
È preciso garantir uma melhor qualidade de vida, diz Cabral
Vicente Limongi Netto
Hoje, quando a escassez de água tornou-se um tormento para governantes e população, vale recordar que há 30 anos, como senador, palestrante e escritor, Bernardo Cabral já ponderava e alertava sobre o assunto. Dizia Cabral:
“É preciso colocar-se na agenda da humanidade, como questão central, a falta de planejamento e racionalidade no uso dos recursos hídricos, uma constante que começa a ameaçar o abastecimento adequado”.
CRISE HÍDRICA – Como senador, Bernardo Cabral foi relator, em 1997, da lei que criou a política Nacional dos Recursos Hídricos. Em 2000, foi, também, relator no senado da lei que criou a Agência Nacional de Águas. Em 2004 Cabral continuava na sua pregação, no Brasil e no exterior, chamando a atenção para a crise hídrica.
O ex-ministro da Justiça, ex-presidente nacional da OAB, ex-relator geral da constituinte, o ex-senador antevia que o Brasil teria imensas dificuldades para lidar com o tema, e continua insistindo para que haja providências.
“A falta de planejamento e racionalidade no uso de recursos hídricos não é, por certo, uma característica isolada das grandes cidades, mas, sim, uma constante em todo o Brasil, que começa a ameaçar o abastecimento adequado dos vários aglomerados urbanos”, salienta o ex-senador, que no próximo dia 27 completa 94 anos de idade.
MÃE DA VIDA – Em suas manifestações, Cabral destaca que “a mãe de toda a vida na terra é a água. Dela surgiu a vida. Dela a vida se nutre”.
Como relator-geral da Assembléia Constituinte Magna, o parlamentar perenizou a Zona Franca de Manaus na Constituição. Ele tem diversos livros tratando de recursos hídricos, todos com edições esgotadas.
O Amazonas e os amazonenses devem eterna gratidão e respeito a Bernardo Cabral, que não está nada satisfeito com a omissão do governo federal e dos respectivos governos estaduais da Amazônia, em relação à falta de tratamento de esgotos nas cidades da região, uma situação revoltante.
Principais problemas estruturais do Brasil (comparação internacional):
• Desigualdade social: índice de Gini cerca de 0,53, colocando o país entre os 10 mais desiguais do mundo (dados do World Bank).
• Corrupção: cerca da 104ª posição entre 180 países no Índice de Percepção da Corrupção da Transparency International.
• Educação: no exame internacional PISA da Organisation for Economic Co-operation and Development o Brasil fica aproximadamente entre 55º e 65º lugar em leitura, matemática e ciências.
• Inovação e tecnologia: cerca da 49ª posição mundial no Global Innovation Index.
• Infraestrutura: aproximadamente 70º–80º lugar no mundo, com gargalos em transporte e logística (avaliações do World Economic Forum).
• Violência: cerca de 22 homicídios por 100 mil habitantes, índice alto entre grandes países.
• Desindustrialização: indústria de transformação caiu de cerca de 27% do PIB nos anos 1980 para cerca de 11% hoje (dados do IBGE).
• Renda média: apesar de estar entre as maiores economias, o Brasil fica perto da 89ª posição em PIB per capita.
• Desenvolvimento humano: cerca da 87ª posição no IDH mundial, segundo o United Nations Development Programme.
Resumo: o Brasil tem grande economia, mas enfrenta desigualdade elevada, educação fraca, corrupção relevante, violência alta, infraestrutura limitada e perda industrial, o que explica sua posição intermediária ou baixa em muitos rankings globais.
(Chat Gpt)
O Aparato Petista gosta tanto dos pobres, que os quer ver eternamente na miséria.
já inexitem políticos dessa extirpe… saúde & paz
já inexitem políticos dessa extirpe… saúde & paz
Duplo erro. Cuidado.
verdade cristalina, gessé.
Dona Dalva!
https://youtu.be/dBMbm379bPs?si=K-7f-QhsBJeGa5e0
Qual a utilidade do Áquifero Guarani, se não é utilizado?
Reservado de quem atrita e arma guerras e dizima povos!
Como disse o vice-presidente dos Isteitis Zunidos..
“a América Latrina é o quintal da Matrix..””