
Fachin tem apostado na moderação e no diálogo
Pedro do Coutto
Ao completar seus primeiros meses na presidência do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin se vê no centro de uma engrenagem institucional desgastada, marcada por desconfianças mútuas, tensões acumuladas e um ambiente político em permanente estado de alerta. Longe dos holofotes mais ruidosos, o ministro tem tentado exercer um papel que exige menos protagonismo retórico e mais habilidade de bastidor: o de fiador da estabilidade entre os Poderes.
Fachin assumiu o comando da Corte em um momento em que o Judiciário voltou a ser alvo preferencial de críticas no Congresso. Projetos que questionam decisões do Supremo, propostas de mudança nas regras de impeachment de ministros e discursos que colocam em xeque a legitimidade da Corte compõem um cenário no qual qualquer gesto pode ser interpretado como provocação.
DIÁLOGO – É nesse terreno minado que o presidente do STF tenta operar, apostando na moderação e no diálogo como antídotos contra uma escalada institucional. Internamente, o desafio não é menor. A tentativa de avançar em temas sensíveis, como a discussão de um código de conduta para os ministros, revelou fissuras dentro do próprio tribunal.
Parte da Corte viu na iniciativa uma necessidade de atualização e transparência; outra parte interpretou o movimento como inoportuno, temendo que o debate fosse instrumentalizado politicamente por setores hostis ao Supremo. O episódio expôs um STF menos coeso do que aparenta em suas decisões plenárias, onde divergências de método e visão institucional nem sempre vêm à tona de forma explícita.
A postura de Fachin, nesses embates, tem sido a de recuo estratégico. Ao invés de forçar votações ou tensionar ainda mais o ambiente, o ministro optou por desacelerar pautas, ouvir colegas e preservar a imagem de unidade mínima da Corte. Para críticos, isso pode soar como excesso de cautela; para aliados, trata-se de uma leitura realista do momento político, em que gestos simbólicos podem ter consequências práticas imprevisíveis.
REPOSICIONAMENTO – No relacionamento com o Congresso, o presidente do STF busca reconstruir canais que foram corroídos nos últimos anos. Reuniões reservadas, mensagens institucionais e discursos calibrados fazem parte de uma tentativa de reposicionar o Supremo não como um ator político concorrente, mas como um árbitro constitucional que atua dentro de limites claros. A dificuldade está em fazer essa distinção prosperar em um ambiente de polarização, no qual decisões jurídicas são rapidamente traduzidas em narrativas políticas.
Há também um fator de fundo que atravessa toda a gestão: a herança de um período em que o Supremo foi chamado a ocupar espaços deixados por outros Poderes. Esse protagonismo, embora tenha garantido respostas institucionais em momentos críticos, cobra agora seu preço. Fachin parece consciente de que reduzir a temperatura não significa abrir mão das prerrogativas da Corte, mas redefinir a forma como elas são exercidas.
LIMITES – O que está em jogo vai além da imagem de um ministro ou da harmonia ocasional entre instituições. Trata-se da capacidade do sistema político brasileiro de absorver conflitos sem romper seus próprios alicerces. Ao tentar contornar crises simultâneas — externas e internas —, Fachin testa os limites de uma presidência menos marcada por decisões de impacto imediato e mais orientada pela costura paciente.
Resta saber se esse estilo será suficiente para atravessar um ciclo político que promete ser intenso, com eleições no horizonte e um Congresso cada vez mais disposto a disputar espaço com o Judiciário. Por ora, o presidente do STF segue operando longe do discurso inflamado, apostando que, em tempos de ruído excessivo, a contenção pode ser a forma mais eficaz de poder.
Eleição Presidencial 2026
Flávio mal começou, mas cresce e já empata tecnicamente com Barba no 2º turno
1º Turno: Lula 37,6% e Flávio 27,8%;
2º turno: Lula % 44,1% e Flávio 41,0%%.
Os demais ‘pré-candidatos’ estão ficando para trás e comendo poeira, porque na sua maioria, para se viabilizarem, todos dependem da indicação e do apoio do ex-mito, que Flávio ora detém ‘oficialmente’.
Pesquisa divulgada em 26/12/2025 estragou o final de ano de Barba.
Paraná Pesquisas – Eleição Presidencial 2026
Flávio mal começou, mas cresce e já empata tecnicamente com Barba no 2º turno
1º Turno: Lula 37,6% e Flávio 27,8%;
2º turno: Lula % 44,1% e Flávio 41,0%%.
Os demais ‘pré-candidatos’ estão ficando para trás e comendo poeira, porque na sua maioria, para se viabilizarem eleitoralmente, todos dependem da indicação e do apoio do ex-mito, que ora Flávio detém ‘oficialmente’.
Pesquisa divulgada em 26/12/2025 estragou o final de ano de Barba.
Há “dendos”, em:
https://youtu.be/G33wdpfa62M?si=YF3jxMqMUiwYuSYX
Paraná Pesquisas – Eleição Presidencial 2026
Flávio Rachadinha mal começou, mas cresce e já empata tecnicamente com Barba no 2º turno
1º Turno: Lula 37,6% e Flávio 27,8%;
2º turno: Lula 44,1% e Flávio 41,0%%.
Os demais ‘pré-candidatos’ estão ficando para trás e comendo poeira, porque na maioria, para se viabilizarem eleitoralmente, também dependem da indicação e do apoio do ex-mito, trunfos que ora Flávio detém ‘oficial e manuscritamente’.
Pesquisa divulgada em 26/12/2025 pelo Instituto Paraná: Rachadinha estraga o final de ano de Barba.
A ver.
O importante é que não se esqueça de Lulinha, o larápio que seguiu o caminho criminoso do pai. Vejam uma de suas empresas, com faturamento anual de R$ 2 milhão a R$ 4,8 milhões, procurando no Google o CNPJ 45.382.800/0001-52 SP.
O ministro Edson Fachin está correto ao propor o Código de Conduta para ser cumprido pelos ministros do STF.
Até agora, somente a ministra Carmem Lúcia se manifestou em apoio a proposta.
Três ministros estão contra a medida. Os demais ficaram em cima do muro até agora. É um sinal de que a proposta vai para o arquivo da Corte.
Mas, algo precisa ser feito, porque o STF vem apanhando muito nas redes sociais e da imprensa.
O ministro do STF, Edson Fachin, foi quem, em março de 2021, anulou as condenações do ex-presidente Lula, decisão que o tornou elegível novamente e que se baseou fundamentalmente na incompetência territorial da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar os casos.
Como relator dos processos da Lava Jato no STF, cabia a Fachin a análise inicial dos habeas corpus e reclamações apresentados pela defesa de Lula.
A defesa do ex-presidente SEMPRE ARGUMENTOU que seus casos deveriam ser julgados pela Justiça Federal do Distrito Federal ou de São Paulo, pois os fatos ocorreram ou tiveram ramificações nessas localidades, não apenas no Paraná.
Curtinhas
PS.: MORAES TAMBÉM EXECUTA PENAS CONTRARIANDO PRAXE DA CORTE
Moraes autoriza filha de Michelle a visitar Bolsonaro após cirurgia
Interessante: decisão é de centralizar essas atribuições em seu próprio gabinete, o que contraria a praxe da Corte, mas é uma prerrogativa do relator do caso.
Clique: https://www.youtube.com/watch?v=KeOI09c6Ba4
PS. 02: MORAES DETERMINA CONSTRANGEDORA VIGILÂNCIA
O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), se manifestou nas redes sociais e criticou o esquema de vigilância montado em torno do procedimento médico do pai. Em publicação, Carlos afirmou que “o número de policiais mobilizados para acompanhar o procedimento e toda a movimentação ultrapassa qualquer limite que qualquer ser humano consideraria razoável”, classificando a situação como “absolutamente inacreditável e constrangedora”.
Clique: https://www.youtube.com/watch?v=3ao9Qg9vtuQ
PS. 03: MORAES SAIU DO “CONTROLE”
O sistema começa a largar a mão de Alexandre de Moraes – Rodrigo Constantino
Clique: https://www.youtube.com/watch?v=idacoMne5Pc
PS. 04: MORAES COMETEU CRIME
Moraes cometeu crime se usou prestígio do cargo para beneficiar esposa | Wálter Maierovitch
Clique: https://www.youtube.com/watch?v=fTXY6MTxd30
PS. 05: CADÊ O OAB?
Ninguém sabe, ninguém viu…
PS. 06: CADÊ O SENADO FEDERAL?
Ningué sabe, ninguém viu…
URGENTE! Jurista Wálter Maierovitch diz que o Supremo não pode ficar com a imagem de…
Clique: https://youtube.com/shorts/9BM_6_q3UnY?si=7OrFztZkoefmm9-4
Outras:
Maierovitch vê ‘notícia de crime’ em relato sobre Moraes e o Banco Master
Clique: https://www.youtube.com/watch?v=PFtjWZjtOfA
Banco Master: Togas do STF não podem ser sujas como pau de galinheiro | Maierovitch
Clique: https://www.youtube.com/watch?v=fVt6xIuC3Hc