numa desgraça maldita dessas é burro ou jumento de duas patas..

      aquele abraço

  9. A INDÚSTRIA DA MISÉRIA E EXCLUSÃO

    Resumo

    Os tais “programas sociais” são instrumentos que reforçam a dependência política, em vez de promoverem a autonomia econômica e social da população vulnerável. Apesar do discurso de transformação promovido por seus defensores, os indicadores de desigualdade e desenvolvimento humano mostram que o país continua distante de avanços estruturais significativos.

    A Indústria da Miséria e Exclusão

    Os tais “programas sociais”, ao invés de constituírem políticas públicas orientadas à efetiva inserção das populações em situação de vulnerabilidade no processo produtivo e na distribuição da riqueza, acabam por reforçar mecanismos de dependência, convertendo-se em instrumentos de formação de Blocos de Reserva Eleitoral.

    ​A narrativa de uma suposta redenção social contrasta com indicadores nacionais persistentes. Apesar do discurso messiânico frequentemente associado a essas políticas, o Brasil permanece entre os países com maiores índices de desigualdade e ainda distante dos padrões observados em nações com elevado desenvolvimento humano, conforme amplamente documentado por indicadores internacionais de renda e desenvolvimento humano.

    ​​Fonte: https://www.criticapoliticabrasileira.com/industriamiseriaexclusao

    • Vorcaro esteve no Planalto quatro vezes e teria falado com Lula sobre venda do Master

      Os comunistolas esquecem rapidamente as aventuras “corruptivas” do seu bandido de estimação….ou corruPTo de estimação…

      • O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, esteve no Palácio do Planalto ao menos quatro vezes entre 2023 e 2024 e, em um desses encontros, teria falado diretamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a possível venda da instituição. As visitas constam em registros oficiais do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República obtidos através da Lei de Acesso à Informação (LAI).

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