Para se candidatar, Simone Tebet sai do MDB, mas no partido ninguém sentirá falta

Tebet: O Brasil não só tem tudo pra dar certo, como vai dar certo — Secretaria de Comunicação Social

Simone Tebet será uma ausência que preenche uma lacuna

Vicente Limongi Neto

É preciso ter grandeza para fazer política. Mas nem todo mundo entende isso. Simone Tebet deixa o MDB. Não fara a menor falta. Não deveria nem ter entrado no partido de Ulysses Guimarães, José Sarney, Mário Covas, Teotônio Vilela e Renan Calheiros. Como ministra do Planejamento, foi zero à  esquerda e à direita.

Simone cospe no prato que comeu e se lambuzou. No MDB, Tebet ganhou visibilidade. Que sirva de lição para o partido, que precisa passar a ser mais seletivo em suas escolhas.

A REBOQUE – Com mais de 800 prefeituras, não pode ficar eternamente a reboque do PT que tem menos de 300 prefeituras. O MDB precisa manter a dignidade e a grandeza, conquistadas em lutas democráticas.

Arrogante, dissimulada e pretensiosa, Simone Tebet foi para o PSB. Com apenas 15 prefeitos dos 645 em São Paulo. Não aparece nem com traço nas pesquisas para o senado. Mostra o que sempre foi.

Nas eleições para presidente do Senado, Renan Calheiros era o virtual eleito. Tebet disputou com Renan e perdeu na votação da bancada. No plenário, traiu Renan, que acabou perdendo para Davi Alcolumbre. O PSB, ao abrigar Simone Tebet, ganhou oceânico presente de grego. Bom proveito.

ELES TAMBÉM ACHAM… – Escrevi na Tribuna e reitero que, sem Neymar na seleção, o hexacampeonato fica ainda mais difícil.
Fico contente porque craques sem aspas, que deram glórias ao Brasil, como Romário, Ronaldo Gaúcho e Djalminha, também são taxativos e dizem que, sem Neymar, é melhor o Brasil nem ir  à Copa do Mundo.

9 thoughts on “Para se candidatar, Simone Tebet sai do MDB, mas no partido ninguém sentirá falta

      • E isso faz o Sr. se sentir melhor?

        Essa sua afirmação, já não cola mais, a direita tá olhando a esquerda pelo retrovisor.

        Lembre que a direita está há só quatro anos, isso sem contar as igrejas evangélicas.

        AGUARDO PELA GATUNAGEM DO PRIMEIRO TRILHÃO.

        Um abraço,
        José Luis

  1. Tão longe, tão perto, duração da guerra do Irã pode decidir eleições no Brasil

    Para se reeleger, Barba precisa ficar esperto, o tempo fechou

    A Operação Fúria Épica parece distante de um fim próximo, embora concebida para durar poucos dias. O nó górdio da guerra é o bloqueio do Golfo de Ormuz, controlado pelo Irã

    Neste ano eleitoral, há três fatores imponderáveis para os humores da sociedade:

    – O desfecho do escândalo do Banco Master, em relação à credibilidade das instituições;

    – A prisão em regime fechado do ex-mito, com suas recorrentes internações por problemas de saúde;

    – E a guerra do Irã, com forte impacto no preço dos combustíveis e, consequentemente, na inflação.

    O primeiro favorece uma candidatura outsider, o segundo a de Flávio e, o terceiro, qualquer um dos dois ou um candidato de “terceira via”.

    Ou seja, para se reeleger, Barba precisa ficar esperto, o tempo fechou.

    (…)

    Fonte: Correio Braziliense, Política, 22/03/2026 – 10:50 Por Luiz Carlos Azedo

  2. Maizena (Novo) renuncia ao governo de MG para se candidatar a presidente

    Mateus Simões (PSD) é o chefe do Executivo estadual a partir deste domingo (22). Ele é apontado como possível candidato a governador do estado.

    G1, BH, Minas Gerais, Política, 22/03/2026 11h47

  3. Tebet, Trump e Ancelotti

    Superaram o estágio de DOIDOS DE REBOLAR PEDRA.

    Ultrapassaram o Nirvana (e o Silverchair…)

    Assim são chamados aqui no Ceará:

    DOIDOS DE REBOLAR BOMBA NUCLEAR EM FURACÃO.

  4. Forasteira como Tarcínico

    Simone Tebet ao Senado em SP bagunça planos dos bolsonaristas

    A confirmação do nome da ministra do Planejamento, Simone Tebet, como candidata ao Senado por São Paulo, na chapa do PT de Fernando Haddad, bagunçou ainda mais a coligação do PL no maior colégio eleitoral do País.

    Se já não havia consenso entre bolsonaristas sobre o segundo postulante ao Senado no Estado, uma ala do PL agora defende que a vaga seja ocupada por uma mulher de perfil mais moderado.

    O primeiro nome da direita para o Senado é o deputado federal Guilherme Derrite (PP). Por isso a ideia de um nome feminino.

    A ideia tem potencial de intriga.

    Afinal, a disputa já envolve outros três postulantes: o vice-prefeito de São Paulo, coronel Mello Araújo (PL), que não tem o apoio do ex-mito, e os deputados Ricardo Salles (Novo) e Mário Frias (PL), que não contariam com a simpatia dos filhos do ex-presidente.

    Para complicar mais, dizem que Dudu Bananinha ainda não desistiu de concorrer.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, 21/03/2026 | 05h30 Por Roseann Kennedy e Leticia Fernandes

    (Tarcínico não entrou na discussão porque continua sendo também um forasteiro no Estado de SP, que pouco conhece. É “um estranho no ninho”)

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