Investigadores veem simulação na venda do Master para facilitar fuga de Vorcaro

6 thoughts on “Investigadores veem simulação na venda do Master para facilitar fuga de Vorcaro

  1. A cena da “simulação” não tinha o Michel “Tem que Manter isso aí, Viu” assessorando?

    E que pode ter sugerido a ‘brilhante’ idéia do simulacro no qual se meteram todos?

    • A cena da “simulação” da venda não tinha a assessoria de ‘alto nível’ de Michel “Tem que Manter isso aí, Viu”?

      E não teria sido ele quem deu a ‘brilhante’ ideia do simulacro da venda, inclusive para Emirados, no qual se meteram todos?

  2. Assisti a entrevista do presidente da Câmara Hugo Motta ao Estúdio I pilotado pela jornalista Andreia Sadi.
    Os políticos são extraordinários na arte da mentira.
    Motta mentiu em todas as perguntas formuladas, deu para perceber o seu desconforto quando perguntado sobre a liquidação do Banco Master e a prisão do dono do banco, o Sr. Vorcaro. O BRB, banco de Brasília, botou nessa arapuca 16 bilhões do dinheiro público. O governador Ibaneis Rocha do PL, não sabe onde enfiar a cara.
    O Rio Previdência, fundo dos Servidores Estaduais investiu 1 bilhão no Master. O governador Cláudio Castro entrou na muda, preocupado.
    Será que tem mais algum governador ou prefeito nessa dilapidação do dinheiro público?

    Está explicado o esforço do Derrite, capacho do Tarcísio, em submeter a Polícia Federal aos caprichos dos governadores e o aval deles para qualquer operação nos Estados.

    Evidências de que o mundo político sabia o que está a por vir.

  3. Caso Master

    Liquidação do banco e prisão de Vorcaro não encerram o escândalo

    Muita gente deve explicações e esclarecimentos sobre o escândalo – a começar pelo próprio Banco Central, sob cuja supervisão o Master atuou com temeridade gritante.

    Outra entidade que precisa dar explicações é o BRB. Mesmo sem ter a necessária autorização da Câmara Legislativa do Distrito Federal (DF) para o negócio com o Master, o BRB anunciou a transação em março deste ano alardeando que se tratava de uma excelente oportunidade.

    Somente em agosto, e por determinação da Justiça, os legisladores do DF deram seu parecer sobre um negócio estimado em R$ 2 bilhões. Àquela altura o BC já vinha, semanas a fio, avaliando a propriedade do negócio, que vetaria no mês seguinte. Notícias sobre atividades obscuras envolvendo o Master pululavam na imprensa.

    Ainda assim, a Câmara do DF levou apenas uma tarde para aprovar a compra do Master pelo BRB. Consta em Brasília que Vorcaro tem excelentes relações com poderosos membros do governo local e do Congresso Nacional, como o senador Ciro Nogueira e com o deputado Arthur Lira.

    Agora, a investigação da PF e do Ministério Público Federal revela que tudo é muito pior do que parecia ser. Indícios de que o Master vendeu R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito inexistentes ao BRB foram descobertos.

    Além disso, o banco de Vorcaro entregou documentos falsos ao BC, numa tentativa de tornar justificável a operação com o banco público do Distrito Federal.

    Tudo sugere que a compra do Master pelo BRB faria parte de uma encenação para encobrir fraudes bilionárias do banco de Vorcaro. Como o BC vetou o negócio com o banco público, o Master tentou então uma salvação por meio de um consórcio formado pela Fictor Holding Financeira e um grupo de investidores árabes desconhecidos.

    O arranjo suspeitíssimo felizmente teve vida curta. Menos de um dia depois, a PF prendeu Vorcaro e o BC anunciou a liquidação do Master.

    O crescimento vertiginoso do Master ocorreu por meio de uma estratégia bastante temerária.

    O banco oferecia produtos bancários, como CDBs, com rendimentos muito superiores aos do mercado como um todo, usando o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) como chamariz.

    Ocorre que todo e qualquer investimento, por mais seguro que seja, envolve riscos e, na prática, o que o Master fez foi usurpar o FGC.

    O banco de Vorcaro usava os recursos dos investidores para fazer seus negócios nebulosos contando com o apoio do fundo, como se fosse o parente que gasta o dinheiro do aluguel sabendo que os demais membros da família economizaram recursos para pagá-lo.

    Foi só após o Master ter se transformado num risco excessivo para o FGC que as regras de contribuição dos associados ao fundo foram endurecidas.

    Agora, só resta esperar que todo e qualquer ente público com negócios com o Master, especialmente após a negativa ao acordo com o BRB, seja investigado.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 19/11/2025 | 03h00 Por Editorial

  4. Senhor Carlos Newton , porque até agora não se apurou a verdadeira responsabilidade direta do governador de Brasília Ibaneis Rocha , nesse imbróglio de ” trambicagens , golpes , roubos ” financeiros uma vez que que ele nomeiou presidente afastado do BRB , Paulo Henrique Costa , negociou junto ao parlamento a aprovação de sociedade do BRB x Banco Master , autorizou e aprovou uma transação fraudulenta de 12 bilhões de reais , sendo que a imprensa sequer falam dessas peripécias criminosas do governador de Brasília Ibaneis Rocha , são por essas e outros que os parlamentares Brasileiros querem afastar a ” Polícia Federal do Brasil ” , de seus calcanhares deixando-os livres para continuarem roubando o dinheiro público , contando com a parte podre do poder judiciário do país .

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