
Veículo diz que Lula é “idoso” e chama Flávio de “impopular”
Luis Felipe Azevedo
O Globo
A revista britânica The Economist publicou um editorial nesta semana no qual afirma que o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não deve concorrer à reeleição no ano que vem. O veículo internacional defende que o Brasil “merece escolhas melhores”, apesar de o país ter demonstrado a resiliência das instituições democráticas em 2025.
O principal argumento apontado pela revista como motivo pelo qual Lula deveria desistir de ser candidato é a idade. O petista, que completou 80 anos em outubro, já anunciou que irá disputar o pleito em 2026. “Apesar de todo o seu talento político, é simplesmente arriscado demais para o Brasil ter alguém tão idoso no poder por mais quatro anos. Carisma não é escudo contra o declínio cognitivo”, diz a publicação.
COMPARAÇÃO – A revista compara o brasileiro ao ex-presidente americano Joe Biden, que desistiu da disputa pela Casa Branca meses antes da eleição. “O presidente faria um favor ao seu país e consolidaria seu legado — algo que Biden não fez — anunciando que cumprirá sua promessa e se afastará da disputa”, completa.
O editorial condena as políticas econômicas petistas, mas destaca que Lula “não tem adversários sérios no centro ou na esquerda” que poderiam substituí-lo na corrida pelo Planalto. “Embora a economia brasileira tenha crescido surpreendentemente rápido nos últimos anos, as políticas econômicas de Lula são medíocres. Elas se concentram principalmente em auxílios aos pobres, com medidas de arrecadação de receita cada vez menos favoráveis às empresas, embora ele também tenha agradado os empregadores com uma reforma tributária simplificada.”
CRÍTICAS AO BOLSONARISMO – A revista também criticou a escolha do ex-presidente Jair Bolsonaro de apoiar o senador Flávio Bolsonaro como pré-candidato do PL à Presidência da República. “Flávio é impopular, ineficaz e quase certamente perderia uma disputa contra Lula. Outros possíveis candidatos estão sendo cogitados, incluindo alguns governadores competentes. O mais proeminente deles é Tarcísio de Freitas, o governador conservador de São Paulo”, afirma a The Economist.
Segundo o editorial, Tarcísio “deveria ter a coragem de se lançar na disputa”. “Ao contrário dos Bolsonaros, ele é ponderado e democrata”, diz o texto. “Infelizmente, parece improvável que Lula desista. Talvez, então, os partidos de direita consigam se unir? Se forem sábios, abandonarão Flávio e se unirão em torno de um candidato capaz de superar a polarização dos anos Lula-Bolsonaro”, enfatiza o veículo.
A The Economist defende o apoio a “uma figura de centro-direita que reduza a burocracia, mas não as florestas tropicais, que seja rigorosa com o crime, mas não desrespeite as liberdades civis, e que respeite o Estado de Direito, poderia vencer e governar bem”. “O Brasil tem tudo em jogo em 2026 — e o resultado é preocupantemente incerto”, conclui a revista.
Maduro ou Trump? Eu não tenho tirano de estimação
Não tolerar ditador bananeiro não me fará torcer por e “babar ovo” de autocrata narcisista aloprado como Trump
O Antagonista, Opinião, 03.01.2026 19:19 Por Ricardo Kertzman
https://oantagonista.com.br/analise/maduro-ou-trump-eu-nao-tenho-tirano-de-estimacao/
O ditador bananeiro seria o Narcola de Nove Dedos.???
aquele abraço
Ação militar na Venezuela é prenúncio de ingerência política de Trump no Brasil em 2026
Presidente dos EUA invadiu a Venezuela pelo petróleo e agirá nas eleições brasileiras por terras raras
O ataque à Venezuela e o sequestro de Nicolás Maduro soterram a era chavista no País e abrem uma nova fase de Donald Trump contra o multilateralismo e suas instituições mundo afora.
Depois de detonar o sistema internacional de comércio com o tarifaço, ele agora quer impor suas vontades e interesses com armas reais, ou seja, letais, ignorando a ONU, as leis e as regras.
Hugo Chávez evoluiu do oficial golpista de 1992 para o líder populista que assumiu o poder na Venezuela em 1999, embolando nacionalismo, militarismo, antiamericanismo e pitadas de messianismo, numa síntese de “Como as Democracias Morrem”, de Steven Levitsky e Daniel Ziblatt.
Em vez de balas e canhões, Chávez deu um golpe branco unindo a esquerda aos militares e manipulando a massa em torno de um nacionalismo histérico.
Dominou o Congresso, o Judiciário, a mídia e queria se eternizar, não fosse o câncer que o matou em 2013. Como todo autocrata populista, não preparou sucessor.
Veio Maduro, um tosco que (a exemplo do ex-mito) reúne todos os defeitos e nenhuma das qualidades de Chávez. A inteligência, por exemplo.
Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 03/01/2026 | 14h54 Por Eliane Cantanhêde
O Brasil precisa de um natural economista, digo de um colono, em sua gerencia, para recuperar o que foi e está sendo roubado, pois que “apetite” terá o próximo desastrado, diante de tanta
“pró-gramada” e deixada miséria?
Obviedades que pululam ululantes!
The Economist defende uma economia liberal. E o que isso significa a um país como o Brasil?
Qual país se desenvolveu adotando políticas econômicas liberais?
Vidal, uma economia ultra liberal pois é isso que o Tarcínico e seus pares advogam.
Um bom 2026.
A ditadura chavista de Maduro era modelo do que o ex-mito queria implantar aqui
O ex-mito gostaria de ter feito no país o que Chavez (que tanto admirava) fez na Venezuela
O governo chavista era uma ditadura que se estabeleceu após um projeto de demolição interna das instituições democráticas, perseguição implacável à imprensa, cooptação dos militares inclusive com corrupção, e fraudes eleitorais. Era um governo indefensável.
O chavismo realizou o que o ex-mito gostaria de ter feito, mesmo que eles se coloquem como opostos no campo ideológico.
Os eventos (do ex-mito) aqui foram um ensaio da obra plenamente executada nos 25 anos de chavismo na Venezuela.
Fonte: O Globo, Opinião, 04/01/2026 04h00 Por Míriam Leitão
Parece que bebe?
Chaves, foi “inoculado” e morto porque despertou e negou-se a continuar exercendo seu nefastos e Khazariano papel, sendo então substituido pelo servo Maduro e seu no que deu!
0 Agente Barba ainda está seguro porque cumpre seu sutil(driblador) e quadrilheiro papel, como Trump e os demais “para tanto alçados”, enganando as “aparencias”!
A Míriam reportou bem a influência que o regime do tenente-coronel Chavez exercia sobre o picareta do ex-capitão e ex-mito, que tinha a explícita ambição de implantar o modelo da ditadura chavista (que tanto admirava) no país. E que só não o fez, por falta de inteligência, estupidez e incompetência.
Regime ditatorial que não só ex-mito, mas também Barba, sempre admirou e teve como exemplo.
A diferença é que Barba tem votos e não precisou lançar mão da tentativa de implantar o modelo da ditadura chavista no país, ao contrário do que fez o ex-capitão, melancólica e fracassadamente.
A América Latina do Sul é e tem que ser dos latino-americanos do sul, enxotados pelo deportador impiedoso, Donald Trump, arvorado em dono da América do Norte que deve ser dos norte-americanos, como apregoado pelo próprio Trump, fechado em copas com os seus próprios interesses, que, até por isso, não tem autoridade moral nenhuma, e nem legal, para invadir países latino-americanos, até como medida de coerência, senão como sapo de fora, invasor, nefasto, a ser posto para fora da lagoa latino-americana, a toque de caixa, pela união latino-americana com ajuda dos seus parceiros mais leais. ” A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR, A DEUS O QUE É DE DEUS” E AO POVO O QUE É DO POVO, que, na América do Sul, há cerca de 40 anos, clama por Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na causa, no bojo de uma mega solução, via evolução, representada pela inédita Revolução Pacífica do Leão, a RPL-PNBC-DD-ME, além da América de Simon Bolívar, completa, com começo, meio e fim, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, como nunca antes visto na história da América Latina do Sul, a partir do Brasil, que representa um gigantesco Pulo de Leão, adiante dos EUA, da China…, e até mesmo da própria Europa-mãe, que projeta a América Latina do Sul na vanguarda democrática do necessário novo mundo civilizado, até então dividido entre a autocracia chinesa e a plutocracia norte-americana putrefata com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, fantasiada de democracia apenas para locupletar espertos e ludibriar a crédula, tola e indefesa freguesia, na real, vítima, refém, súdita e escrava da dita-cuja, como comprovado pela chegada de Trump ao comando do QG da dita-cuja, de modo que a América Latina do Sul não precisa de invasores retrógrados, trastes e encostos, superados, posto que, na verdade, doravante, tem, anseia, quer e precisa da sua própria mega solução, via evolução, no entorno da qual deve se unir com todas as suas forças físicas, mentais e espirituais para que possamos descortinar os novos horizontes que, há muito tempo, se fazem necessários na América do Sul Latina. https://www.tribunadainternet.com.br/2026/01/04/the-economist-aconselha-lula-a-deixar-a-politica-e-critica-falta-de-alternativas-politicas/#respond
Típica empáfia britânica de arrotar o que os outros devem fazer ou não. O que esses dentes podres pensam o que é melhor pro Brasil é completamente irrelevante.
Lula é um caudilho Maduro
Infantil e antigo como o Chavez afogado no barril de cachaça.
Maduro madurou tanto
Tanto, mas tanto
Que caiu de tão Maduro
A mídia amestrada ou adestrada ou porca nacional faz sua parte. A internacional, também. “A imprensa é muito séria, se você pagar eles até publicam a verdade”, frase célebre do humorista Juca Chaves. A matéria é tipo “sapo ensaboado”.
Não tenho dúvidas de que muitos brasileiros prestam atenção no perigo que ronda o Brasil e sua dimensão continental. E lógico, a maioria está atenta e hoje entende bem esse jogo de poder mantido a qualquer custo. Claro, com o dinheiro publico sempre…
Insisto que os políticos, principalmente após o golpe de 1889 continuam pensando apenas em próximas eleições, quando deveriam pensar (e trabalhar) para futuras gerações.
O golpe da República de Deodoro se projeta no tempo e atrasa o país de modo quase irreversível. Todos queremos um milagre, mas comparando à Venezuela não basta tirar um tumor, a metástase continua destruindo tudo.
O PERIGO MORA AO LADO.
A Venezuela é um exemplo, mas o mundo tem muitos outros.
O Império do Brasil sabia de seu tamanho e importância. Para simplificar e ficar apenas na Amazônia brasileira, a Amazônia Legal, com seus quase 60% do país, o maior bioma do Brasil, com nove estados e grande parte da bacia hidrográfica. Tudo isso numa frágil fronteira fluvial (água doce) e fronteira terrestre (seca), apenas para ficar num exemplo de espaço sensível em um território de dimensões continentais.
DEFESA NACIONAL
Todos ficaram espantados com a facilidade encontrada pelas forças militares americanas para capturar o ditador Nicolás Maduro. Teriam os cubanos traído o ditador? Seu serviço nacional de inteligência também estaria dormindo? A cadeia de comando entrou em colapso? Alguém (cubano, venezuelano ou quem quer que seja) “cresceu o olho” na recompensa de US$ 50 milhões pela captura de Maduro e mais um pouco pela sua mulher?
“Venha me pegar. Eu te espero aqui em Miraflores. Não demore em chegar, covarde. Venha me pegar, covarde”, cobrou Maduro aos gritos com veemência e eloquência.
Trmp ouviu e o alcaguete, também…
Curtinhas
PS.: STF sinaliza decisão sem precedentes de anular liquidação. O STF nunca antes questionou decisão técnica do Banco Central, órgão independente, por lei, para garantir a estabilidade financeira do país.
(Coluna Cláudio Humberto, 27/12/2025)
PS. 02: Rouanet vai pagar “homenagem a Lula” no Carnaval
O Ministério da Cultura liberou captação de R$5,1 milhões para a escola de samba Acadêmicos de Niterói, do Rio de Janeiro, bancar desfile para o carnaval de 2026 que promete homenagear o presidente Lula. O enredo é dedicado “à trajetória pessoal e política do Presidente da República”, destaca ofício da oposição que cobra explicações da ministra Margareth Menezes, titular da pasta que liberou o caminhão de dinheiro.
PS. 03: Citado pela PF, Lulinha volta ao Brasil para festas de fim de ano Filho do presidente Lula se mudou para a Espanha em julho; apurações sobre descontos indevidos em benefícios do INSS fazem menção ao empresário, que não é formalmente investigado.
(Poder 360, 20/12/2025)
PS. 04: O líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, declarou sua intenção de ajudar a Venezuela.
Parece que está muito atrasado…