
Charge do Spacca (Arquivo Google)
Guilherme Balza
G1
O Palácio do Planalto decidiu entrar em campo para tentar impedir o vazamento de informações sigilosas no escândalo do Banco Master. Após uma série de queixas de líderes do Congresso e de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, orientou diretamente o ministro da Justiça, Wellington Lima, a apurar a origem dos vazamentos.
A movimentação ocorreu após uma reunião entre Gleisi e lideranças do governo na Câmara e no Senado na segunda-feira (9). O temor no entorno de Lula é que o caso se transforme em uma “nova Lava Jato”, com o uso de vazamentos seletivos para atingir alvos políticos em pleno ano eleitoral.
GESTO POLÍTICO – A decisão do governo também é um gesto político ao STF. Nos bastidores, ministros da Corte têm relatado insatisfação com a PF e a falta de controle do governo. O mal-estar aumentou após o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, entregar diretamente ao ministro Edson Fachin provas colhidas contra o ministro Dias Toffoli.
Assessores do presidente Lula citam o governo de Dilma Rousseff como um exemplo negativo a não ser repetido. Na época, a avaliação interna era que o então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, não conseguia conter a autonomia da PF, o que teria alimentado o clima político para o impeachment. Agora, o Planalto quer mostrar que está vigilante.
Apesar da orientação de Gleisi, a leitura atual no Ministério da Justiça é que o inquérito já aberto pela PF na sexta-feira (6), por ordem de André Mendonça, é suficiente por ora. No entanto, a ordem é de alerta máximo para evitar qualquer nova exposição de autoridades.
CRISE COM ALCOLUMBRE – Enquanto tenta conter os vazamentos, Lula busca apagar outro incêndio: a relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que vive seu pior momento. No fim da semana passada, Lula telefonou para Alcolumbre após o senador decidir não anular a quebra de sigilo de “Lulinha”, filho do presidente. A retaliação de Alcolumbre veio após o petista citar, em entrevista, o envolvimento do Instituto de Previdência do Amapá no escândalo do Master — reduto político do senador.
Os dois combinaram de se encontrar presencialmente esta semana para aparar as arestas. Na pauta, além da crise do Master, estão a indicação de Jorge Messias para o Supremo, a PEC da Segurança e o encontro de Lula com senadores, que está travado desde fevereiro.
LINHA DE DISCURSO – O governo Lula ainda não encontrou uma linha de discurso e de estratégia de comunicação para o escândalo do Master. A implicação de ministros do Supremo na trama dificulta uma ação mais coordenada e intensa do Planalto. Alguns ministros defendem que o governo adote uma postura mais ofensiva, buscando associar o Caso Master à direita bolsonarista. auxiliares de Lula dizem que o presidente ainda não deu uma linha de como lidar com o tema.
Há queixas no entorno de Lula com o excesso de viagens internacionais, que tiram o presidente das decisões sobre questões domésticas. A percepção é que a ausência do presidente dificulta a definição de uma linha de defesa e de um discurso claro do governo para lidar com o escândalo do Master.
A pressão para que Lula fique mais no Brasil já surtiu efeito: o presidente cancelou a viagem que faria ao Chile para a posse de José Antônio Kast, optando por permanecer em Brasília.
A propósito cadê a alma mais honesta, que se cerca de gente de cráter duvidos de todos os lados e nunca se contamina?
Se eu fosse seu assessor também teria vergonha de o mostrar por aí.
Em bom minerês, oquiqui Trump tá querendo?
https://www.cnnbrasil.com.br/politica/moraes-autoriza-visita-de-assessor-de-trump-a-bolsonaro-na-prisao/
O principal Ato Legal de um Servidor Público em quaisquer Poderes em seus Objetivos, Finalidades e Atribuições de seus Cargos e ou Empregos, é Publicar e Formalizar seus Atos Administrativos. Quando um Poder de uma Nação, principalmente o Judiciário vem impedir a Publicidade Constitucional e ainda mais vociferar, por exemplo, que o Objeto de Compra Pública de Material de uma Urna Eletrônica e os Serviços que ela vai e deve prestar são “Inauditáveis” , Confessa Gestão Temerária e Criminosa, e desde 2022 o TCU e as Instituições Públicas com Objetivos, Finalidades e Atribuições de Auditarem e Fiscalizarem a Administração Pública silenciaram diante desse Crime contra a Administração Pública pois todos os Poderes em todos os seus Espaços de Compra de Material e Prestação de Serviços tem a Obrigação Legal de ser Auditado, não existe na Administração Pública, Poderes ou Agentes Públicos “Inauditáveis”, todos tem que ser Fiscalizados e Auditados por seus Atos Administrativos. Hoje o Brasil assiste o quanto os Organismos de Auditoria e Fiscalização da Administração Pública permitiram que o Brasil chegasse a este Estágio de Organização Criminosa dentro de todos os Poderes, Impunemente e Criminosamente e pelo visto a lama corre solta desde Brasília e invade Estados e Municípios (Quando vão fazer uma Auditoria Especial nos Fundos Previdenciários de todos os Estados e Municípios diante do Roubo do INSS ?) , não existe essa coisa de INAUDITÁVEL na Administração Pública e quem não permite ser Fiscalizado ou Auditado ou dar Publicação de seus Atos é Confessadamente um Gestor Temerário e Criminoso. A Constituição e o Ordenamento Jurídico e Administrativo dos Poderes da União, Estados e Municípios em seus Cabedais Jurídicos tem Instrumentos que provam o que falo, o mais, á a Desmoralização da Justiça, do Direito, da Administração, dos Poderes , da Constituição e da Nação mais viável do planeta que hoje respira a fedentina que brota desde a Praça dos Podres Poderes em Brasília.