Deu na Folha

Defesa de Filipe Martins entrou com mandado de segurança
A defesa de Filipe Martins, ex-assessor presidencial no governo de Jair Bolsonaro (PL), apresentou mandado de segurança ao Supremo Tribunal Federal pedindo a transferência dele para um presídio na região metropolitana de Curitiba, com a justificativa de garantia da sua integridade física.
Martins está preso em uma cadeia de Ponta Grossa (PR), apesar de a polícia penal do estado ter afirmado em comunicado ao próprio STF que o local não tem condições ideais para abrigá-lo. O mandado de segurança, assinado pelo advogado Ricardo Scheiffer Fernandes, foi distribuído ao ministro André Mendonça, que já analisa outra medida de teor semelhante impetrada pela defesa no ano passado.
CONDIÇÕES INADEQUADAS – “No curso do mandado de segurança já regularmente recebido por esta Suprema Corte, sobreveio manifestação oficial da própria administração penitenciária reconhecendo que a unidade prisional atualmente responsável pela custódia do impetrante não possui condições adequadas de segurança para garantir sua integridade física”, diz o advogado.
Segundo a instituição penal, a cadeia de Ponta Grossa tem superlotação, com 912 presos para 592 vagas, elevado fluxo de ingresso e saída de detentos e dificuldade de implementação de protocolos restritos de segurança.
VULNERABILIDADE – “O documento administrativo produzido pela Coordenação Regional da Polícia Penal descreve quadro estrutural de vulnerabilidade do estabelecimento, caracterizado por superlotação, rotatividade intensa de presos e natureza essencialmente transitória da unidade, fatores que tornam inviável a adoção de medidas diferenciadas de segurança”
Apesar dos argumentos das autoridades penitenciárias paranaenses, o ministro Alexandre de Moraes (STF) decidiu manter a prisão de Martins em Ponta Grossa, onde ele vivia. O ex-assessor presidencial foi condenado pelo STF por participação na trama golpista.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – É incompreensivel a perseguição que o ministro Alexandre de Moraes move contra Filipe Martins, cometendo sucessivos erros judiciários, que já provocaram até uma investigação nos Estados Unidos sobre a origem da informação errada que Moraes recebeu no Brasil acerca de uma suposta viagem de Martins a Miami, que jamais aconteceu. No processo não há nenhuma prova de envolvimento no golpe, mesmo assim ele foi incriminando apenas por entregar ao então presidente um documento que seria a tal minuta do golpe, como se isso provasse que ele tinha sido o autor do texto. Sinceramente, .a perseguição movida por Moraes chega a ser revoltante. (C.N.)
Sr. Editor, não só a perseguição é incompreensível, mas o próprio “doutor” o é.
Abs.
Não sei o por quê desse amor todo por esse supremacista.
Lugar de racista é na cadeia
https://www.youtube.com/watch?v=PJkvZfRxAN0
Sucursal da Ku Ku Klan agora?
O que interessa:
A extraordinária franquia de chocolate de Flávio (Bolsonaro)
É hora da PGR investigar sinais nítidos de lavagem de dinheiro por Flávio Bolsonaro
Por Luis Nassif
Quando Flávio Bolsonaro resolveu adquirir uma mansão de quase R$ 6 milhões em Brasília, vários fatores chamaram a atenção. Nenhum mereceu uma investigação mais aprofundada do Ministério Público Federal do Distrito Federal e Territórios (MPFDFT).
Há uma série de elementos que exigiriam, da Procuradoria Geral da República, uma investigação judiciosa.
Este se limitou a analisar as condições do financiamento concedido pelo Banco Regional de Brasília (BRB).
Flávio Bolsonaro comprou a mansão em 2021 por cerca de R$ 5,97 milhões, com R$ 3,1 milhões financiados pelo BRB em 360 parcelas; nos documentos do banco, declarou renda mensal de R$ 56.833,51, sendo R$ 28.525,83 atribuídos à franquia de chocolates, R$ 24.934,81 ao salário parlamentar e R$ 3.372,87 a aplicações financeiras. A esposa apareceu com renda presumida de R$ 8.650, segundo dados obtidos pelo banco. Depois, o financiamento foi quitado antecipadamente em 2024, em seis pagamentos extraordinários. (Jornal de Brasília)
O MPFDFT limitou-se a analisar se o banco seguiu o manual. Mas a questão era muito mais complexa. Tratava-se de saber se a renda apresentada fazia sentido econômico e se houve compatibilidade patrimonial real. Também é relevante lembrar que Flávio havia deixado a gestão da loja em fevereiro de 2021, pouco depois da assinatura do contrato, o que torna ainda mais importante escrutinar o peso dessa franquia na composição da renda usada para o financiamento.
Erro 1 – não avaliou o valor de mercado da mansão
Em 19 de março de 2021, o GGN analisou alguns ângulos da compra no artigo “Entenda a pechincha de Flávio Bolsonaro na compra da mansão”.
A mansão de Flávio tem 1.100 m2 de área útil. O que significa que ele pagou R$ 5.427 por m2.
É significativa a diferença com os preços de outras mansões, especialmente levando em conta o acabamento. Tem dois andares, piso em mármore, academia, sauna integrada com a piscina, churrasqueira, forno de pizza, brinquedoteca, salas de jantar e estar, garagem para oito carros, além de um espaço para home theater e monitoramento por câmeras.
O preço do m2 em outras mansões, oferecidas pela Viva Real, vão de 32,2% a 158% acima preço supostamente pago por Flávio.
A venda foi feita por Juscelino Sarkis, da RVA Construções e Incorporações.
Há uma possibilidade forte de a compra ter sido subavaliada. Pode ser um negócio de ocasião. Mas também é uma forma de lavar dinheiro.
Hipoteticamente, o sujeito tem, digamos, R$ 12 milhões para lavar. Mas só consegue justificar a metade, R$ 6 milhões. Ele adquire, então, uma casa de R$ 12 milhões, declara por R$ 6 milhões e paga os outros R$ 6 milhões por fora. O vendedor economiza Imposto de Renda.
Outra possibilidade é de alguma troca de favor. Assim como o irmão caçula ganhou um carro elétrico unicamente para abrir algumas portas para empresários capixabas junto ao governo, teoricamente seria possível que Flávio tivesse interferido em alguma decisão de governo, beneficiando terceiros.
Até agora são meras conjeturas. De qualquer modo, o vendedor, Juscelino Sirkis, é dono de muitas CNPJs em vários setores. Coloco a árvore de negócios dele apenas por curiosidade.
https://jornalggn.com.br/coluna-economica/a-extraordinaria-franquia-de-chocolate-de-flavio-bolsonaro/
Melhor é perguntar quem Moraes não perseguiu?
Até o Baton ele perseguiu.
Interessante , a memória dessa gente que participam da TI é ” extremamente curta ou seletiva ” de má-fé , ao ignorarem as agressões e desrespeitos com que o então PGR Baiano Augusto Aras e sua vice PGR Lindora Maria ” Aras ” Araújo 2022/2023 , trataram seus colegas profissionais , a mando de Jair Bolsonaro , perseguindo-os e tratando-os como se criminosos fossem , por não rezarem por suas cartilhas , sendo que em final de mandato tentaram se limpar com os bons profissionais do MP , PGR comprando-os com dinheiro público , ou seja , o então PGR Augusto Aras e sua vice PGR Lindora Maria ” Aras ” Araújo 2022/2023 .
Delton Dallagnol não podia se reunir/encontrar com Sergio Moro, mas o careca corrupto pode e continua se encontrando com Janot … Isso pode ou vc se esqueceu ?
Na verdade os agentes do estado nacional BR envolvidos na falecida ” operação lava-jato ” , tinham a obrigação e o dever de se reunirem periodicamente para trocarem mutuamente informações , referentes aos andamentos das investigações e processos de interesse , bem como todos os juízes do país , tem a obrigação de se reunir com os advogados de seus constituintes , para dirimir quaisquer dúvidas referentes aos processos de seu/seus constituintes , ou seja , não existe crime algum ou burla das leis do país .