
PL da Dosimetria avança com aval do Senado
Mariana Muniz
O Globo
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) indicam que a Corte não deve impor obstáculos ao PL da Dosimetria, aprovado na quarta-feira pelo Senado. O projeto reduz a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros envolvidos na tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023.
A leitura é que eventual questionamento ao projeto feito ao Supremo dificilmente teria sucesso, uma vez que entendem ser uma das atribuições do Congresso a definição sobre penas. Ainda assim, uma ala de ministros diz que essa posição não é consensual.
GRANDE COSTURA – Quando a proposta foi aprovada pela Câmara, os magistrados já sinalizavam, de forma reservada, que o texto tinha sido produzido após uma grande costura entre os Poderes e avaliavam que sua tramitação não representava um “atropelo” sobre prerrogativas da Corte.
A legislação prevê que cabe ao juiz de execução penal avaliar individualmente se cada preso tem condições de progredir de regime. No caso de Bolsonaro, o juiz de execução penal é o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo.
NEGOCIAÇÃO – A proposta que foi votada na Câmara foi relatada pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP)e teve o apoio inicial de alguns ministros do Supremo. Durante a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na quarta-feira, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) destacou que o texto foi resultado de uma “ampla negociação”, envolvendo diretamente integrantes da Corte.
— O grande acordo envolve diretamente o ministro Alexandre de Moraes, que se entende no direito de interagir com senadores e deputados, sugerindo inclusive texto, enquanto ao mesmo tempo na tribuna da Suprema Corte verbaliza o contrário, que o Congresso vai muito mal. Este texto é fruto de um acordo do governo Lula, parte da oposição, o ministro Moraes dentre outros ministros que já verbalizaram aqui — disse.
RECADO – Na terça-feira, Moraes criticou a defesa de “atenuantes em penas”. A fala foi feita durante o julgamento do último núcleo da trama golpista. Para o relator da ação penal da trama golpista, diminuir penas definidas em processos justos passaria um “recado de que o Brasil tolerará novos flertes contra a democracia”.
— Não é possível mais discursos de atenuante em penas, em penas aplicadas depois do devido processo legal, aplicadas depois da ampla possibilidade de defesa. Porque isso seria um recado à sociedade de que o Brasil tolera ou tolerará novos flertes contra a democracia — afirmou Alexandre de Moraes.
O PL da Dosimetria buscou reduzir as penas sem conceder uma anistia ampla, como queriam os bolsonaristas. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou a dizer que um perdão ao pai era seu “preço” para retirar a pré-candidatura à Presidência, que desagradou o Centrão. O projeto foi aprovado com o aval de Jair Bolsonaro.
Apesar de divergências internas, STF não deve barrar PL que reduz pena de Bolsonaro
Acórdão,com Supremo com tudo…!!!
Na sequência, Machado destaca que é preciso “botar o Michel num grande acordo nacional”.
“Com o Supremo, com tudo”, enfatiza o ministro.
“Com tudo, aí parava tudo”, concorda Machado.
“É. Delimitava onde está, pronto”, avalia Romero Jucá, sugerindo que quem já está sendo investigado continuaria alvo da Lava Jato, mas quem ainda não faz parte da apuração do esquema de corrupção ficaria blindado.
“justiça $ocial””…
um perdão ao pai era seu “preço” para retirar a pré-candidatura à Presidência
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C’est une blague ?
Quelles sont les chances que ce gamin gagne l’élection ?
Recebi no WhatsApp, não citaram onde foi.
Um milionário psicopata pôs veneno num maço de notas de 500 euros e doou a um orfanato.
Morreram três vereadores, o presidente da Câmara, dois deputados e o diretor do orfanato.
Não houve qualquer problema com os órfãos.
Hehehehe
Senhor James Pimenta , acertastes na mosca , pois é exatamente isso que em geral acontece , quando a comunidade ou alguma empresa envia algum auxilio para as pessoas carentes ou necessitadas , os maus políticos e maus agentes públicos se apropriam de partes dos bens doados , com o agravante de que ainda vendem os bens surrupiados .