
Charge do Gilmar Fraga (Zero Hora)
Dora Kramer
Folha
A aprovação no Congresso Nacional do projeto de lei que reduz as penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado não apaga as seguintes distorções: o caráter casuístico da matéria, a deslavada troca de interesses entre governo e oposição, o atropelo do regimento e a falsidade da alegação de que o gesto marcaria o início da pacificação entre as correntes radicalizadas do país. Mero conto do vigário.O Congresso alterou a lei de execuções penais para beneficiar pessoas condenadas. Pretendeu, com isso, modificar decisões do Supremo Tribunal Federal, que ainda vai examinar o caso, mas a intenção do Legislativo atendeu a interesses de um grupo político. De oposição, mas com apoio do governo, cujo cinismo promete veto.
LEITURA MAROTA – O Senado fez uma leitura marota do conceito de emenda de redação e ignorou os alertas de senadores mais responsáveis sobre os defeitos do texto. Houve um toma lá dá cá negociado na noite anterior à votação, mediante o qual a oposição garantiria votos para o aumento de fontes de arrecadação no valor de R$ 20 bilhões.
Não há argumento pacificador capaz de se sustentar ante a seguinte clareza: não existe paridade de condições entre agressor e agredido. Os condenados desferiram ataques dos quais a institucionalidade se defendeu.
Não houve sinal de arrependimento da parte dos agressores, admissão de culpa ou de compromisso de não repetirem os atos de grave desobediência civil. Ao contrário, reivindicam o perdão como prova de que nada fizeram de errado.
CONDESCENDÊNCIA – Portanto, podem fazer de novo sem que nada de mais grave lhes aconteça. Haverá sempre uma condescendência à espreita para perdoá-los em nome de uma paz que não virá enquanto estiver em disputa a bandeira da hegemonia cultural e política.
Não haverá moderação possível no horizonte enquanto prevalecer a lógica da guerra entre os que não têm ferramentas nem disposição para depor as armas e construir ambiente propício a diálogos baseados em preceitos de natureza republicana.
Sr. Newton
O Militante da Rede Goebbells coloca um “suposto” na chamada de capa para não ‘ser bloqueado no PIX do dia 30…..
As três fases da preocupação de Lula com o suposto envolvimento do filho no escândalo do INSS
Lula passou por três fases distintas sobre um eventual envolvimento do filho Fábio Luís no escândalo do INSS, de acordo com assessores da Presidência.
Quando as primeiras notícias surgiram, meses atrás, ele demonstrou alguma insegurança. Depois, mais confiante, parecia certo de que nada de desabonador havia sobre o seu primogênito.
Na semana passada, voltou a ficar preocupado. (O Globo)
Agem sob destrambelhado pavor, pois se tivesse havido golpe, quem estaria no banco dos réus, senão tão somente todos os “estanca-dores de sangrias”?
Farra do INSS: a mansão do chefe do sindicato do irmão de Lula
Propriedade de Milton Cavalo, chefe do Sindnapi, não está em nome dele. Imagens mostram Frei Chico, irmão de Lula, na mansão
https://www.metropoles.com/colunas/andreza-matais/farra-do-inss-a-mansao-do-chefe-do-sindicato-do-irmao-de-lula
Esta mulher era melhor quando falava sobre Informática.