Polarização se eterniza, decretando o fim de amizades e até de relações familiares

Charge: Polarização. - Blog do AFTM

Charge do Cazo (Blog do AFTM)

Vicente Limongi Netto

Pena que exista tanta gente, a grande maioria com boa-fé e honesta, que perda tempo e jogue fora amizades fraternas e até familiares, por causa de políticos e partidos. É o fim da picada.

São profissionais malandros da politica, voltados exclusivamente para seus interesses pessoais. Não fazem a menor ideia quem são seus admiradores, de onde vieram e quais os nomes daquelas entusiasmadas pessoas que passam a vida na internet defendendo alguns deles.

DESPREZO – Se por acaso o dedicado admirador encontrar na rua ou no restaurante algum politico que tanto defende e briga por ele, com ardorosa paixão, saiba que não vai merecer a menor atenção daquele político. Tirar selfie com ele, nem pensar. É capaz até de ser agredido pelo segurança.

Nessa linha, devo dizer que acho enfadonho, perda de tempo, desgaste puro e irritante, o  costume de seguir, compartilhar pessoas ou grupos que adoram clicar para os outros ofensas de políticos para desafetos, piadinhas ou insultos infames, ameaças próprias de valentões de araque.

Me poupem. Quando quero concordar ou discordar de algum texto que entra nas minhas redes procuro ser breve no meu comentário.  Não alimento apetites alheios de rancor, ódio ou intolerância. 

17 thoughts on “Polarização se eterniza, decretando o fim de amizades e até de relações familiares

  1. Recomendo em princípio, a leitura dos clássicos.
    Digo: “em princípio”,pois é tese.
    Bozos não partilham do gosto da leitura.
    Não há lógica.

  2. Ainda não ouvi dizer que algum petista ganhou um Nobel de Literatura.
    Enquanto isso o patrono deles recebeu o alcunha de Apedeuta.
    Até jornalista da Folha se refere a ele como ‘anacrônico’.

    • Significado de Anacrônico
      adjetivo
      Que não obedece a sucessão normal do tempo; contrário à cronologia.
      Que se opõe ao que é cronológico, à ordem natural dos acontecimentos.
      Que não se adapta aos usos ou aos hábitos de uma época; obsoleto.
      Contrário ao que é moderno; antiquado, retrógrado: pensamento anacrônico.
      Etimologia (origem da palavra anacrônico). A palavra anacrônico deriva da junção de anacronismo e do sufixo -ico.

      Sinônimos de Anacrônico
      Anacrônico é sinônimo de: antiquado, obsoleto, retrógrado, antigo, arcaico, passado, desusado, desatualizado, primitivo, pretérito

  3. A Terra é plana.

    Quem tomar a vacina vai virar jacaré.

    quer resolver o saneamento, faz co** dia sim dia não.

    Teria muitas outras pérolas, mas fico por aqui.

    Pimenta nos olhos dos outros é refresco.

  4. DESPREZO – Se por acaso o dedicado admirador encontrar na rua ou no restaurante algum politico que tanto defende e briga por ele, com ardorosa paixão, saiba que não vai merecer a menor atenção daquele político. Tirar selfie com ele, nem pensar. É capaz até de ser agredido pelo segurança.

    Na mosca…!!!

    Fechou o Bingo…!!!

    Tragam um Oscar para o Sr. Limongi….

  5. Dez anos depois, Eduardo Cunha diz uma verdade sobre o impeachment

    Ex-deputado abriu caminho para ascensão do bolsonarismo

    Eduardo Cunha disse uma verdade. O fato, por si só, já mereceria registro. Neste caso, ajuda a pensar os rumos do país na última década.

    Em entrevista ao jornal mineiro O Tempo, o ex-deputado afirmou que a derrubada de Dilma Rousseff abriu caminho para a ascensão do bolsonarismo.

    “Se eu não tivesse feito o impeachment, não teria existido Bolsonaro presidente da República”, sentenciou Cunha.

    Cunha perdeu o poder, mas não perdeu a pose. Imodesto, apresentou-se como precursor de “todos os expoentes da direita que aí estão”.

    Em provocação a Nikolas Ferreira, disse que muitos ainda usavam fraldas quando ele comandou a cassação da ex-presidente. “Tudo é fruto do meu ato. Sem o meu ato, nada teria ocorrido”, jactou-se Cunha.

    É duro admitir, mas o fundador da Jesus.com tem razão. O impeachment de Dilma implodiu os pilares da Nova República e destampou o bueiro do extremismo.

    O pacto de convivência democrática deu lugar à radicalização. O discurso de ódio se alastrou nas ruas e nas redes.

    Na sessão que abriu o processo contra a petista, um deputado do baixo clero (Jair Bolsonaro) se projetou ao exaltar a ditadura e dedicar o voto a um torturador. Dois anos depois, ele subiria a rampa para receber a faixa presidencial.

    As cenas de 17 de abril de 2016 ainda impressionam. Na Esplanada, uma barreira de chapas de aço separou manifestantes contra e a favor do impeachment. O muro foi desmontado, mas a sociedade permaneceu dividida.

    Na entrevista desta segunda, Cunha reconheceu que as pedaladas fiscais foram apenas um pretexto para derrubar Dilma. Sem corar, ele disse que a ex-presidente caiu porque perdeu apoio popular e não se dobrou às pressões do Congresso.

    “Ela fingia que dava e não dava. Ela tratava com os partidos e não conseguia ou não queria cumprir. Então, na verdade, os deputados e senadores não queriam mais o governo do PT”, resumiu Cunha.

    Dez anos depois, o chefão do impeachment tenta voltar à cena. Livre das penas por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, quer se eleger deputado pelo Republicanos de Minas Gerais.

    A estrela do partido no estado é o senador Cleitinho, que se opõe ao plano. Em agosto passado, ele perguntou à plateia de um comício em Belo Horizonte: “Vocês vão ter coragem de votar num vagabundo desse?”.

    O Globo, Política, 17/04/2026 00h01 Por Bernardo Mello Franco

    Texto de leitura relevante.

  6. “Não alimento apetites alheios de rancor, ódio ou intolerância”

    Parabéns, é bom rever comportamentos. Recentemente você destilava rancor contra o “gado bolsonarista” nos seus comentários políticos.

  7. Pragmatismo Político.
    O pragmatismo político baseia-se na efetividade imediata, rejeitando a primazia da ideologia. Os políticos de princípios, praticantes de relevantes projetos de longo prazo, com uma carreira honesta, são as exceções. Assim, as regras políticas maleáveis são válidas para a maior parte de seus praticantes, como a experiência diária nos mostra. E assim eles seguem os mandamentos inseridos abaixo.
    1. Acredite na prática como a base do comportamento humano. Ofereça soluções simplistas para problemas complexos.
    (Mais do que ideais e concepções elaboradas, o político pragmático acredita, com razão, que as pessoas são governadas pela necessidade imediata de sobrevivência e aspirações materiais e em relação a elas, ele dirige sua percepção e faz suas ofertas).
    2. Saiba que as pessoas são vulneráveis a propaganda bem montada e persistente.
    (O protótipo do político nazista, Joseph Goebbels, disse: « Uma mentira, repetida cem vezes, se torna uma verdade »; e mostrou, convencendo a maioria dos alemães de seu tempo que eles eram os melhores«. É uma lição da qual o político é aprendiz). As redes sociais ajudam muito a disseminação da autopropaganda, concomitante com a propaganda negativa de seus adversários.
    3. Esteja ciente de que a demagogia não é uma perversão, mas um jogo diplomático.
    (Em busca de popularidade ou poder, o político aplica demagogia, sem remorso, porque a considera um recurso válido, usando clichês e slogans vazios: “estabelecer um inimigo”, “tornar o país grande”, “justiça e benefícios para todos”, “culpar imigrantes”, “Deus acima de tudo”, “culpar o fascismo ou comunismo”, “morte aos bandidos”, “loas às pautas identitárias”, “ser contra o sistema vigente”… )
    4. Pratique uma memória flexível e casuística, adequando-se ao momento atual, capaz de esquecer os ex-oponentes que de repente se tornaram aliados úteis.
    (A memória do político é pragmática e aleatória: depende do momento. Do mesmo modo, ele é indulgente consigo mesmo e apaziguado, permite que ele durma serenamente).
    “Políticos honestos permanecem como exceções”
    5. Seja realista, atento aos eventos, e não aos princípios idealistas.
    (O que aconteceu, por um lado, e o que poderia acontecer, por outro, são os limites funcionais do comportamento do político; sem preceitos morais desconfortáveis, que dificultam o jogo livre para aproveitar as oportunidades).
    6. Esteja ciente de que o sucesso ou o fracasso são medidos no campo dos fatos do que é realmente realizado (ou imaginado).
    (O político « vê » sua conquista ou decepção. Tudo acontece com ele na vida. E para atingir seus objetivos, ele até recorre a fazer uma modificação total de seus programas e conduzir seu mandato que vai de um lado para outro. O político fiel às suas ideias e consistente com sua honestidade pessoal é raro. A carreira do político é sua existência; ele não tem o consolo do artista e do escritor: ser valorizado pelas gerações futuras).
    7. Prometa tudo o necessário nos tempos das eleições; você verá depois como explicar a não conformidade.
    (O ditado popular cai bem: « Ofereça mais do que candidato nas eleições ». E então, diante da fraude do seu fracasso, exponha a fantasia oportunista: crie um inimigo do país, culpe o passado, culpe um desastre natural, fale de um déficit nas finanças públicas, em termos incompreensíveis para o público. Por outro lado, o político percebe que a honestidade não é um valor absoluto, mas uma apreciação subjetiva e circunstancial).
    8. Ofereça-se para respeitar a Constituição; e então, com a ajuda de figuras que têm poder, modifique-a.
    (O político não tem boas relações com a Constituição (e seus guardiões), o que é sempre um obstáculo aos seus planos e propósitos. De qualquer forma, ele preferiria se comportar com critérios oportunistas e não vinculado a uma camisa de força legal. É por isso que, uma vez no comando, ele nomeia ou apoia um grupo de aliados, bem recompensados, para modificá-la, com a cumplicidade do legislativo e o espanto dos cidadãos esclarecidos).
    9. Alcance a sobrevivência na política, até transformá-la em uma profissão que fornece seu sustento (e sua fortuna).
    (O político se torna profissional, a tal ponto que, quando perguntado qual é o seu ofício, ele tem que responder: política. É uma profissão que geralmente é praticada em um partido político; claro que isso é inerente a uma democracia. Mas os partidos políticos muitas vezes se tornam feudos, áreas de arrecadação de dinheiro, presidentes de partidos eternos. De qualquer forma, o político vive para sempre, misteriosamente, de sua profissão « »).
    10. Lembre-se de que o poder alcançado deve ser preservado e até perpetuado por todos os meios possíveis.
    (Isso é particularmente válido para o político que se torna governante. Uma vez fortalecida, a tentação de permanecer no cargo para sempre é dominante. É visto em muitos presidentes e donos de poder, o que já é comum. A chave é nomear um conjunto de indivíduos que o apoiem, bem recompensados e que busquem trair o princípio constitucional da alternância democrática).

  8. Sr. Limongi

    Tirando o José Sarney e o Fernando Collor, estamos quase 40 anos rodando, rodando e não saindo do lugar….

    Ladrão = FHC = Bolsonabos…

    Enquanto não tiver um nome para furar essa polarização, só vamos ter sossego depois da partida do Ladrão para a Churrasqueira do Juizo Infernal…

    Quem sabe depois da partida do Ladrão o Pais caminha para a normalidade….

    aquele abraço

  9. A culpa da maçã.
    Consta que Isaac Newton repousava a sombra de uma macieira onde proferiu o Eureca. Uma maçã havia lhe caído na cabeça. Criador da lei da gravitação universal da matéria, onde a matéria atrai a matéria na razão direta das maças e na razão indireta no quadrado das distâncias.
    Se Dom $talnacio tivesse visto, teria roubado a maçã antes que caísse e não teríamos os conhecimento do Newton.
    Ele roubava maçã desde menino.

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