
Gilmar Mendesnão se aprimora e fica fazendo beicinho
Vicente Limongi Netto
O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, esticou a corda demais. Brincou com fogo. Em liminar monocrática, burra e estúpida, decidiu que ministros da Suprema Corte não podem mais ser alvos de processos de impeachment pelo Congresso Nacional. Gilmar com a arbitrária medida, é merecedor, sem fazer força, do troféu bola murcha de 2025.
Com a excrescência jurídica, Gilmar Mendes conseguiu outra façanha, unir senadores e deputados de todos os partidos. A indignação é geral. Ganhou a unanimidade do contra. Outro troféu pelo qual Mendes deveria se envergonhar.
PROVOCAÇÃO – O clima de guerra entre judiciário e congresso ficou mais tenso. Há quem diga que a desnecessária provocação de Gilmar Mendes acende outro fósforo na gasolina. Gilmar visou cortar as asas do Congresso, porque muitas vezes, nas recentes quadras políticas do país, senadores e deputados se arvoram de dono de tudo. Costumam-se colocar abertamente contra atos e providências do Supremo Tribunal Federal.
De toda forma, com o inacreditável gesto, Gilmar atingiu gravemente a Constituição e a democracia, porque não existe democracia plena com instituições desunidas. Com tiros inconsequentes de todos os lados. Registre-se que Lula colaborou para deixar os ânimos mais exaltados, mandando para o Senado, açodadamente, o nome do obscuro Jorge Messias para ministro do STF.
Lembro e enfatizo por necessário: com o vigoroso baiano Antônio Carlos Magalhães presidente do Congresso Nacional, Gilmar Mendes não se atreveria fazer nada contra as atribuições do congresso. Caso tentasse, levaria bons puxões de orelha e bicos na virilha do saudoso e idolatrado político da Bahia.
MANUAL DE REDAÇÃO – Brasileirão na reta final, em cena, brilhando, em campo, entre narradores e repórteres, o inacreditável, patético e pornográfico “matematicamente”, ao invés de “aritmeticamente”.
É um vício medonho e irritante que não tem fim. Falam errado na maior cara de pau. Enchem a boca. Dói nos bons ouvidos. Ano que vem tem mais. Os manuais de redação foram jogados no lixo.
Gilmar Mendesnão se aprimora e fica fazendo beicinho
Sr. Newton
Com esse beiço se passar em frente um restaurante que fáz feijoada, já era..
aquele abraço
Beicinho é muito eufemismo diante de um beição daqueles. Ô lapa! Como se diz aqui na minha terra. A propósito, parece que a feiura é um grande requisito para integrar o stf. Vide Gilmar, Alexandre e o vampiro brasileiro, Cármen Lúcia
Mais:
Governo impede CPMI de convocar Lulinha sobre mensalão de R$ 300 mil.
https://www.metropoles.com/colunas/andreza-matais/governo-impede-cpmi-de-convocar-lulinha-sobre-mensalao-de-r-300-mil
Irmão e filho do Lulla nessa lambança. Por isso foi morar na Espanha?
O ato institucional do STF
https://www.metropoles.com/colunas/mario-sabino/o-ato-institucional-do-stf
Um excelente lugar é uma pocilga
O ministro Gilmar Mendes extrapolou na decisão cautelar e monocrática de mudança da Lei do Impeachment de 1950. A Lei serviu para os Impeachment de Collor e de Dilma, e na iminência de impeachment de ministros to STF com a nova composição do Senado, em 2027, Gilmar intuiu, que a atual oposição conseguiria maioria de senadores, acima de 41 votos, suficiente para cassar ministros.
Ora, primeiro que a decisão significa uma blindagem de ministros do STF, atribuindo ao Procurador Geral da República, a decisão de processar e cassar ministros. Não se sustenta no diploma constitucional e assassina a lógica, pois dá um Poder total ao PGR.
Ocorre, que o mandato de Paulo Gonet, sacramentado pelo Senador em novembro para um segundo mandato na PGR. Então, daqui a dois anos, não há certeza, que Gonet será reconduzido, logo outro Procurador poderá pautar o impeachment de ministros.
Segundo, que Gilmar se antecipou a um provável processo de ministro do STF, julgando que a oposição conseguirá maioria no Senado nas eleições de outubro de 2026. O que o ministro Gilmar Mendes sabe das futuras eleições, que nós,
simples mortais não sabemos?
As Urnas de 2026 nem foram abertas e o mundo político e judicial já sabe quem vai ganhar e quem vai perder
Incrível, Fantástico e Extraordinário.
Mais uma semana, de prisões, briga entre STF e Congresso, Congresso contra o Executivo, que o diabo deve estar dando pulinhos de alegria e espalhando brasas para tudo que é lado.
No Rio de Janeiro, o presidente Carlos Bacelar, da Assembléia Legislativa a popular ALERJ, a nova gaiola dos Loucos, foi preso por vazar informações da ação que prendeu o deputado TH Jóias, por ligações com o Comando Vermelho.
A PF descobriu no celular do TH Jóias, a mensagem de Carlos Bacelar para o criminoso apagar todos os indícios de provas antes da chegada dos federais. Até um freezer com picanhas e filé mignon aos montes foi gravado por TH, dizendo que ia levar, caso contrário os federais ia fazer churrasco nas suas residências. Era a certeza da impunidade.
Hoje, o governador e os deputados estaduais, estão com os nervos abalados e neuróticos, com medo das revelações do celular apreendido pela PF. No carro do presidente da ALERJ foi encontrado 97 mil reais no carro blindado.
Bacelar foi convocado para se apresentar ao Superintendente da PF na Praça Mauá e pensou que seria uma conversa institucional, chegando lá foi preso.
Parece cena de filme de suspense, mas, é a vida real muito pior do que a ficção.
Corrigindo o texto anterior.
O ministro Gilmar Mendes extrapolou na decisão cautelar e monocrática de mudança da Lei do Impeachment de 1950. A Lei serviu para os Impeachment de Collor e de Dilma, e na iminência de impeachment de ministros do STF com a nova composição do Senado, em 2027, Gilmar intuiu, que a atual oposição conseguiria maioria de senadores, acima de 41 votos, suficiente para cassar ministros no futuro.
Ora, primeiro que a decisão significa uma blindagem de ministros do STF, atribuindo ao Procurador Geral da República, a decisão de processar e cassar ministros. A fundamentação não se sustenta no arcabouço constitucional e assassina a lógica, pois dá um Poder total ao PGR.
Ocorre que o mandato de Paulo Gonet, sacramentado pelo Senado em novembro deste ano, para um segundo mandato na PGR, tem a duração de dois anos. Não há certeza, que Paulo Gonet será reconduzido, em 2027, logo, outro Procurador poderá pautar o impeachment de ministros. Gilmar Mendes pode estar apenas adiando o processo.
Segundo, que Gilmar se antecipou a um provável processo de ministro do STF, julgando que a oposição conseguirá maioria no Senado nas eleições de outubro de 2026. O que o ministro Gilmar Mendes sabe do resultado das futuras eleições, que nós,
simples mortais não sabemos?
As Urnas de 2026 nem foram abertas e o mundo político e judicial já sabe quem vai ganhar e quem vai perder.
Incrível, Fantástico e Extraordinário.
O fato é, que a decisão monocrática de Gilmar Mendes colocou gasolina no paiol e deixou o Senador a beira de um ataque de nervos.
Mais uma semana, de prisões, briga entre STF e Congresso, Congresso contra o Executivo, que o diabo deve estar dando pulinhos de alegria e espalhando brasas para tudo que é lado.
No Rio de Janeiro, o presidente Carlos Bacelar, da Assembleia Legislativa, a popular ALERJ, a nova gaiola das Loucas, foi preso por vazar informações da ação que prendeu o deputado TH Jóias, por ligações com o Comando Vermelho.
A PF descobriu no celular do TH Jóias, a mensagem de Carlos Bacelar para o criminoso apagar todos os vestígios de provas, antes da chegada dos federais. Até um freezer com picanhas e filé mignon aos montes foi gravado por TH, dizendo que ia levar, caso contrário os federais iam fazer churrasco nas suas residências. Era a certeza da impunidade.
Hoje, o governador e os deputados estaduais, estão com os nervos abalados e neuróticos, com medo das revelações do celular apreendido pela PF. No carro do presidente da ALERJ foram encontrados 97 mil reais no carro blindado.
Bacelar foi convocado para se apresentar ao Superintendente da PF na Praça Mauá e pensou que seria uma conversa institucional, chegando lá foi preso.
Parece cena de filme de suspense, mas, é a vida real muito pior do que a ficção.
Senhor Vicente Limongi Netto , cabe legalmente aos senadores ” sabatinar e aferir ” a qualidade da pessoa indicada pelo presidente de plantão , se preenche os requisitos e premissas legais , para assumir uma vaga no STF ou nos demais tribunais do país , sendo que caso o indicado pelo presidente não passe pelo controle de qualidade pelos senadores , ele deve ser descartado e substituído por outra pessoa de melhor qualificada , e fim de papo .
Perfeito José Carlos. Os senadores devem avaliar o notável saber jurídico e a ilibada reputação. No entanto, tudo indica, que Davi Alcolumbre, presidente to Senador, muito contrariado com o Executivo, trabalha para recusar a indicação de José Messias. Ele vem pedindo aos senadores para votarem contra.
Tem vários motivos: Os senadores e Alcolumbre queriam a indicação do senador Rodrigo Pacheco, muito querido pelos pares.
A liquidação do Banco Master irritou Davi Alcolumbre de maneira sobrenatural. Ninguém conhece as razões.
O clima está quente e sujeito a chuvas e trovoadas entre os Três Poderes.
As crises institucionais entre os Poderes da República são recorrentes e sistêmicas.
Senhor Vicente Limongi Netto , quantos tribunais militares tem no Brasil ?
Bem que o presidente Lula poderia convidar um/a juiz/a desses tribunais para ocupar a vaga aberta no STF ou nos demais tribunais do país , e daria um basta nesse celeuma , que mais parecer brigas de gangues , uma chantageando a outra gangue , em detrimento dos interesses do Brasil .
josé carlos, perfeito, lula seria competente, isento e patriota, indicando para o STF um jurista mais conceituado e respeitado para a vaga de Barroso, do que Messias. Lula escolheu mal, mostrou-se arrogante e mal educado ocm a presidencia do senado e, agora, paga caro. dezenas de nomes conceituados estariam ao dispor de Lula, mas, petista é assim mesmo, arrogante e sabidão, escolheu nome ruim. STF já é entupido de nomes apaniguados de Lula e, pelo jeito continuará assim.