“Levaram o cassino para dentro de casa”, diz Lula ao criticar bets herdadas do governo Bolsonaro

12 thoughts on ““Levaram o cassino para dentro de casa”, diz Lula ao criticar bets herdadas do governo Bolsonaro

  1. Flávio cresce e se aproxima de Barba no 2º turno

    Levantamento Atlas Intel mostra Flávio com 44,9%, ante 49,2% do petista. Diferença diminuiu 8 pontos desde dezembro

    Flávio Rachadinha está encurtando a distância para o Barba em um eventual 2º turno entre os dois. Em dezembro de 2025, a diferença entre Lula e Flávio era de 12 pontos percentuais. Agora, é de apenas 4,3 pontos.

    Em dezembro, o petista tinha 53 pontos percentuais, ante 41 pontos de Flávio. Agora, em janeiro de 2026, a diferença diminuiu. Barba aparece com 49,2 pontos percentuais, e Flávio, com 44,9 pontos.

    _________

    O cenário de 2º turno entre Lula e Tarcínico, permaneceu estável. O petista aparece com 49,1 pontos percentuais, ante 45,4% de Tarcínico. Antes, os percentuais eram de 49% para o petista e 45% para o governador.

    A pesquisa também mostra Barba à frente tanto de Flávio quanto de Tarcínico nos cenários de 1º turno.

    Na simulação com Flávio, o petista tem 48,8% das intenções de voto, ante 35% do filho do ex-mito. Já no cenário com Tarcínico, Barba tem 48,5% das intenções de voto, ante 28,4% do governador de SP.

    Fonte: Metrópoles, Política, 21/01/2026 10:57 Por Andre Shalders / Andreza Matais

    • Sr. Panorama

      Repare que o Ladrão caiu 4 pontos em um mês…..

      As Narcos-Pesquisas da Extrema-Midia-Comunistola estão “azeitando” os números…..

      aquele abraço

  2. Artigo publicado (sob o nome de Lula) no NYT em 18/01/2026:

    Este Hemisfério Pertence a Todos Nós

    Por Luiz Inácio Lula da Silva

    Os bombardeios dos Estados Unidos em território venezuelano e a captura de seu presidente em 3 de janeiro são mais um capítulo lamentável na contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida após a Segunda Guerra Mundial.

    Ano após ano, as grandes potências intensificam os ataques à autoridade das Nações Unidas e de seu Conselho de Segurança. Quando o uso da força para resolver disputas deixa de ser a exceção e se torna a regra, a paz, a segurança e a estabilidade globais ficam em risco. Se as normas forem seguidas apenas seletivamente, a anomia se instala e enfraquece não apenas os Estados individualmente, mas o sistema internacional como um todo. Sem regras acordadas coletivamente, é impossível construir sociedades livres, inclusivas e democráticas.

    Chefes de Estado ou de governo — de qualquer país — podem ser responsabilizados por ações que minam a democracia e os direitos fundamentais. Nenhum líder tem o monopólio do sofrimento de seu povo. Mas não é legítimo que outro o faça. O Estado arrogar para si o direito de administrar a justiça. Ações unilaterais ameaçam a estabilidade mundial, interrompem o comércio e o investimento, aumentam o fluxo de refugiados e enfraquecem ainda mais a capacidade dos Estados de enfrentar o crime organizado e outros desafios transnacionais.

    É particularmente preocupante que tais práticas estejam sendo aplicadas na América Latina e no Caribe. Elas trazem violência e instabilidade para uma parte do mundo que luta pela paz por meio da igualdade soberana das nações, da rejeição do uso da força e da defesa da autodeterminação dos povos. Em mais de 200 anos de história independente, esta é a primeira vez que a América do Sul sofre um ataque militar direto dos Estados Unidos, embora as forças americanas já tenham intervido na região anteriormente.

    A América Latina e o Caribe abrigam mais de 660 milhões de pessoas. Temos nossos próprios interesses e sonhos a defender. Em um mundo multipolar, nenhum país deve ter suas relações exteriores questionadas por buscar a universalidade. Não seremos subservientes a empreendimentos hegemônicos. Construir uma região próspera, pacífica e pluralista é a única doutrina que nos convém.

    Nossos países devem lutar por uma agenda regional positiva que seja capaz de superar diferenças ideológicas em prol de resultados pragmáticos. Queremos atrair investimentos em infraestrutura física e digital, promover empregos de qualidade, gerar renda e expandir o comércio dentro da região e com nações fora dela. A cooperação é fundamental para mobilizar os recursos de que tanto precisamos para combater a fome, a pobreza, o narcotráfico e as mudanças climáticas.

    A história mostrou que o uso da força nunca nos aproximará desses objetivos. A divisão do mundo em zonas de influência e as incursões neocoloniais por recursos estratégicos são ultrapassadas e prejudiciais.

    É crucial que os líderes das grandes potências entendam que um mundo de hostilidade permanente não é viável. Por mais fortes que essas potências sejam, elas não podem se basear simplesmente no medo e na coerção.

    O futuro da Venezuela, e de qualquer outro país, deve permanecer nas mãos de seu povo. Somente um processo político inclusivo, liderado por venezuelanos, levará a um futuro democrático e sustentável. Esta é uma condição essencial para que os milhões de cidadãos venezuelanos, muitos dos quais estão temporariamente abrigados no Brasil, possam retornar em segurança para casa. O Brasil continuará trabalhando com o governo e o povo venezuelano para proteger as mais de 1.300 milhas de fronteira que compartilhamos e aprofundar nossa cooperação.

    É nesse espírito que meu governo tem se engajado em um diálogo construtivo com os Estados Unidos. Somos as duas democracias mais populosas do continente americano. Nós, no Brasil, estamos convencidos de que unir nossos esforços em torno de planos concretos de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir. Somente juntos podemos superar os desafios que afligem um hemisfério que pertence a todos nós.

    The New York Times – 18 Janeiro 2026, edição web, e 20 Janeiro edição impressa

  3. A Ludopatia…

    E quem combate a LULOPATIA?

    Liberem logo os cassinos, que são bem mais divertidos, luxuosos e geradores de receitas, de mãos dadas com o turismo de entretenimento.

    Mentalidade antiquada!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *