Ministro Marco Aurélio Mello enfrenta Fux e quem mais estiver pela frente

TRIBUNA DA INTERNET | Marco Aurélio extrapolou e infringiu o Regimento  Interno do próprio Supremo

Marco Aurélio diz que não deixará agressão sem resposta

Vicente Limongi Netto

Discussão polêmica, a soltura do traficante André do Rap. Contudo, serve para enfatizar a fragilidade do sistema jurídico brasileiro. O ministro Marco Aurélio de Mello não pode ser satanizado por esse incidente. O embate prosseguirá. Em campo, aves de todas as espécies. Estudiosos, juristas legítimos, palpiteiros arrogantes, patrulheiros venais e hipócritas adoradores de holofotes fáceis. Nessa linha, é de bom tom que não se insista em jogar o ministro Marco Aurélio Mello contra a parede da vilania. 

Continuará retrucando insultos no tom que o assunto exigir. “Se alguém errou, não fui eu”, salientou no magnífico voto, no STF, sobre o habeas corpus que deu.

RIGOR DA LEI – O novo decano da Suprema Corte não tem vocação para bode expiatório. Marco Aurélio em seus votos, segue os rigores da lei. Tem couro duro para aguentar e retrucar carpideiras, pseudos paladinos e donos da verdade.

Lembrou no voto, cuja sessão plenária ficará nos anais da história do STF, que “paga-se o preço por viver em Estado de Direito”.

Classificou o ministro-presidente da corte, Luiz Fux, de “autoritário”, “tutor e curador”, por cassar o habeas corpus que concedeu ao traficante. Por fim, Marco Aurélio afirmou que não se acha no banco dos réus pela polêmica decisão. O assunto ainda vai render.

DINHEIRO NA CUECA  – O chamado “Novo Senado” cada vez mais desmoralizado. O senador Chico Rodrigues, flagrado com dinheiro nas nádegas, é notável membro da venal e hipócrita “nova política” apregoada pelo governo Bolsonaro.

Além disso, é aliado de primeira hora do senador Davi Alcolumbre. Para fechar com sucesso o script da imunda e explícita nova política, agora só falta reeleger o roliço e nefasto Alcolumbre para a presidência do Senado, de maneira totalmente ilegal, sem reforma da Constituição.

LEMBRANDO HAVELANGE – O novo e belo livro do escritor e jornalista Silvestre Gorgulho, cujo próximo lançamento foi destacado por Carlos Newton aqui na TI, desta vez brindando os leitores sobre os 80 anos de Pelé e suas histórias com JK, tem prefácio de outro craque: do ex-presidente da Fifa, João Havelange, que acompanhou a produção do livro e escreveu o prefácio.

Assim como a dupla de homenageados por Gorgulho, Havelange também deixou legado de glórias e sucesso, ao futebol brasileiro e mundial. Como presidente da então CBD, o Brasil conquistou três títulos mundiais de futebol. Presidiu a Fifa por 25 anos. Tornou a entidade numa potência financeira e esportiva. Deixou a Fifa com mais países filiados do que a ONU. Uniu o mundo, raças e nações, pelo futebol. Foi condecorado por reis, presidentes e rainhas. Um brasileiro mundialmente reconhecido. 

Na política é raro acontecer pedido mútuo de desculpas, como fizeram Guedes e Maia

Guedes e Maia marcam encontro após semana de atritos - Jornal O Globo

Ao se reconciliarem, Maia e Guedes deram o bom exemplo

Vicente Limongi Netto

É cativante a boa ação política. Aquele que une sempre está somando e estimula grandezas de atitudes. Nesse sentido, louvores para o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, e o ministro da Economia, Paulo Guedes pelos pedidos mútuos de desculpas. Entre mortos e feridos, salvou-se o interesse público. É preciso igualmente registrar, por justiça aos fatos, a participação do senador Renan Calheiros na vitoriosa equação.

O jantar foi na casa de uma figura neutra, ministro do TCU, Bruno Dantas, ex-consultor do Senado, cuja indicação para o Tribunal de Contas foi defendida por Calheiros. O ex-presidente do Senado e do Congresso por 4 legislaturas, não aparece nas fotos que selaram a paz entre Maia e Guedes. Renan deixa isso para amadores.

REGUFFE E CRISTOVAM – Não creio que um possível recuo do senador Reguffe, candidatando-se a reeleição em 2022, contrariando promessa de campanha, sofra arranhões na sua trajetória política (coluna Eixo Capital – Correio Braziliense, 6/10).

Patético, ridículo, melancólico e inacreditável, será Reguffe admitir ser descaradamente usado para fortalecer candidatura do medíocre, caquético, pretensioso e arrogante Cristovam Buarque, que já foi reprovado pelo eleitor nas últimas eleições. Xô, Cristovam!

BERARDO CABRAL – A Constituição chega aos 32 anos. Promulgada no governo Sarney.  Legado histórico, expressivo e significativo que, a seguir, empossou Collor de Mello. Uma curta mas profícua gestão, de um jovem idealista arrancado do cargo por orquestração de maus cidadãos. Contrários a um Brasil progressista e moderno.

A Carta Magna orgulha o Brasil e os brasileiros. Muitos trabalharam com empenho e denodo na elaboração do documento. Porém, nenhum parlamentar se dedicou mais aos afazeres da futura Constituição do que o relator-geral da Assembleia Constituinte, o deputado amazonense Bernardo Cabral. O Brasil deve muito a este autêntico patriota.

BOCEJOS INFINITOS – O Brasil está atingindo a pavorosa marca de 150 mil pessoas mortas pelo covid. Bolsonaro e áulicos continuam afrontando o bom senso e as recomendações das autoridades da saúde.

Faz questão de flanar pelo Brasil desprezando o uso da máscara. Prefere, pateticamente, estimular a burrice, a imprudência e a estupidez. Deus castiga. 

O bocejo da pandemia é assustador. Sem compaixão. Para alguns evapora energias. Requer vigilância dobrada. O bocejo afronta pálpebras. Estremece ouvidos. Amedronta almas. Zomba dos braços. Desafia sentimentos. Esmorece sobrancelhas. Enfrenta silêncios.  Entristece os olhos. Empalidece rostos. Soluça corações.  Risca cílios. Passeia nas costas. Fragiliza pernas. Arde dedos. Aperta ombros. Sacode o peito. Espanta a testa. Magoa o dia. Espreme a virilha. Recolhe o amor e assusta os namorados.

Zona Franca de Manaus é um polo industrial vitorioso que beneficia a Amazônia e o país

Arthur Virgílio, prefeito de Manaus, está hospitalizado com coronavírus. – Blog do Expedito Peronnico

Boicotar a Zona Franca é um grave erro, afirma Virgilio

Vicente Limongi Netto

A Zona Franca e o Polo Industrial de Manaus sempre foram alvos dos apetites doentios de maus brasileiros. Escória eternamente desapontada com os benefícios sociais, econômicos e ambientais que o vitorioso modelo trouxe à região. Volta e meia, durante a tramitação de alguma reforma que o governo manda para o Congresso, parasitas tentam solapar a Zona Franca.

Nesse sentido, o prefeito Arthur Virgilio Neto permanece vigilante, altivo e firme, defensor dos interesses da Zona Franca.

INCOMPREENSÃO – Como deputado federal, ministro de Estado e senador, jamais permitiu canalhices contra o modelo. No Senado, a voz de Arthur Virgilio Neto ecoava como sentinela do bem. Nunca se intimidou com ameaças dos prepotentes.

Arthur admite que fica deprimido quando nota que pessoas de currículos admiráveis não conseguem sentir que o futuro brasileiro passa necessariamente pela Amazônia, pela parceria que levaria a resultados sociais e econômicos formidáveis.

Ele não aceita a atitude canhestra de misturar o joio e o trigo, como se fosse justo cortar, de hora para outra, todos os subsídios, os bons e os ruins, sem atrair consequências graves para o país.

PARCERIAS CORAJOSAS – Segundo o prefeito de Manaus, a Zona Franca precisa de apoio e não de algozes. “Buscamos parcerias corajosas que saibam explorar a rica biodiversidade à disposição de quem for lúcido e ambicioso por um Brasil equânime. Precisamos de reformas e investimentos em infraestrutura, que possibilitem a preparação efetiva para a quarta revolução industrial”.

Arthur Virgilio Netto manifesta confiança nas ações dos parlamentares do Amazonas. “Eles saberão articular saídas hábeis. Argumentarão com o peso de quem conhece a face verdadeira da moeda. Não se curvarão aos preconceitos nem a opiniões equivocadas e monoliticamente encrustadas em alguns parlamentares, e temos o dever de alertá-los sobre o erro de combater a Zona Franca”, finaliza.

UM GRANDE REITOR –  Por má-fé e cinismo, sacripantas deixam de salientar que Azevedo também era graduado pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) em Mestre e Doutor em Fisica, Mestre em Engenharia Nuclear e Mestre e Arquitetura e Engenharia Naval.

Não é preciso raciocinar muito para constatar, portanto, que os desafetos de Azevedo não tinham e não têm gabarito intelectual para insultá-lo nem colocar em dúvida sua competência. Azevedo deixou a UnB sem dívidas e respeitada no Brasil e no exterior. Cresçam mentalmente e espiritualmente antes de jogar as patas em José Carlos Azevedo.

Por fim, agradeço as mensagens enviadas e que reconhecem a importância desse magnífico reitor.

O ministro demitido pelo telefone perdeu uma oportunidade de se recolher à sua insignificância

Verde: a cor nova do comunismo: Aquecimento global não tem fundamento  científico diz ex-reitor da UnB

José Carlos Azevedo, um exemplo de reitor

Vicente Limongi Netto

A pretexto de bajular a reitora reeleita da UnB, Márcia Abrahão Moura, o desprezível e sábio de plástico Cristovam Buarque desmereceu, em torpe artigo no Correio Braziliense do dia 22, a importância de reitores nomeados, afirmando, com rigorosa má-fé, que “o reitor imposto faz o trabalho acadêmico fenecer, no lugar de florescer”.

Discordo, enfaticamente, do grotesco Buarque.  Cristovam é aquele que Lula demitiu do MEC, pelo telefone. José Carlos Azevedo, por exemplo, foi honroso vice-reitor e depois reitor nomeado da UnB. Cristovam não tem competência para engraxar os sapatos do saudoso Azevedo.  Que administrou a universidade com esmero e competência. Deixou a UnB com dinheiro sobrando. Imóveis da instituição valorizados. Com a imagem da UnB respeitada no Brasil e no exterior.

UM SUPER-REITOR – Azevedo criou cursos, abriu centros de ensino. Ampliou o acervo da Biblioteca. Promoveu seminários e congressos com a participação de renomados intelectuais, brasileiros e estrangeiros. Contratou professores expressivos.  Foi Azevedo que criou a editora da instituição, com lançamentos de obras ainda hoje procuradas pelo mundo acadêmico. 

Azevedo era homem de diálogo. Mas não admitia badernas. Não se intimidava com conspirações de pseudos letrados, fantasiados de pretensiosos mestres. Incentivava e valorizava aqueles realmente devotados ao ensino e ao crescimento intelectual dos alunos. Nessa linha, como reitor, enfrentou e desmascarou farsantes e paladinos de meia pataca. O legado e a memória de Azevedo, como professor, militar e intelectual, precisam ser respeitados. 

ALCOLUMBRE, O FARSANTE – Quem participa e acompanha a valorosa e independente Tribuna da Internet, sabe que faz tempo que destroço, com argumentos jurídicos e político, mais uma farsa do roliço Davi Alcolumbre, insistindo ser reeleito presidente do Senado e do Congresso.

Nessa linha, julgo saudável e aplaudo, que alguns senadores que apoiaram a sessão fraudulenta de fevereiro de 2019, que alijou Renan Calheiros da disputa pelo cargo, estão, agora, contra a recondução de Alcolumbre e do lado da Constituição. A verdade e o bom senso haverão de prevalecer.

ANEDOTÁRIO INTERNACIONAL – O discurso de Bolsonaro na ONU ficará no anedotário internacional. Foi ruim, semelhante ao do ano passado. Segundo ele, a imprensa politizou a covid-19, que chamou de “gripezinha” e já matou 140 mil brasileiros.

E mais: as queimadas no Pantanal e na Amazônia são “inevitáveis”, arengou. E para completar alegou ser vítima de agressões internacionais para derrubá-lo do poder.

Por fim, aposentados, pensionistas e a torcida do Flamengo estão unidos e otimistas. Juntarão suas economias para mandar Paulo Guedes morar em Vênus, onde dizem que há sinais de vida. Já irá tarde.

Senador Lasier Martins, ex-aliado, rompe com Alcolumbre e diz que reeleição é “imoral”

Eleito pelo PDT, Lasier foi perseguido e entrou no Podemos

Vicente Limongi Netto

Os impolutos senadores David Alcolumbre e Lasier Martins, em fevereiro de 2019 eram carne e unha. Tomados por notável fervor cívico, participaram da sessão fraudulenta que afastou o senador Renan Calheiros da disputa pela presidência do senado. Nessa linha, com apoio de outros senadores paladinos de barro, a farsa coletiva elegeu David Alcolumbre.

Agora, Lasier e Alcolumbre romperam o casamento que parecia eterno e feliz. Em artigo ao Correio Braziliense( 16/9), o gaúcho Lasier considera a “reeleição de Alcolumbre ilegal e imoral”.

TUDO ERRADO – O Senado fede. O enredo sucessório é pornográfico. A decantada “nova política” derrete-se na hipocrisia, interesses pessoais e subalternos. Tenho ânsia de vômito.

Renan Calheiros é forjado em lutas. O ex-presidente do Senado foi internado no Sírio-Libanês em 9 de setembro e operado para a extração de um tumor no rim direito. Vai tirar de letra mais essa adversidade. Breve retornará a suas atividades. Amigos e admiradores ficam orando por ele. Deus sempre no comando.

UMA NOVA CBF – Bons e saudáveis ventos continuam iluminando os rumos da CBF. Nessa linha, o presidente da entidade, Rogério Caboclo prossegue modernizando, social e financeiramente, os segmentos do futebol pentacampeão.

Caboclo definiu nomes para comandar o futebol feminino. Ex-atletas com currículos vitoriosos. Aline Pellegrino, para diretora de Competições Femininas, e Duda Luizelli, para coordenadora de seleções femininas. 

Outra decisão bem-vinda do presidente Caboclo: os prêmios e diárias dos convocados, masculinos e femininos, passarão a ter os mesmos valores. Todos lutam pelos mesmos objetivos. Representam o Brasil. Merecem os mesmos direitos.  É o fim da discriminação.

USE A MÁSCARA – O uso da máscara é exortação pela vida. É a pregoeira do bem. A voz dos anjos. Portadora do carinho. Preserva o futuro. Porto seguro do belo. A máscara embala bons fluídos. Amedronta o desespero. Protege gerações. É o acalanto do sorriso. A melodia do coração. Segurança da boa energia. Aliada poderosa. Cores e tamanhos variados significam a luta contra o pavor. Tem o aconchego da esperança. O dom da transformação. Pedaços de ternura. O elástico conduz emoções. Transforma a ansiedade em bons ventos.

A máscara é a fada do beijo. A fiel escudeira dos enamorados. Recusa o pessimismo e a imprudência. Suspira fé revigorada. As sete letras da máscara anunciam a vitória do amor. Sob o comando de Deus, não deixe de usar a máscara.

Num imenso país de desempregados, é burrice jogar pedra em quem gera empregos

Charge Adão Iturrusgarai (Arquivo Folha)

Vicente Limongi Netto  

Um sistema em sintonia com o Brasil. Esta é a síntese da avaliação dos usuários dos serviços da CNC, do SESC e do SENAC etc. Afinal, desde que foram criados, há mais de seis décadas, participam ativamente do desenvolvimento econômico, educacional e cultural do País, cumprindo com excelência as importantes atribuições que lhes foram conferidas.
 
Nessa linha, causa espanto e fere o bom senso, que o abilolado e cretino ministro da Economia, Paulo Guedes, pretenda afiar as garras, novamente, contra o vitorioso sistema S, valendo-se da operação da Policia Federal envolvendo advogados supostamente denunciados em corrupção dentro do SESC e SENAC.
 
CASO DE POLÍCIA – Os fatos precisam ser apurados com rigor. Sem insistir, equivocadamente, em prejudicar o Sistema S nem criminalizar a classe dos advogados. É preciso separar o joio do trigo.

Nessa linha, também sugiro que o nefasto “sábio” Elio Gaspari (quem nasceu para Elio com E jamais chegará aos pés, por exemplo, de um valoroso Helio com H, como Helio Fernandes), dobre a língua e o sarcasmo de botequim e mande a viola (só a viola?) para o Posto Ipiranga.

A CNC representa os interesses de setores fundamentais para a economia brasileira. Cabe também à entidade administrar um dos maiores sistemas de desenvolvimento social do mundo, formado pelo SESC e pelo SENAC. Com mais de mil unidades fixas e móveis espalhadas por todo o território nacional, o SESC e o SENAC têm a missão de oferecer a comerciantes, comerciários, suas famílias e à população em geral acesso à educação profissional, saúde, cultura, esporte e lazer. Apenas isso.

Manter Alcolumbre na presidência do Senado significa a submissão do Congresso a Bolsonaro

Vai mexer com quem tá quieto!!!Vicente Limongi Netto     (Charge do Kacio  /  Metrópoles)

Agora que se fala numa possível e imoral recondução dos encorpados Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia para as presidências do Senado e da Câmara, oportuno recordar o que escrevi em fevereiro de 2019, sob o título “Renan vencido pelo ódio e pelo jogo sujo”. Não mudo nem vírgulas. Manter Alcolumbre como presidente do Congresso Nacional, sob alegação de garantir a “governabilidade”, continua cheirando mal para o Legislativo. Eis o que escrevi, em 2019:

Renan Calheiros foi vítima da “nova política” implantada pelo governo Bolsonaro. A nefasta e infeliz intromissão do chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na disputa pela presidência do Senado, poderá custar caro a Bolsonaro. Pelos bons serviços prestados ao Brasil, pela permanente defesa da governabilidade e, sobretudo pela decidida firmeza que sempre mostrou, em defesa da independência da instituição, Renan Calheiros não merecia ser tratado de forma sórdida e covarde pelos fantoches do Palácio do Planalto, levando-o a desistir da disputa.

Como presidente do senado e do congresso, por 4 mandatos, Renan Calheiros jamais permitiu que o legislativo fosse ultrajado em suas prerrogativas e independência. As gestões de Calheiros no comando do Senado permitiram que a Câmara Alta alcançasse uma administração racional, econômica e eficiente, aproximando cada vez mais o Senado da sociedade.

Renan desistiu da candidatura porque não tem vocação para servir de pasto para senadores insolentes, pretensiosos, demagogos, medíocres e irracionais, serviçais da “nova política” implantada pelo sábio de proveta Onyx Lorenzoni.

Grupelho de aprendizes de feiticeiros, paladinos de meia pataca, dominados pelo ódio, ameaçando a democracia e o bom senso.   O senador Davi Alcolumbre não tem qualidades pessoais e profissionais para exercer a presidência do Senado e do Congresso Nacional. É um tosco fantoche da “nova política” que o arrogante e deslumbrado Onyx Lorenzoni insiste em enfiar goela abaixo do Legislativo. Renan Calheiros é homem forjado em lutas.  Não se destrói fortaleza de aço com balas de festins.

DESMORALIZAÇÃO – Para culminar a semana, mais um fato absurdo no desmoralizado Judiciário. Abissal escárnio, estranha e torpe coincidência, patética imoralidade e colossal disparate, eis o que significa Reinaldo Azevedo ter sido condenado por juíza que é mulher de um procurador que trabalha com o ofendido Deltan Dallagnol (“Fui condenado pela mulher do amigo” – diz Reinaldo Azevedo, na Folha de São Paulo, edição de 04/09).

Justiça vesga, arrogante, pretensiosa, raivosa, parcial e truculenta é isso. Alguns magistrados adoram se fantasiar de carrascos e justiceiros. Deveriam deixar em casa o rancor e a vingança e serem juízes de verdade.

Diante da inclemência da pandemia, restam-nos a fé, a esperança e a confiança em Deus

HRN amplia leitos e reforça atendimento durante pandemia - Governo do Estado do Ceará

A equipes médicas são como anjos que vêm nos proteger

Vicente Limongi Netto

Seis meses de pandemia. Os números são brutais. O Brasil chegou a quase 120 mil mortos. A quadra mexeu com a vida da humanidade. Sem distinção de credo, cor ou raça. Seis meses marcados pela agonia. Por tristezas, alívios, pavores, amores, desamores, encontros, desencontros. Também por multas, vacilos, humilhações, transtornos, sofrimentos, dores, angústias. Além de desemprego, vigarices, golpes, assassinatos, confusões, vacilos, e solidariedade.

 Tempos de paciência, afrouxamento, ansiedade, tragédias, omissões e mesquinharias. Seis meses de bebedeiras, canalhices, covardias, intolerância, truculência, insultos, cansaços, caneladas e estresse.

Muitos acabaram vencidos pelo desespero e pelo ciúme doentio.  Outros tantos acolheram a paz, alegrias, a união e a amizade. Mas também veio a depressão, junto com choros, incompreensões, demagogia, perdas, descasos, desesperos, insônias, violências, rancores, incompetências e irresponsabilidades.

Resta-nos ao lado da jornada, a fé, a esperança e a confiança em Deus. O iluminado amanhã haverá de chegar.

LEMBRANDO HAVELANGE – O presidente da Fifa,  Gianni Infantino, deveria providenciar, por justiça, isenção, gratidão e grandeza de atitude, a inauguração de um busto de João Havelange, em lugar destacado na sede da entidade. Por tudo de positivo que o brasileiro fez em benefício do futebol mundial.

Infantino ainda estava nos cueiros e Havelange já trabalhava, também sem tréguas, pelo desenvolvimento e expansão da Fifa. Presidiu a entidade por 24 anos. Uniu o mundo através do futebol.  Antes dele, a entidade funcionava em prédio precário. Não tinha renda e pouca credibilidade. Havelange transformou a entidade na milionária potência mundial que é hoje. Levou a Fifa a ter mais países filiados do que a ONU. Se estivesse entre nós, Havelange completaria 104 anos de idade. Consagrado e respeitado por todos que trabalham com futebol. Por sua vez, asnos, recalcados, éticos de meia pataca e parasitas jamais mancharão a vitoriosa trajetória profissional e humana de João Havelange.

BENVINDOS OS IPÊS –  São  os ipês tornando Brasilia mais alegre/ O ipê branco abranda a alma/ O amarelo encanta os corações/ O roxo alimenta a esperança/ O ipê lilás proclama a paz/ Os pés de ipês são recheados de dignidade e pureza de sentimentos/ Embalam o cotidiano e embelezam o sol/ Quando as folhas  começam a cair, os ipês partem para nova missão/ juntam-se ao barro para arar e semear a vida eterna.

Jornalista não tem culpa se o presidente da República não gosta de ouvir falar em cheques

Charge do Nando Motta (Arquivo Google)

Vicente Limongi Netto

Presidente Bolsonaro, a campanha acabou. Desça do palanque. Respeite os outros. Se quiser ser respeitado. Aprenda a conviver com o contraditório. Adquira bons modos. Evite ser grosseiro e mal educado. Cansamos de suas diatribes. Seus rompantes de histerismo e intolerância não lustram o cargo que o ocupa. Pelo contrário. Deixe de ser destemperado com quem está trabalhando. Cumprindo seu dever profissional. Como cidadão e chefe de família.

Não trate jornalistas como se fossem seus vassalos. Jornalista não tem culpa se vossa excelência não gosta de ouvir falar em cheques.

DOIS LADOS – A ofensa tem dois lados. Quem agride, acaba levando o troco. José Luiz Datena tem razão: bundão é o senhor. Acrescento: bundão fanfarrão. Seus capachos engravatados e estrelados alegam, virou surrada ladainha, que o senhor é assim mesmo. Não vai mudar. Pena. Poderosos de plantão adoram puxas sacos em volta.

Ofensa, presidente, é arma dos fracos. Sinal de falta de argumento. Pare de pisar nos outros. Jornalista não é descarga para problemas alheios. O repórter pergunta, checa, esclarece e publica. O entrevistado, por sua vez, responde ou não. Jornalista não pode servir de bode expiatório de eventuais erros ou problemas dos outros.

Troque os remédios. Tudo indica que os que usa estão vencidos. Têm efeito ao contrário. Por fim, garanto que o senhor não gostaria que chamassem seus prendados filhos de bundões. Dobre a língua.

CONJUNTO DA OBRA – Pelo conjunto de bobagens de vossa excelência é que o empresário e produtor rural de Tocantins destacou em outdoor: “Bolsonaro é coisa ruim. Não vale um pequi roído”. Reze aos céus, presidente, porque se outdoor fosse de graça, o Brasil estaria cheio deles, homenageando o bundão do Alvorada.

O que o estúpido poderoso de plantão fez é intolerável, indigno e indesculpável. Robôs podem relinchar a vontade na internet. Jamais o bom senso tolerará reações grosseiras de um homem público que, pelo cargo que ocupa, deve dar bons exemplos aos cidadãos. Também colossal imbecilidade de capachos alegando que Bolsonaro ‘é assim, não vai mudar”. Tenho pavor de puxa-sacos. Especialmente dos engravatados.

Três notícias impactantes! Presidência do Senado, seleção de futebol e menina estuprada

Contra o Vento – Página: 37 – Somos especialistas em cínica geral

Charge do Glauco (Arquivo Google)

Vicente Limongi Netto

Antigamente, o Palácio do Planalto não metia o bedelho nas eleições para as presidências do Senado e da Câmara. Os vencedores, apoiadores ou adversários do governo, tinham como foco principal os interesses do país. Zelavam pela governabilidade e não abriam mão da independência do Legislativo. Hoje, no Senado, Simone Tebet e Eduardo Braga são nomes fortes. Mas não são os nomes preferidos do Planalto.

Se o roliço David Alcolumbre não puder ser reeleito, o governo vai apostar em Eduardo Gomes(MDB-TO), seu líder no Congresso. A “nova política” de Bolsonaro não quer arriscar. Prefere um político dócil na presidência do Senado do que um parlamentar aberto ao diálogo, mas que não dobra a espinha para os poderosos de plantão.

FUTEBOL MEDÍOCRE – O analista Edmundo, excelente jogador, conhecido como “Animal”, admitiu com tristeza, no canal Fox, que o atual futebol praticado no Brasil é medíocre. Assino embaixo. Nessa linha, recordo o que escrevi, sobre o tema, há um ano, no Correio Braziliense e no meu blog.

É preciso deixar claro, desde já, que o Brasil terá muitas dificuldades para conquistar o hexa, na Copa de 2022. A seleção terá que evoluir. Física e taticamente. O talento e a força individual não poderão mais ficar longe do coletivo. Não temos mais Pelé, Gerson, Rivelino e Jairzinho.  

A Copa da Rússia mostrou ao mundo que diversas seleções estão se aprimorando. Jogando o fino. Com qualidade, objetividade e precisão. Não temem mais a seleção pentacampeã. Jogam em igualdade de condições com os brasileiros. Chegarão na copa de 2022 ainda mais preparadas. Até lá, na longa caminhada pela frente, a seleção precisará ser mesclada. É fundamental que os atletas convocados treinem e joguem mais tempo juntos. Aparar arestas. Fortalecer o coletivo. Vencer a Copa América, no Brasil, será estimulante e útil para os planos de Tite. A CBF, por sua vez, precisa trabalhar com eficiência, firmeza e profissionalismo, ampliando e fortalecendo o destino glorioso de vitórias e conquistas do futebol brasileiro.

APODREÇA NA CADEIA – Tomara que o patife, canalha e covarde estuprador da menina de 10 anos apodreça na cadeia. Lá, pagará, como merece, pela atrocidade. Própria dos monstros que não deveriam ter nascido.

Nessa linha, aplausos para o médico Olímpio Moraes, que operou a menina, enfrentando com coragem, sensibilidade e dignidade, a ira torpe dos hipócritas e falsos defensores da vida. O caminho, a seguir, é cuidar da criança. Dando-lhe amor e carinho. Deus fez renascer um anjinho de 10 anos. 

Paulo Guedes tirou Bolsonaro da enrascada que poderia justificar o impeachment dele

Charge do Son Salvador (Charge Online)

Vicente Limongi Netto

Paulo Guedes tem gasolina na bomba. Acordou Bolsonaro para o risco de impeachment por causa de excessos de gastos. O presidente montou reunião correndo. Todos de máscaras, mas aglomerados e com fartos abraços. Não aprendem. Bando de marmanjos irresponsáveis. 

Bolsonaro continua espalhando a covid-19. Depois do Piauí, mais uma pantomima sem máscara e aglomerações, foi na Bahia. Atitude desastrada e injusta de Bolsonaro colocando a culpa nos governadores e prefeitos pelas mortes avassaladoras pelo covid-19. Passou da hora de esquecer as urnas e zelar por vidas. 

OUTROS FATOS – A maluquice, o destempero, a hipocrisia, o ódio e o revanchismo tomaram conta do noticiário e do momento político. Raros pensam e argumentam visando o desenvolvimento e o bem-estar do Brasil. A Justiça tornou-se injusta e estranha. A insensatez quer rasgar a Constituição e atropelar direitos e deveres. Ânimos exaltados não solucionarão os problemas. Não é este o Brasil que sonho para meus netos.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal mandou o desprezível Abraham Weintraub para o lugar dele, a lata de lixo. Deu-lhe o título de “Persona Non Grata” em Brasília, não é bem-vindo à capital. Aliás, duvido que o STF impeça as candidaturas de Maia e Alcolumbre. O abacaxi é do Congresso. 

JUÍZA ILETRADA – A sentença com termos racistas da Juiza, depois retirados, mostra muita coisa, sobretudo que a magistrada escreve muito mal. 

Caetano Veloso e Chico Buarque viraram figurinhas carimbadas em abaixo-assinados. Não conheço nenhum manifesto em que o jamegão da notável dupla tenha colaborado para o êxito proposto na iniciativa.

Observei aqui, há 15 dias, o excesso de elogios ao novo técnico do Flamengo por ele haver trabalhado com o badalado Guardiola. O Mengo já perdeu dois jogos no Brasileirão. O espanhol corre o risco de voltar mais cedo para casa.

100 ANOS DE HELIO – O jornalista Helio Fernandes tem a energia de Deus.  A têmpera dos fortes. O vigor e a coragem dos verdadeiros guerreiros. Não se abate diante dos obstáculos. Cassado, confinado, preso diversas vezes, teve seu jornal “Tribuna da Imprensa” destruído por bombas.

Enfrentou a implacável censura prévia com galhardia. Até hoje Hélio aguarda o pagamento de indenização autorizada pelo STF. Patético e revoltante escárnio. Em outubro, Hélio completará 100 anos de idade.

Continua escrevendo diariamente textos contundentes, claro, precisos, verdadeiros e marcantes, com incrível lucidez.  Covardões patrulheiros e patrulhados omitem o aniversário de Hélio Fernandes.  Decano altaneiro da legítima imprensa.

SEMPRE LUTANDO – Quando toda a corja de pulhas ainda estava nos cueiros, Hélio já lutava pelo Brasil. Contra opressores, contra falsos patriotas, contra venais que continuam sem honrar as calças que vestem. Vermes sem cérebros engravatados.

Tenho fé em Deus que Helio Fernandes continuará vencendo a corja de fariseus e canalhas. Tenho certeza que minhas palavras têm o endosso dos homens de bem.  

Abraço forte, saúde e beijos para Helio.

Algumas coisas que me impressionam neste Brasil cada vez mais estranho e surrealista

Nani Humor: RICARDO SALLESVicente Limongi Netto

Completando 14 anos, a Lei Maria da Penha infelizmente não intimida covardes e assassinos. Não tem força para conter a avassaladora escalada de feminicídios. O destemido secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Fábio Wajngarten, enfrentou um assaltante em São Paulo. Com roteiro digno de série policial. Armado com revólver, o valente Fábio correu atrás do perigoso e desarmado meliante, berrando “pega ladrão”. Que caiu e acabou preso.

Depois de anunciar recursos para a fabricação de vacina contra o covid-19, um orgulhoso Bolsonaro tranquilizou os brasileiros: “Não preciso tomar porque já estou safo”. Completando com um candente e profundo “vamos tocar a vida”.

TUDO MUITO CONFUSO – Com sua insensibilidade, Bolsonaro deixa com inveja o milionário Paulo Coelho, mestre em clássicos que remetem à autoajuda. Bolsonaro tenta torna trivial mais uma horrenda estatística.

No Brasil, trabalhadores continuam confundidos com bandidos. Agredidos, humilhados, presos e até mortos, como aconteceu ontem no Rio de Janeiro.

Força, ministro Alexandre de Moraes. Combata sem trégua, com vigor, a escória das notícias falsas e irresponsáveis apoiadores.

OUTROS DESTAQUES – Parecer estapafúrdio do Senado praticamente isentando de punição Flávio Bolsonaro por irregularidades antes de eleger-se senador, é fruto do patético e risível regimento da Câmara Alta.

Não basta Bolsonaro manifestar pesar pela tragédia em Beirute. Precisa ir lá. O Brasil abriga, com satisfação, amizade e amor, a maior colônia de árabes e libaneses, no mundo, fora do Líbano.

Disputa para a presidência do senado ainda vai render muitos capítulos. Passando pelo crivo dos resultados das eleições municipais de novembro. É cedo para Davi Alcolumbre comprar terno novo. 

ETERNO DRUMMOND – Imagens e áudio de Carlos Drummond de Andrade, na GloboNews, embelezam e cativam mais do que as cansativas e desinteressantes chamadas de políticoS, magistrados, artistas,  empresários e militares.

Ministro e general Augusto Heleno (Correio Braziliense- 7/8) prestou mais um relevante serviço à Pátria e as instituições, demovendo o impulsivo Bolsonaro da colossal sandice de intervir no Supremo Tribunal Federal, conforme a revista Piauí.

Um balaio de políticos, médicos e empresários larápios precisa limpar o cérebro e o caráter com álcool gel. 

Noronha, presidente do STJ, é um ministro grosseiro que não respeita jornalistas

Intrigas e 'esqueletos' minam candidaturas a ministro do STF | VEJAVicente Limongi Netto

Colérico e destemperado, o presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro João Otávio de Noronha chamou jornalistas de “analfabetos”, alegando que “não entendem nada de leis”. A torpe e estapafúrdia agressão foi em vídeo conferência, na Ordem dos Advogados do Brasil. O magistrado não tem o direito de insultar ninguém. O bom senso exige que Noronha seja civilizado e respeite o direito de crítica. Precisa ter compostura.

O uso da toga não permite desaforos. Exercer o cargo com decisões e manifestações que engrandeçam a si próprio e a importante corte que preside. Nessa linha, estranho e lamento que a OAB e entidades jornalísticas não tenham repudiado, no tom que o assunto exige, a falta de educação do ministro Noronha. É aquele que colocou o famoso Fabricio Queiroz e a mulher em prisão domiciliar, mas negou o mesmo direito a outros 700 presos.

DIA DOS PAIS – Vem aí mais um Dia dos Pais, comemorado no próximo domingo, dia 9. O pai tem o ombro amigo. Mãos severas. É a bússola do bem. O olhar solidário. Gestos largos de alegria e orgulho. Vibra com o sucesso dos filhos. Compartilha responsabilidade e confiança. Estimula sonhos. Constrói emoções. Oferece lições. Abre caminhos. Corrige maus impulsos. É o zeloso companheirão que Deus colocou nas nossas vidas.

O presente para os pais só será entregue mais para a frente. Os alquimistas palacianos querem a volta da famigerada CPMF. São as quatro letras do demônio rondando os lares brasileiros. É aquele maldito imposto cujas letrinhas significam: Canastrões planejam mesquinharia financeira.

 O “mito” precisa levar um bom susto, para agir com mais responsabilidade

Com Covid-19, Bolsonaro passeia de moto sem máscara e conversa com ...

Sem usar máscara, Bolsonaro expõe o gari ao contágio da covid-19

Vicente Limongi Netto

Trago minha opinião a respeito da oportuna pergunta que não quer calar ( Correio Braziliense – Coluna Eixo-Capital -24/7): “Quem vai fazer com que o presidente Bolsonaro, contaminado com a covid-19, respeite as pessoas e use máscara?“. Já que as luzes do bom senso passam longe da sensibilidade do marrento chefe da nação, creio que Bolsonaro somente despertaria da bobagem do marketing maluco que decidiu adotar, desafiando a pandemia com embevecido orgulho, se realmente a covid-19 lhe pegasse de jeito, ao contrário do que aconteceu.

Prostrado na cama. Sofrendo com os sintomas da insidiosa doença. Gemendo com dores terríveis. Febre alta. Sem trégua.  Clamando por Deus. Respirando com dificuldade. Dores no peito. Com alucinações. Precisaria de cuidados médicos na UTI. Tratamento longo e penoso.  Deixaria familiares e amigos apreensivos.

AVÓ DE MICHELLE – Precisaria ser algo como a avó de sua mulher, dona Maria Aparecida Firmo Ferreira, está enfrentando num hospital público em Brasília, para onde foi levada do dia 1º pelos vizinhos, após cair das muletas em plena favela.

Depois, recuperado, como fervoroso católico tremendamente evangélico, Bolsonaro seria informado que passou por momentos dramáticos. Que por um triz não partiu. Que o coronavírus pode ser arma letal. Não respeita ninguém. Nem chefe de Estado. Rei ou rainha. 

De volta ao Alvorada, perceberia que não é mais criança. Nem super-homem. Que tem responsabilidades e obrigações como Presidente da República. Que foi eleito para cumpri-las com fervor e eficiência. Dando bons exemplos. Seguindo determinações médicas. Preparando-se para a próxima delicada operação de abdômen, já anunciada por ele mesmo.

FALTOU DIZER – Para enfatizar que estava errado, precisaria (e ainda precisa) ir à televisão exortar, alto e em bom som: “Usem a máscara. Ela salva vidas”.

Bem a propósito, ainda sobre o patético Bolsonaro, subestimando a prevenção, ele chegou ao cúmulo de dizer que usar a máscara “é coisa de veado”. Então, recordo o que escrevi aqui na gloriosa Tribuna da Internet, em artigo no dia 2 de junho:

“Caso o senhor queira morrer, paciência. Agindo assim, breve conseguirá. Mas evite que outras pessoas morram. Suas atitudes são inconsequentes, estapafúrdias, insolentes e inacreditáveis. Digo o mesmo de seus mal educados seguidores”.

VETOS NA GELADEIRA – Por fim, não podemos esquecer o malabarista Davi Alcolumbre, presidente do Senado. Como se estivesse descoberto a vacina contra a covid-19, a Folha de São Paulo do dia 21 julho destacou, eufórica: “Por apoio a sua reeleição no Senado, Alcolumbre põe vetos na geladeira”. A meu ver, quem deveria sofrer na geladeira é a “informação” do jornal paulista. 

Aqui na Tribuna, em artigo dia 21 junho, portanto há mais de um mês, cravei, com o título “Sonho de Alcolumbre”, o seguinte texto: O roliço senador do DEM não esconde que deseja ser reeleito para o posto. Para mudar a constituição, precisará do empurrão da tropa de choque do Bolsonaro. Se é que ele tem uma. Tipo uma mão lava a outra e as duas a cretinice. Mais um capítulo de descarado cinismo e empulhação.

Sepultado sem honras o partido politico que jamais deveria ter nascido

Um apelo cidadão contra a aliança dos matadores - 29/11/2019 ...

Tiro no pé! Logotipo foi feito com cartuchos já usados

Vicente Limongi Netto

Era uma vez um menino raquítico, que sonhava ser político famoso. Tinha planos de correr o Brasil e o mundo, levando esperanças aos brasileiros. O menino sonhador cresceu marrento. Gênio difícil. Via inimigos em todo canto. Antigos aliados em debandada. Levado pelo surrealismo, nosso intrépido patriota decidiu tornar-se partido político. Achava que, assim, seria mais respeitado.

O tempo passou e o futuro partido não saiu do lugar. Uma brigalhada infernal. Até que a Justiça Eleitoral cansou de esperar por resultados. Teve o desprazer de comunicar ao chefe da nação que o partido não saiu do papel.

O tal partido Aliança morreu de inanição. Foi enterrado discretamente, sem honras nacionais, trombetas ou velas. No túmulo dos políticos açodados que acabam ficando sem o mel e a cabaça. Qualquer semelhança com o presidente do Brasil é forte coincidência.

GRATO, JESUS – Foi ótimo, Jorge Jesus. Teu belo e vitorioso trabalho engrandeceu o Flamengo e o futebol brasileiro.  O legado profissional do treinador português ficará para sempre na memória e na saudade dos torcedores. Trabalhou um ano no Mengo e conquistou cinco títulos. A proposta do Benfica é irrecusável. Muitos zeros parceiros de euros. Seja feliz. Você merece os louvores dos deuses do futebol.

Creio que Wanderley Luxemburgo é o mais qualificado treinador para o lugar de Jesus. Embora começando excelente trabalho no Palmeiras, onde também dispõe de bom elenco, duvido que Luxa não estudará uma proposta com carinho caso venha a ser sondado pelos dirigentes do Flamengo. O cofre do novo campeão carioca está cheio.  

HÁ UM ANO… – Agora, vamos relembrar um texto que escrevi há um ano, prevendo uma situação que se concretizou:

O general Luiz Eduardo Ramos encontrará dificuldades para desempenhar, com sucesso, a função de interlocutor do governo junto ao Congresso Nacional. O cargo é espinhoso. Sem tréguas.  Para profissionais de alto coturno. Equivale a moer o corpo e a mente. Diariamente. Dormir com o celular ligado. Sonhando com deputados e senadores. E cara alegre.

O fato do general Ramos ter sido assessor parlamentar do Exército pouco significa. Ou quase nada. O general tem que se prevenir. Cuidar da mente e do corpo. Respirar fundo. Ajustar as solas dos sapatos. Tomar café reforçado. Guaraná em pó com mel e limão. Garapa de rapadura com açaí e banana. Beijar os netos antes de sair e orar para merecer a força de Deus.

Nem com telescópio da Nasa se consegue ver onde Gilmar ofendeu as Forças Armadas

Hamilton Mourão: Últimas Notícias | GaúchaZH

Charge do Gilmar Fraga (GaúchaZH)

Vicente Limongi Netto

Na falta do que fazer de melhor pela coletividade, o governo Bolsonaro alimenta, com admirável fervor cívico, campanha de protesto contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, por declarar que o Ministério da Saúde, em quadra perigosa da pandemia da covid-19, não poderia jamais ser ocupado por um general. É perda de tempo. É gestão de enxugar gelo. Está formada a pantomima contra Mendes.

Tanques, canhões, bazucas, aviões, submarinos, todos a postos contra o enfático Gilmar Mendes.  Os agora desafetos do ministro do STF pretendem, a meu ver, é jogar a opinião pública contra magistrados da Suprema Corte.

DESVIANDO O FOCO – Tática patética, medonha e desprezível. Choram pitangas contra Mendes na tentativa de desviar o foco das atenções para problemas infinitamente mais graves que assolam o Brasil.

O imoral desmatamento é um deles. Nos envergonha perante o mundo. Também foi melancólica a maneira desastrada como o governo tirou os médicos do comando do Ministério da Saúde.

Os generais querem tirar o couro do ministro Gilmar. Não consigo ver, nem com telescópio da Nasa, onde Gilmar teria ofendido as briosas e patrióticas Forças Armadas.

DEVIA TER DESENHADO – Se Mendes soubesse que suas declarações causariam tantas mágoas e choradeira, deveria ter desenhado: em tempos da pandemia, o correto seria o ministério da Saúde ser comandado por um médico. Por um profissional do ramo. Médico sanitarista, por exemplo.

Em nenhum país, nesta quadra sombria, o Ministério da Saúde é comandado por um general. Nessa linha, portanto, o Brasil colocou no Ministério da Saúde o homem errado no lugar errado. Por mais condecorações que ostente com orgulho.

Ela manda no jogo e é a mais querida das multidões, até mesmo em tempo de pandemia

Varzim perde (1-0) em Coimbra e cai para a zona da despromoção ...

Ilustração reproduzida do Arquivo Google

Vicente Limongi Netto

Sou linda. Amada no mundo todo.  Bem feita. Colorida e feliz. Sou famosa como a Bíblia e aquela marca de refrigerante. Onde chego todos se encantam. Mesmo nesta quadra tenebrosa da pandemia, não fazem nada sem mim. Costumo ser tratada como rainha.  Com carinho , deferências e cuidados especiais. Faço o espetáculo. Encarno a festa e a alegria.

Alguns abusam da minha beleza. Levo sustos e pontapés.  Mas a maioria me trata com devoção e amor. Costumo ser beijada e mandada para longe, em algumas comemorações.

SOU UMA DEUSA – Em todo lugar me sinto em casa. Sou respeitada. Sabem o perfume que gosto. Alguns até querem dormir comigo. Quando soa o apito, todos querem ficar comigo. No apito final, geralmente sou levada para casa por algum admirador.  Sou deusa morando em galerias, museus e bem avaliada por colecionadores.

Mesmo sem torcida, como agora, conquisto multidões. Dou as cartas tanto como o cidadão de preto. Faço parte do amplo cenário de luzes, redes, pernas, uniformes, cadeiras, balizas e autofalantes.

Voltei do descanso forçado. Na minha ausência, apareceram máscaras, testes e recomendações médicas. Mas continuei necessária e inabalável.  O perigo tomou conta do mundo. Em épocas normais, trabalho muito. Os calendários não dão sossego. Enxuta ou molhada não ligo para a tristeza. O futebol não existe sem mim.

PUNIÇÃO AO TORCEDOR – Birra do Flamengo com a Globo, além de presunçosa e temerosa, pune, também, o torcedor. Em todo o Brasil. Mas cedo ou mais tarde os sábios dirigentes do Mengão terão que recuar na colossal asneira. Como se fosse pouco, para quem gosta de bons espetáculos de futebol, ter que recorrer a canais do Youtube.

A emoção não é a mesma. Nunca será. Outro agravante, com estádios vazios, por causa da pandemia do coronavírus. Há quem diga e defenda que é uma temeridade reiniciar campeonatos nesta quadra perigosa. Arrisca-se a vida sem necessidade.

Destempero inaceitável do falso mito, ao afirmar que usar máscara é “coisa de veado”

Gilmar Fraga: grande timoneiro | GaúchaZH

Charge do Gilmar Fraga (GaúchaZH)

Vicente Limongi Netto

Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo (dia 8), o presidente Jair Bolsonaro disse para visitantes na portaria do Palácio da Alvorada que a máscara “é coisa de veado”.  Patética, torpe, destemperada, leviana, infeliz, estúpida, despudorada e covarde declaração que envergonha o Brasil e os brasileiros.

O uso da máscara é exortação pela vida. A máscara tornou-se a pregoeira do bem. A voz dos anjos. Preserva o futuro.   Portadora do carinho.  O porto seguro do belo. A máscara embala bons fluídos. Amedronta o desespero. Protege gerações. É o acalanto do sorriso. Melodia do coração.  A segurança da boa energia.

LUTA CONTRA O PAVOR – Aliada poderosa e indispensável no combate ao coronavírus. Suas cores e tamanhos variados significam a luta contra o pavor. A máscara tem o aconchego da esperança. O dom da transformação. Pedaços de ternura. O elástico é o condutor de emoções.

A máscara transforma a ansiedade em bons ventos. É a fada do beijo. A fiel escudeira dos enamorados. Repele o pessimismo. Suspira fé revigorada. As 7 letras da máscara anunciam a vitória do amor. Sob o comando de Deus.

SERPENTES EXÓTICAS – Endosso e atenderei a interessante sugestão do atento e eficiente jornalista Carlos Alexandre de Souza, no Correio Braziliense (dia 10, coluna Brasília-DF) para dar nomes às 17 serpentes exóticas e venenosas, trazidas ilegalmente para Brasilia.

Sugiro chamá-las de Jair, Flávio, Eduardo, Carlos, Kfouri, Queiróz, Abraham, Bia, Sara, Zambelli, Galvão, Frederick, Tércio, Otoni, Nunes, Hang e Osvaldo.

Abandonada pela família, a avó de Michelle Bolsonaro é socorrida pelos vizinhos

e perto de ...

Avó de Michelle Bolsonaro mora numa favela de Brasília

Vicente Limongi Netto

Revoltante, triste, vergonhoso, degradante, perturbador e inexplicável é saber que a avó da primeira-dama do país, Michelle Bolsonaro, dona Maria Aparecida Ferreira, de 80 anos, caiu na rua onde mora, com suspeita de coronavírus. Dona Maria não foi socorrida nem levada ao hospital por familiares, como seria o esperado, mas por vizinhos, publicou hoje, dia 2, o Correio Braziliense. A companheira inseparável de dona Maria são duas muletas. “Ela parece que não tem família, fica jogada aqui”, revelou um indignado vizinho. Na última entrevista que deu, dona Maria Aparecida disse que seu maior sonho era visitar a neta, que morou na casa dela durante muitos anos.

Nenhum ser humano, sobretudo idoso, merece passar por tamanho descaso. E me desculpem os mais severos e exigentes. Parece chatice, mas permaneço certo de que não preciso alterar nem vírgulas dos meus textos antigos sobre o clã Bolsonaro. Nessa linha, o que escrevi abaixo é de 23 janeiro de 2019. Não faz sentido trocar alguma coisa.  Os fatos contam tudo. O título é o mesmo.

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ÁGUAS TURVAS PARA O CLÃ BOLSONARO

Bolsonaro está em desvantagem no arranca rabo com a Folha de São Paulo e Grupo Globo. Com juras de amor à democracia e a liberdade de expressão, logo que assumiu o cargo, o presidente mostra que não foi feliz ao afirmar que certos veículos de imprensa não teriam mais vida mansa com verbas polpudas de anúncios do governo.

Piorando as coisas, Bolsonaro, a primeira-dama e os filhos dão entrevistas para todo mundo. Até para o jornalzinho do colégio onde estudaram. Menos, porém, para a Folha de São Paulo e Globo.

NA PÁGINA DE POLÍCIA – Nessa linha, agravando e entornando mais ainda o caldo, surge em cena, em palpos de aranha, o filho e senador eleito Flávio Bolsonaro, para esclarecer contas bancárias reveladas pelo Coaf e vazadas para o Jornal Nacional. Para a Folha e Grupo Globo, já em pé-de-guerra com Bolsonaro, juntou a fome com a vontade de comer. Ambos vão tirando o couro de Flávio Bolsonaro aos pouquinhos, sem dó e piedade.

O senador Flávio se irrita com o noticiário desfavorável. Mas não pode impedir a publicação dos fatos. Folha e Globo, principalmente o Jornal Nacional, se esmeram em exibir novas denúncias, e o mais grave: refutam com vasta munição as explicações do jovem senador carioca. Quanto mais Flávio estrebucha, mais cai na esparrela perigosa do nada esclarecido e do ninguém se convenceu do que o acusado argumenta.

TEMPERATURA MÁXIMA – Os ânimos estão cada vez mais exaltados entre Flávio, Globo e Folha. A esta altura, outros meios de comunicação já engrossaram a pauta. A ordem é demonizar o filho do presidente. Se Bolsonaro, pai, filhos e auxiliares em geral, não querem virar notícias tristes e desagradáveis, que trabalhem para evitar que elas aconteçam.

O fato é que Bolsonaro depois de eleito, errou feio ao olhar torto e ressentido para a imprensa, tida por ele como “inimiga”. Bolsonaro destravou a língua com acidez e gosto de vingança anunciada. Atirou, a meu ver, no próprio pé.

Pode-se não gostar do Grupo Globo e do jornalismo pretensioso com mania de dono da verdade que pratica.  Contudo, é inegável que toda cobertura ou campanha da emissora tem mais repercussão, boa ou ruim, do que todos os outros canais juntos.

FILME REPRISADO – Os mais velhos já viram esse filme. O papai Bolsonaro vai começar a estrilar em defesa da cria. Natural e compreensivo. Será um pena. Perderá o foco do que exortou em Davos, com patriotismo, firmeza e otimismo, a favor de dias melhores para o Brasil e brasileiros. A esta altura do jogo pesado, sem previsão para acabar, quem se delicia, de camarote, são os desafetos e opositores do presidente eleito e consagrado nas urnas como a última chama de esperança para os cansados e sofridos brasileiros.

Queiroz e Flávio Bolsonaro são uns santos, que sofrem perseguição odiosa

Charge do Pataxó (Arquivo Google)

Vicente Limongi Netto

Com o título de “Flávio e Queiroz são santos”, escrevi pequeno artigo dia 23 de dezembro de 2019, no blog Limongi. De tão oportuna e verdadeira, parece que minha análise foi escrita ontem. Os acertos são porque apenas analiso. Não torço nem distorço.  Os fatos de hoje não admitem que troque nem vírgulas. Eis a íntegra do texto:

Flávio Bolsonaro é a bola da vez.  O senador virou tábua de tiro ao alvo. Ensaiou defesa sem convicção. Não esclareceu nem desmentiu a saraivada de fundamentadas e escabrosas denúncias. O pai tornou-se metade presidente, metade Pilatos. Declarou, em bom tom, que não tem a ver com os problemas do pimpolho. Deixou Flávio no temporal.  Embaixo de trovoadas e enxurradas.

Vai ver que Bolsonaro tem razão. O problema é do otário do eleitor carioca que votou em Flávio. Outros culpados dos problemas cabeludos de Flávio Bolsonaro e notáveis amigos e assessores, são os esfomeados desempregados com filhos para sustentar. São os homens e mulheres morrendo nos postos de saúde e nos hospitais por falta de atendimento médico.

Flávio Bolsonaro e Queiroz são dois santos, injustamente perseguidos pela imprensa. Aguardemos os novos e medonhos capítulos da novela estrelada por rachadinhas. De todos os tipos, gostos e preços. 

GALVÃO BUENO TROPEÇOU – Na bela homenagem pelos 50 anos do tricampeonato, no programa “Bem, Amigos”, segunda-feira, no SporTV, Galvão Bueno tropeçou no vernáculo, chamando de “ranzinza”o genial e eterno Gerson, o “canhotinha de ouro” da memorável conquista.

Durante sua longa e vitoriosa carreira, Gerson carregou o carinhoso apelido de “papagaio”. Atleta falante, perfeccionista, cerebral e dono de forte personalidade. Portanto, nessa linha, Gerson jamais merece ser confundido como “ranzinza”.

Sugiro que Galvão Bueno abra o dicionário na letra “R” e leia: “Ranzinza:  zangado, mau-humorado, ranheta ou rabugento”.  Gerson não se enquadra em nenhuma dessas categorias.