
Maduro foi preso usando moleton e não tentou resistir
Deu no O Globo
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou neste sábado que os americanos irão permanecer na Venezuela e “essencialmente comandar o país” até que uma transição política ocorra, após a captura do líder chavista, Nicolás Maduro, durante a madrugada.
A declaração foi feita durante uma entrevista coletiva convocada pelo republicano em sua residência em Mar-a-Lago, na Flórida, na qual também afirmou que empresas americanas retomarão suas posições na indústria de petróleo da Venezuela — que passou por um processo de nacionalização há mais de duas décadas —, ameaçando um novo ataque.
PERMANÊNCIA – “Estamos lá agora, mas vamos permanecer até que uma transição adequada possa acontecer. Então vamos continuar operando até que isso aconteça. Essencialmente, vamos comandar até que possamos fazer uma transição segura, adequada e sensata “, afirmou Trump.
A menção à interferência americana até uma transição política em Caracas ocorreu logo no início do pronunciamento inicial. Questionado após a abertura para perguntas sobre quem iria governar o país, Trump afirmou que o governo americano designaria nomes para tratarem diretamente do assunto, e sugeriu que conversas entre autoridades americanas e venezuelanas já estariam em curso.
“É o que está acontecendo agora. Estamos designando pessoas, falando com pessoas. Vocês ficarão sabendo”, disse Trump, acrescentando que o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hegseth e o general Dan Caine, chefe do Estado-maior conjunto, que o acompanharam na coletiva, estariam diretamente nesta operação.
TRANSIÇÃO – Ainda de acordo com o presidente americano, as autoridades estariam observando nomes dentro da Venezuela, incluindo militares do país, para coordenar o processo de transição política. Ele evitou se referir diretamente aos possíveis líderes de um governo de transição, mas ao ser questionado sobre o papel da vice-presidente Delcy Rodríguez, afirmou que ela teria mantido contato com Rubio mais cedo.
“Marco [Rubio] está trabalhando com isso diretamente. Ele teve uma conversa com ela [Delcy], e ela essencialmente deseja aquilo que acreditamos ser necessário para tornar a Venezuela grande de novo”, disse o presidente, fazendo a ressalva de que a chavista tinha sido escolhida por Maduro, dando a entender que haveria uma ressalva nesse sentido.
Outro aspecto destacado pelo republicano no pronunciamento foi sobre o retorno das companhias americanas ao país. O presidente afirmou que as empresas irão entrar na Venezuela para “consertar” a infraestrutura defasada após anos de nacionalização e explorar a commodity — reforçando a alegação das autoridades venezuelanas sobre a pressão militar ao país ser motivada por interesses econômicos nas maiores reservas de petróleo do mundo.
GERAR LUCRO – “Nossas gigantescas companhias petrolíferas americanas, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera, que está em péssimo estado, e começar a gerar lucro para o país”, disse Trump. “E estamos prontos para lançar um segundo ataque, muito maior, se necessário”.
Novamente, ao ser questionado sobre o tema ao final do pronunciamento, Trump disse que os ataques foram em parte motivados pelo que considera uma dívida histórica da Venezuela com os EUA, pela expulsão das empresas americanas do país no início dos anos 2000.
“Eles falam em “nosso petróleo”. [Mas] nós construímos toda aquela indústria lá, e eles só tiraram de nós como se fôssemos nada, e tivemos um presidente que decidiu não fazer nada. Fizemos algo sobre isso. Tarde, mas fizemos algo sobre isso”, respondeu o presidente, falando posteriormente em “reembolsar” empresários americanos “forçados” a deixar o país anos atrás.
PROCESSOS – Embora seja o primeiro pronunciamento aberto a todos os veículos de imprensa, Trump já havia antecipado alguns dos tópicos em entrevistas exclusivas pouco antes do início da coletiva. Assim como tinha dito à emissora Fox News, o republicano antecipou que Maduro e a esposa, Cilia Flores, já estão a bordo de navio militar americano, em direção a Nova York, onde serão processados. A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, disse que ambos serão processados por denúncias que incluem narcotráfico.
O presidente americano citou o envolvimento de Maduro com duas organizações criminosas — o Tren de Aragua, que acusou de cometer crimes violentos nos EUA, e o Cartel de los Soles, uma organização que especialistas acusam de não existir formalmente.
Um trecho da acusação apresentada pelo Departamento de Justiça dos EUA, obtido pela CNN, aponta Maduro, a esposa e o filho como acusados de transformar as instituições venezuelanas em focos de corrupção, beneficiar narcoterroristas violentos e ajudar a produzir e transportar toneladas de cocaína para os EUA.
MENSAGEM – Autoridades da cúpula do governo Trump também falaram com a imprensa, reforçando a mensagem do presidente sobre o uso da força para atingir seus objetivos. O secretário de Defesa Pete Hegseth, o primeiro a falar depois de Trump, passou a mensagem de forma direta.
“Como o presidente disse, nossos adversários permanecem despercebidos. A América pode projetar sua vontade em qualquer lugar, a qualquer momento”, afirmou Hegseth. “Nicolás Maduro teve sua chance, assim como o Irã teve sua chance: até não terem mais”.
“OPORTUNIDADES” – Na mesma linha, o secretário de Estado Marco Rubio — apontado como um dos principais defensores da ação direta na Venezuela — afirmou que Maduro teve “diversas oportunidades” de evitar o desfecho deste sábado, e justificou a ação, afirmando que o líder chavista era um fugitivo da justiça americana há anos.
“Ele foi apresentado a diversas muitíssimo generosas propostas, mas preferiu agir como um selvagem”, disse Rubio, acrescentando posteriomente: — Ele poderia estar morando em outro lugar agora, muito feliz, mas ele quis posar de ‘garotão’.
ATAQUE – Bases militares em Caracas e ao menos outros três estados foram bombardeadas durante a madrugada, enquanto a divisão de elite realizava a infiltração para captura de Maduro. Líderes chavistas afirmaram que houve baixas civis, mas não se referiram a nenhum número em particular. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram helicópteros das Forças de Operações Especiais dos EUA sobrevoando Caracas durante a madrugada de sábado, enquanto múltiplas explosões iluminam o céu da capital venezuelana. Segundo relatos não confirmados, as aeronaves seriam helicópteros CH-47G Chinook, projetados para operações secretas, e teriam atuado durante os ataques.
Ao menos sete explosões e ruídos semelhantes ao sobrevoo de aviões foram relatados por volta das 02h (03h em Brasília), em Caracas. De acordo com fontes locais ouvidas pelo O Globo, alguns dos alvos seriam a base militar de La Carlota, da Força Aérea venezuelana, e o Forte Tiuna, maior complexo militar do país. Outro alvo do ataque foi o Quartel da Montanha, mausoléu onde está enterrado o ex-presidente Hugo Chávez.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio — apontado como o principal defensor da atuação americana na América Latina —, limitou-se a republicar uma mensagem escrita nas redes sociais em julho do ano passado, em que afirmava que Maduro não era o presidente legítimo da da Venezuela e que seu governo também não era legítimo. A sinalização foi apontada por observadores como um possível sinal para dirimir futuros questionamentos quanto a legalidade do ataque.
CAPTURA – O senador republicano Mike Lee, de Utah, disse à rede americana CNN ter conversado com Rubio após o ataque. O secretário teria garantido ao parlamentar que o objetivo da missão era a captura de Maduro, que a ação cinética — bombardeio e emprego de meios militares — teria sido empregada para defender os agentes que realizavam a captura e que não estariam previstas novas ações militares contra Caracas.
“Essa ação provavelmente se enquadra na autoridade inerente do presidente, conforme o Artigo II da Constituição, para proteger o pessoal dos EUA de um ataque real ou iminente”, afirmou Lee.
CONVOCAÇÕES – Em Caracas, as autoridades alternaram mensagens de condenação aos EUA, pedidos de calma e convocações à mobilização popular. Delcy, que classificou a ação americana como um “ataque brutal” e uma “agressão imperial”, anunciou a ativação dos planos integrais de defesa, que segundo ela teriam sido ordenados por Maduro. “Povo na rua, ativação da milícia [Nacional Bolivariana] e de todos os planos de defesa integral da nação”, disse a vice-presidente.
Em declarações televisionadas, o ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, considerado um dos principais aliados de Maduro, pediu calma e instou o povo a confiar na liderança chavista. “Que ninguém se desespere. Que ninguém facilite as coisas para o inimigo invasor”, disse Cabello, acrescentando, sem apresentar provas, que bombas atingiram prédios civis.
O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, também falou ao vivo na televisão, condenando os ataques dos EUA. “Vítimas inocentes foram gravemente feridas e outras mortas por este ataque terrorista criminoso”, disse ele, repetindo os pedidos de prova de vida e para que as pessoas fossem às ruas “com calma e vigilância”.
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NOTA DA REDAÇÃO – Trump agiu com as duas mãos. Com uma delas, interrompeu uma ditadura que estava destruindo a Venezuela. Com a outra mão, porém, surripiou a fortuna do petróleo para entregá-la a empresas norte-americanas. De um lado, Trump é um benfeitor da humanidade; do outro, um criminoso vulgar. (C.N.)
MADURO FOI PEGO SEM NENHUMA RESISTÊNCIA? COMO ASSIM?
Os States ‘anunciaram’ a captura de Maduro sem mencionar nenhuma resistência dos guarda-costas, do reforçado esquema de segurança do presidente venezuelano. Isso não existe. Parece piada.
Maduro foi entregue aos States por caçadores de recompensa, certamente. Talvez até mesmo por ‘traíras’ do seu próprio grupo.
Recordem-se, que os EUA ofereciam a recompensa de US$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de dólares), ou seja, cerca de R$ 270.000.000,00 (duzentos e setenta milhões de reais), pela captura de Maduro.
Provavelmente, jamais se saberá quem abocanhou tamanha recompensa pela captura de Maduro.
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ESQUEMA DE SEGURANÇA PESSOAL DE MADURO
Nicolás Maduro tem um extenso e reforçado esquema de segurança pessoal. Devido às ameaças e à pressão internacional, especialmente dos Estados Unidos, suas medidas de proteção são consideradas de “risco máximo”.
As principais características do esquema de segurança incluem:
Guarda-costas de elite: Maduro conta com a proteção de agentes de segurança altamente treinados, incluindo guarda-costas cubanos, que são especializados em inteligência e contraespionagem.
Medidas de contrainteligência: Para evitar ataques, ele utiliza táticas como trocar de cama e de celular frequentemente, além de mudar o estilo de suas aparições públicas.
Mobilização das Forças Armadas: O presidente ordenou o reforço da segurança e a mobilização da Força Armada Bolivariana como resposta a ameaças externas.
Nível de segurança elevado: Seu nível de segurança é frequentemente classificado como um dos mais altos entre os chefes de Estado.
Essas medidas visam protegê-lo de possíveis tentativas de assassinato, intervenções militares ou capturas.
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Acorda, Brasil! Presta atenção!
O conflito, no entanto, ao contrário do que tenta pregar Laranjão, parece que mal começou.
O próprio termo “capturado”, utilizado pelos States no caso, parece capcioso.
Pois só se captura alguém que fugiu, e que não é o caso de Maduro, que se encontrava em seu país.
Quem fugiu, por exemplo, foi o ex-mito, para os States no final de 2022.
A palavra obvia, no caso, é sequestro. Maduro foi sequestrado, portanto.
Já no Brasil, os esquerdopatas não dão um pio sobre a tomada da refinaria brasileira por Evo Morales. Hipócritas !
Maduro era valentão com a Guiana.
Encontrou um maior que ele.
Venezuela de Maduro e Brasil de Lula estão entrelaçados até a alma.
O modelo é o mesmo.
Captura das instituições.
Agigantamento, no sentido gordo, corrupto e lento, do patrimonialismo estatal.
Se o poder está na ponta do fuzil.
Um desgoverno que não investe em soberania de verdade, com autonomia tecnológica, defesa bem treinada e com armas equiparadas, está sujeito aos desmandos de qualquer um.
Este Brasil não sabe o tamanho que tem.
E parece não saber o mundo em que vive.
Segundo Aaron Russo, Rockfeller, o Comandante, vibra com mais essa “tomada”, pós Afganistão, Iraque e Líbia!
Adendos, em:
https://youtu.be/N3NA17CCboA?si=swX2l3hXzExJDqwY
Tomou o petróleo assim como fez no Iraque.
Pós Sadam.
Adendos, em:
https://youtu.be/N3NA17CCboA?si=swX2l3hXzExJDqwY
Trump prometeu recrutar empresas americanas do setor energético para reconstruir a infraestrutura industrial venezuelana, que está em ruínas, fornecendo fundos para os esforços de reconstrução americanos e beneficiando o povo venezuelano.
Ele nem mesmo descartou o envio de soldados americanos à Venezuela para reforçar esses esforços. “Não temos medo de tropas em solo… tínhamos tropas em solo ontem à noite”.
Sendo um antigo crítico ferrenho da invasão americana do Iraque, Trump agora terá que acatar as palavras de um dos arquitetos americanos da Guerra do Iraque, o Secretário de Estado Colin Powell: “Quem quebra, paga”.
O prazer de ostentar poder o governa:
A ação na Venezuela demonstra que “o domínio americano no Hemisfério Ocidental nunca mais será questionado”.
Em ruinas exportando quase 2 milhões de barris de petroleo por dia ?
Que a forca lhe seja leve, visto que a vida de mais de oito milhões de migrantes se tornou pesada a partir de sua ditadura.
Como partes alçadas, fazem tudo que seus apátridas mestres mandam, sob supervisão khazariana!
Aguardem que esse passo do Presidente dos EUA , mandar sequestrar o Presidente da Venezuela Nicolas Maduro , com toda certeza servirá para ressuscitar as guerras de guerrilha tanto na Venezuela , quanto em toda América Latina .
E não é essa a intenção?
No Brasil elas não param.
Esperem pela delação premiada do Maduro.
Já tem “neguinho” pondo s barbas de molho.
Na mão dos americanos, vai falar o que sabe e o que ouviu falar.
Como mostrou que é apenas um fanfarrão, lá quartinho escuro, vai desembuchar.
Ação militar na Venezuela é prenúncio de ingerência política de Trump no Brasil em 2026
Presidente dos EUA invadiu a Venezuela pelo petróleo e agirá nas eleições brasileiras por terras raras
O ataque à Venezuela e o sequestro de Nicolás Maduro soterram a era chavista no País e abrem uma nova fase de Donald Trump contra o multilateralismo e suas instituições mundo afora.
Depois de detonar o sistema internacional de comércio com o tarifaço, ele agora quer impor suas vontades e interesses com armas reais, ou seja, letais, ignorando a ONU, as leis e as regras.
Hugo Chávez evoluiu do oficial golpista de 1992 para o líder populista que assumiu o poder na Venezuela em 1999, embolando nacionalismo, militarismo, antiamericanismo e pitadas de messianismo, numa síntese de “Como as Democracias Morrem”, de Steven Levitsky e Daniel Ziblatt.
Em vez de balas e canhões, Chávez deu um golpe branco unindo a esquerda aos militares e manipulando a massa em torno de um nacionalismo histérico.
Dominou o Congresso, o Judiciário, a mídia e queria se eternizar, não fosse o câncer que o matou em 2013. Como todo autocrata populista, não preparou sucessor.
Veio Maduro, um tosco que (a exemplo do ex-mito) reúne todos os defeitos e nenhuma das qualidades de Chávez. A inteligência, por exemplo.
Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 03/01/2026 | 14h54 Por Eliane Cantanhêde
Dominou o Congresso, o Judiciário, a mídia e queria se eternizar, não fosse o câncer que o matou em 2013. Como todo autocrata populista, não preparou sucessor.
As coincidências na América do Sul vão muito além do câncer.
É possível sabotar chefes de Estado provocando câncer?
Todos ao mesmo tempo.
Chavez com o mais feroz e mortal.
É mais fácil do que se imagina.
Agora a derrubada está sendo na base da porrada.
Tiro, porrada e bomba.
Maduro ou Trump? Eu não tenho tirano de estimação
Não tolerar ditador bananeiro não me fará torcer por e “babar ovo” de autocrata narcisista aloprado como Trump
O Antagonista, Opinião, 03.01.2026 19:19 Por Ricardo Kertzman
https://oantagonista.com.br/analise/maduro-ou-trump-eu-nao-tenho-tirano-de-estimacao/
Trump é um criminoso vulgar. Kkkkkkkkkkkkkk puta que pariu esses idiotas chupa ovo de ditador. Vocês são tudo um bando de fela da puta. Vão tudo pra puta que pariu.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Senhor PEDRO RICARDO MAXIMINO , um povo pode até não gostar de seus governantes , mas não vai apoiar e tolerar seu sequestro por um governo estrangeiro , com o nítido e declarado propósito de ” saquear e roubar ” as riquezas e minerais de seu país , entregando-as a estrangeiros , ou seja , o povo Venezuelano não vai aceitar passivamente o sequestro de seu presidente (mesmo que ilegítimo) Nicolas Maduro , e com toda certeza ele foi vendidos pelos seus aos norte-americanos , daí a facilidade de sequestra-lo e a sua esposa , e incrimina-los sob falsas acusações , sendo que todos os ditadores Venezuelanos antes da ascensão de Hugo Chaves , pagavam com o ” Petróleo da Venezuela ” suas permanências no cargo , apoio e proteção militar dos EUA , e mesmo assim caíram , sendo que uns fugiram para os EUA e outros sumiram do mapa , sendo a guerra de guerrilha somente terminou com a ascensão de Hugo Chaves ao poder , mas ao sair ao saírem da Venezuela , os norte-americanos deixaram um verdadeiro rastro de destruições , mortes e mutilações entre os Venezuelanos , estive a trabalho na Venezuela inúmeras vezes , na era das suas ditaduras mantidas e financiadas pelos EUA , sendo que as encampações das empresas norte-americanas , pelo governo de Hugo Chaves foram ” legítimas e legal ” , pôs somente quem conhece ” parte ou o todo ” as verdadeiras histórias tanto da Venezuela , quanto dos demais países da América Latina vítimas dos norte-americanos e de seus lacaios nacionais que a eles serviram .