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Primeira vaga está encaminhada com o deputado Derrite
Samuel Lima
O Globo
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) defendeu, em encontro recente com o ex-presidente Jair Bolsonaro, uma composição ao Senado com um nome ideológico e outro de centro em São Paulo, como forma de neutralizar os adversários de esquerda. O plano frustraria políticos bolsonaristas que trabalham pela chamada “segunda vaga”, como o pastor Marco Feliciano (PL) e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que tenta manter influência nos rumos da campanha paulista.
A primeira vaga está encaminhada com o deputado federal Guilherme Derrite (PP), ex-secretário estadual de Segurança Pública que deve a sua ascensão política ao bolsonarismo e ao discurso linha-dura adotado enquanto ex-integrante da Rota. Na última quarta-feira, 4, após evento de anúncio da construção de moradias populares no Palácio dos Bandeirantes, Tarcísio fez questão de dizer que, “sem dúvida nenhuma”, o aliado estará nas urnas representando o grupo político.
GESTÃO CONTESTADA – Derrite teve a gestão contestada na pasta devido ao aumento na letalidade policial e a sucessivos flagrantes de violência, além de operações sangrentas na Baixada Santista, mas recebeu elogios do antigo chefe pela redução nos principais indicadores de criminalidade no período. Outro que crava a candidatura, de modo independente, mas congestionando o campo da direita, é o deputado federal Ricardo Salles (Novo), ex-ministro do Meio Ambiente no governo Bolsonaro.
Segundo aliados, o governador tem demonstrado preocupação com a possibilidade de não eleger senadores de seu grupo político em outubro, principalmente se um dos escolhidos para representar o presidente Lula (PT) for o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e um segundo nome escalado tenha menor rejeição no estado. A aposta em uma dobradinha bolsonarista seria insuficiente para garantir as duas vagas e abriria espaço para a dispersão de votos no eleitorado conservador moderado.
COMPLEXIDADE – A equação é complexa porque Eduardo Bolsonaro era dado como candidato certo nas urnas até março do ano passado, quando decidiu viajar aos Estados Unidos alegando perseguição do Supremo Tribunal Federal (STF) e articular sanções contra autoridades brasileiras com o presidente americano, Donald Trump. O parlamentar, que teve o mandato cassado por faltas, defendeu como substituto o deputado estadual Gil Diniz (PL), conhecido como “Carteiro Reaça” e um dos alvos do inquérito das fake news, e o próprio Feliciano.
Além de Haddad, o presidente Lula (PT) tem considerado a possibilidade de escalar o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), e três ministros para a chapa majoritária em São Paulo: Marina Silva (Rede), do Meio Ambiente; Simone Tebet (MDB), do Planejamento; e Márcio França (PSB), do Empreendedorismo. O governador apontou, em conversas reservadas, que não acredita na possibilidade de França e Alckmin saírem candidatos. Desse modo, Marina e Simone seriam as candidatas com condições de ampliar o espectro de votos do PT no estado.
Publicamente, o governador afirma que a escolha será feita “mais para frente” e levará em conta os dados das pesquisas eleitorais: “Vamos fazer pesquisa, testar os nomes, para a gente ver quem tem mais aptidão para concorrer a essa segunda vaga do Senado. A gente sabe que vai ser uma eleição dura, disputada, e vamos procurar os melhores nomes para sermos muito competitivos”, declarou nesta quarta.
ARRANJO ESTADUAL – Partidos da base aliada como PL, PSD, PP, União Brasil, Podemos, MDB e o próprio Republicanos tentam emplacar protagonistas e suplentes ao Senado, além do vice-governador do estado. Há uma tendência, neste momento, que a vice continue com o PSD, segundo apurou O Globo, com favoritismo para o atual ocupante do cargo, Felício Ramuth. O arranjo estadual poderia até deixar de fora “das cabeças” o PL, pois uma tese que ganhou força é a de que a sigla estaria contemplada com o apoio à candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O grupo de postulantes bolsonaristas ainda envolve nomes como o deputado federal Mário Frias (PL), o deputado estadual Tomé Abduch (Republicanos) e o vice-prefeito da capital paulista, tenente-coronel Ricardo Mello Araújo (PL). A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro apoia a candidatura da deputada federal Rosana Valle (PL), mas ela demonstra resistência com a ideia. O deputado federal Cezinha de Madureira (PSD) conta com a simpatia da bancada evangélica. Dentro do MDB, uma possibilidade seria o deputado federal Baleia Rossi, presidente do partido.
Votar numa pilantragem desta, cruz credo.
Gente sem qualquer resquício de moralidsade.
https://www.google.com/search?q=simone+tebet+lula+corrup%C3%A7%C3%A3o&client=firefox-b-d&hs=ujJp&sca_esv=4df745a41147e48d&udm=7&source=lnt&tbs=dur:s&sa=X&ved=2ahUKEwib94bkpcuSAxXorJUCHTqdIYwQpwV6BAgDEAo&biw=1232&bih=650&dpr=1.36#fpstate=ive&vld=cid:c8898a80,vid:OlUV6CAJqHI,st:0
Marina
https://www.youtube.com/watch?v=bOsxOqu6GzM
Alckmin
https://www.youtube.com/watch?v=so5-reK_daA
https://oglobo.globo.com/politica/de-ladrao-insosso-relembre-ataques-entre-lula-alckmin-25327219
Como podemos ter uma República, um país minimsamente sério com gente, se assim podemos os chamar, desde naipe?
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Imoral refere-se a quem viola intencionalmente as normas morais (desonesto), enquanto amoral descreve quem é neutro ou indiferente à moralidade por falta de conhecimento ou senso ético, como crianças ou animais.
Amoral é a ausência de moral, imoral é a contrariedade a ela
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São imorais ou amorais (sem trocadilho com um dos seus parceiros)?
Até quando a Sociedade vai eleger e permitir que este tipo escroto de pessoas infestem o Estado?
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Marx:
“Shakespeare, em Timon de Atenas, descreve excelentemente a natureza do dinheiro. […] O que através do dinheiro é para mim, o que eu posso pagar, isto é, o que o dinheiro pode comprar, isso sou eu, o possuidor do dinheiro.”
“Eu sou feio, mas posso comprar para mim a mais bela mulher. Logo, não sou feio, pois o efeito da feiura, seu poder dissuasor, é aniquilado pelo dinheiro. […] Eu sou mau, desonesto, inescrupuloso, estúpido; mas o dinheiro é honrado, logo também o seu possuidor. […] O dinheiro é o cérebro real de todas as coisas e como poderia o seu possuidor ser estúpido?”
Topam tudo por dinhgeiro!
Fui vetado de alguma forma.
A vantagem de ser uma civilização que controla uma das regiões agricolamente mais produtivas do planeta (as margens do Nilo) protegida por algumas das melhores defesas naturais contra invasores (deserto).
Eles passaram milênios podendo gastar esses recursos em obras faraônicas até a tecnologia naval se desenvolver a ponto de serem constantemente invadidos por outros povos.
Falta ao Tarcínico a liderança política necessária para organizar até mesmo candidaturas ao Senado em SP.
Ficou mais desmoralizado ainda, após ser preterido na sua ambição de ser candidato a presidente e acabar sendo apenas cabo-eleitoral do Rachadinha, que foi o indicado pelo ex-mito.
Tarcínico é hoje uma barata tonta, sem competência política. E tido ainda como traíra pela famiglia do ex-mito, corre risco de nem ser reeleito para o governo de SP.
Articula nada.
Articula nada
Falta ao Tarcínico a liderança política necessária para organizar até mesmo candidaturas ao Senado em SP.
Ficou desmoralizado ainda mais, após ser preterido na sua ambição de ser candidato a presidente, e acabar sendo apenas cabo-eleitoral de Flávio Rachadinha, que foi o ‘ungido’ pelo ex-mito, para surpresa de ninguém.
Sem competência eleitoral, Tarcínico é hoje uma barata tonta nas mãos de uma raposa política como Kassab.
O que a ‘famiglia’ do ex-mito espera de Tarcínico agora, é que ele arregace as mangas e comece logo a trabalhar com afinco na campanha do Rachadinha a presidente.
E tem mais: Tido como ‘traíra’ pela ‘famiglia’, se não seguir as ordens do ex-mito, corre risco de nem se reeleger para o governo de SP.
Acorda, Brasil! Presta atenção!