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Trump envia sinais contraditórios ao mundo
Pedro do Coutto
Enquanto cerca de 61% dos americanos rejeitam a guerra contra o Irã, o presidente Donald Trump envia sinais contraditórios ao mundo: fala em negociação, acena com planos de paz, mas amplia a presença militar no terreno. O movimento não é novo na história dos Estados Unidos — mas o contexto atual revela algo mais profundo do que uma simples estratégia de pressão diplomática. Trata-se de um desalinhamento crescente entre governo e sociedade, entre discurso e prática, entre poder e legitimidade.
Pesquisas recentes indicam que a maioria da população considera que a ação militar foi excessiva ou mal conduzida, além de temer seus impactos diretos — especialmente econômicos e de segurança. Cerca de 61% desaprovam os ataques, e uma parcela significativa acredita que o conflito pode tornar o país menos seguro . Outros levantamentos reforçam essa tendência: mais da metade dos americanos se opõe à intervenção militar, e quase três quartos rejeitam a hipótese de envio de tropas terrestres . A resistência não é apenas ideológica — é histórica.
EXPERIÊNCIAS – Há um eco evidente de lições históricas como a Guerra da Coreia e, sobretudo, a Guerra do Vietnã. Em ambos os casos, o apoio inicial à intervenção foi sendo corroído à medida que os custos humanos, políticos e econômicos se tornaram visíveis. O padrão se repete: entrada baseada em justificativas estratégicas, dificuldade de definição de objetivos claros, prolongamento do conflito e, por fim, desgaste interno.
No caso atual, o problema central parece ser a ausência de uma narrativa convincente. Pesquisas mostram que a maioria dos eleitores não acredita que o governo tenha explicado de forma clara as razões para a ação militar . Em política externa, especialmente em cenários de guerra, legitimidade não é apenas uma questão internacional — é, antes de tudo, doméstica. Sem ela, qualquer operação tende a se tornar politicamente insustentável.
AMBIGUIDADE – Ao mesmo tempo, a estratégia de Washington revela uma ambiguidade clássica: negociar sob pressão militar. A Casa Branca sinaliza abertura a acordos, enquanto amplia sua capacidade de dissuasão no terreno. Esse tipo de postura, historicamente, busca forçar concessões do adversário, mas carrega um risco evidente: ser percebido como incoerente ou pouco confiável. Do lado iraniano, a reação já indica ceticismo em relação às intenções americanas, interpretando os gestos diplomáticos como táticos, não genuínos .
Internamente, o custo político cresce. A elevação dos preços de energia, a incerteza sobre a duração do conflito e o temor de escalada ampliam o desgaste do governo. A história americana mostra que guerras distantes geograficamente podem se tornar profundamente próximas quando atingem o bolso e a segurança do cidadão comum. Foi assim no Vietnã. Foi assim no Iraque. E os sinais atuais apontam para uma repetição desse ciclo.
DILEMA – Mais do que um erro tático, o que se observa é um padrão estrutural: a dificuldade dos Estados Unidos em traduzir superioridade militar em estabilidade política duradoura no Oriente Médio. A tecnologia evoluiu, os métodos mudaram, mas o dilema permanece. Intervir é relativamente fácil; controlar as consequências é outra história.
No fundo, a questão que se impõe não é apenas se a guerra é justificável, mas se ela é sustentável — politicamente, economicamente e socialmente. E, sobretudo, se há coerência entre os objetivos declarados e as ações executadas.
A opinião pública americana parece já ter dado sua resposta. Resta saber se Washington está disposto a ouvi-la — ou se, mais uma vez, insistirá em repetir os erros do passado.
Rindo até 2109!
O LADRÃO é coerente, Trump deveria se aconselhar com ele.
“No Rio, o poder político vira um outro ramo do crime organizado”
UOL, Política, Opinião, 25/03/2026 08h10 Por Josias de Souza
“Tem gente no Brasil que defendia as políticas do Maga, aquele boné vermelho.
Isso mostra invasão a países, guerra, instabilidade internacional, volatilidade dos preços do petróleo.
Mas o que sumiu foi o boné do Maga, ninguém usa mais.”
(Renan Filho, ministro dos Transportes)
Bolsonaristas enfiaram o boné onde?
Bananinha deve ter ficado com containers de boné encalhado.
Coisas de mafiosos, para tanto alçados, LOCUPLETOS e garantidamente inimputáveis!
“Estamos no ano de 2025… Algum dia você provavelmente perceberá a seguinte revelação, de preferência em breve. Essa visão de mundo profunda foi descoberta, e com precisão, pelo historiador do mundo profundo Henry Makow, PhD, do Canadá. O também pesquisador de cultos elitistas David Icke concorda com esse conhecimento valiosíssimo.
Então, você e sua família realmente querem saber o que está acontecendo nos bastidores? Se sim, compartilhem isso como se suas vidas dependessem desse conhecimento, e de forma proativa, porque isso é a pura verdade, e vocês/nós, o povo, dependemos de saber disso.
Em geral, um grupo de ricos impostores “judeus” ao redor do mundo, na verdade satanistas, membros de sociedades secretas chamadas “maçons” e representando dois lados políticos dialetais, têm instigado deliberadamente, por gerações, guerras mundiais para minar e massacrar não-satanistas e pessoas comuns, que eles rotulam como “goyim”. Essa palavra é uma gíria hebraica para “animais”.
Trump, Netanyahu, Putin e Jinping, todos eles discretamente se associam e são dirigidos [nos bastidores] pela organização de chapéu preto chamada “Chabad-Lubavitch”; um culto judaico-satânico supremacista apocalíptico que exige uma futura “catástrofe social” para instaurar um [falso] Messias judeu.
Veja: chabad.org/library/arti…
Essa seita elitista, “Chabad”, está preparando o terreno para pandemias globais mais intencionais, juntamente com uma Terceira Guerra Mundial; que será baseada em eventos de falsa bandeira(08.1), encenados com grande número de vítimas e propaganda distorcida imediata. O escopo dos eventos pode incluir terrorismo nuclear, ataques cibernéticos, apagões de internet ou energia, e até mesmo uma falsa “invasão alienígena” encenada usando tecnologia secreta de naves antigravidade flutuantes.
Guerras em larga escala são encenadas entre dois ramos da Maçonaria judaica: o comunista (esquerda) e o sionista (direita).
{Trump e Netanyahu (representando o sionismo) e Putin e Xi Jinping (representando o comunismo)} Esses líderes pré-selecionados não são inimigos, mas sim “maçons” globais “fraternos” e secretos. * O mesmo se aplica aos “líderes supremos” do Irã, instalados pela CIA, Mossad e MI6! * Essa encenação é de suma importância para que todos compreendam.
Este novo livro de 2025, inestimável e atualizado, mostra como os eventos atuais estão sendo orquestrados psicopaticamente:
amazon.com/Illuminati-4…
Novamente, esse culto global de satanistas inicia e usa guerras em todo o mundo para matar pessoas comuns/goyim: especialmente cristãos, patriotas e judeus, sejam eles assimilados ou conservadores. Isso está de acordo com o contexto bíblico completo.
Guerras propagandeadas prejudicam a civilização global, matam patriotas em massa e concentram ainda mais riqueza e poder nas mãos dos “Illuminati”/”globalistas”.
Maçons conspiradores de ambos os lados do conflito iniciam todas as grandes guerras usando operações de falsa bandeira assassinas conduzidas por agências de inteligência internas e propaganda midiática controlada centralmente. As guerras na Ucrânia, em Gaza e, em seguida, no Irã, não são exceções.
Esta coletânea de artigos neste livro explica como essa antiga conspiração diabólica está agora planejando e nos conduzindo a mais turbulências sociais e destruição em larga escala, caso nós, coletivamente e em grande escala, não a impeçamos de acontecer.
Em termos simples, em 1913(FED), nós, o povo, entregamos nossos cartões de crédito nacionais a pessoas que desprezam o que é bom e conspiram para destruir nossa sociedade atual. Essa oferta de crédito baseada em dívida, emitida pelo banco central, é a força vital da nossa economia nacional e global.
O cartel bancário liderado pelos Rothschild, o núcleo dessa cabala maligna, há muito tempo cria magicamente a oferta monetária mundial, diretamente do nada, como um investimento ilimitado em dívida, para si próprios. Nossos governos são capazes de imprimir dinheiro sem dívidas e juros, mas as nações estão economicamente subjugadas aos banqueiros Illuminati há muito tempo. A cabala da Casa Rothschild planeja mais pandemias, injeções obrigatórias de mRNA cada vez mais mortais/cancerígenas e uma Terceira Guerra Mundial para garantir que as nações capturadas jamais escapem de sua servidão financeira.
Trump, Netanyahu, Putin e Jinping são afiliados ao “Chabad”, um culto judaico supremacista parasitário, financiado pelos Illuminati, que controla o judaísmo organizado e, consequentemente, os meios de comunicação de massa e as crenças mundiais.
Para cumprir a “profecia bíblica”, diretores corruptos do Chabad estão tramando pandemias ilegais e insidiosas geradas em laboratórios de guerra biológica, controle mental em massa e uma guerra nuclear controlada/limitada para criar demanda global e instalar um “Messias”/governante carismático, porém apenas temporário, [falso].
O culto de Chabad considera todos os não judeus como escravos nascidos para servir judeus satânicos elitistas. Os considerados invasores ilegais no planeta Terra, os “não judeus”, devem ser empobrecidos, roubados, expulsos e submetidos a holocaustos militares (principalmente em campos designados para emergências ou pandemias), a menos que não caiamos nas armadilhas e nos submetamos a elas.
A palavra “judeu” está sendo amplamente redefinida pela adesão a “Lúcifer” (Satanás), e não pela genética. Judeus étnicos ou conservadores não satânicos que rejeitarem o vindouro “Messias” israelense, logo após a construção do 3º Templo de Jerusalém no lugar da mesquita de Al-Aqsa, que seria destruída, serão desorientados e levados ao suicídio; literalmente, serão vítimas de um “holocausto” global, juntamente com cristãos ingênuos e com os muçulmanos, hindus e budistas pobres, entre outros.
Sendo a origem da maioria dos nossos problemas e vícios, a Maçonaria Satânica/Luciferiana corroeu e, em muitos casos, rompeu o profundo respeito e lealdade que a maioria das pessoas nutria pelo Pai da Criação, o Rei dos Céus.” https://substack.com/profile/326394120-daniel-joseph/note/c-101355803
Tanto la, quanto cá e no resto desse permitido luciferiano mundão, a batata com uns só exigentes “mestres” a exemplo de:
https://rothbardbrasil.com/o-poder-por-tras-do-trono-de-javier-milei/
“Israel permitiu o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023 e matou israelenses para justificar a limpeza étnica em Gaza.
Se Netanyahu e o Hamas colaboraram, você realmente acha que Israel e o Irã não estão também envolvidos nessa farsa? Você acha que os iranianos são tão ingênuos a ponto de rejeitar armas nucleares por “princípio”?
Quando uma dúzia de outros países já os têm?
Por que gastariam centenas de bilhões em túneis, mísseis e drones quando poderiam facilmente ter evitado essa guerra adquirindo armas nucleares por menos de um bilhão?
A única explicação é que esta guerra é uma farsa planejada para derrubar os EUA e a civilização ocidental. ”
“A única explicação é que esta guerra é uma farsa planejada para derrubar os EUA e a civilização ocidental.
A Terceira Guerra Mundial é uma repetição da Segunda Guerra Mundial, com Trump no papel de Adolf Hitler, também criptojudeu.
O papel de Trump é fazer com os EUA na Terceira Guerra Mundial o que Hitler fez com a Alemanha na Segunda Guerra Mundial. ” https://www.henrymakow.com/
Trump é um retrato da humanidade dos poderosos em 2026.
O mais divertido é que ele já sabia de todo o caso Master, Vorcaro, Lavagem dr dinheiro das organizações terroristas CV e PCC, com seus influentes conselheiros do STF até a OAB DF.
A Magnitsky em Moraes e na mulher milionária por lavagem de Vorcaro foi linda.
Barroso rebolar no mato foi tarde até.
O narcoelitismo demagógico é o regime que atrasa e suga e destrói o Brasil há décadas.