Presidente do TCU leva Master ao plenário para não haver inspeção no Banco Central

4 thoughts on “Presidente do TCU leva Master ao plenário para não haver inspeção no Banco Central

  1. O Banco Master é um exemplo contundente de corrupção, relações promíscuas entre público e privado e de como tudo isso vai parar na internet

    Ataques e mentiras que ‘viralizam’ nas redes são o novo vírus a favor do crime e de criminosos

    O que têm em comum PT, bolsonarismo, governos, oposição, Daniel Vorcaro e tantos poderosos por aí?

    O uso despudorado da internet, seja com robôs próprios, seja com muitos que se intitulam “influencer” e contam com a má-fé ou a ingenuidade de quem acredita em fakenews e espertalhões e são inocentes úteis para massificar mentiras ou meias-verdades maliciosas.

    Isso virou uma praga, que distorce a realidade, confunde a sociedade, desqualifica profissionais, autoridades e instituições e ameaça o princípio moral, ou sonho, de que o bem sempre vence o mal.

    Os ataques são sofisticados e cruéis, inclusive contra jornalistas.

    O Banco Master é um exemplo contundente de corrupção, relações promíscuas entre público e privado e de como tudo isso vai parar na internet, numa guerra de versões.

    Pagar e receber até R$ 2 milhões para propagar mentiras contra o Banco Central é de uma audácia incrível.

    Indefensável, Vorcaro não tinha como recorrer a argumentos e dados e decidiu financiar um ataque digital em massa, com ódio e inverdades, em três etapas:

    – Pressionar pela venda para lá de suspeita do Master a um banco público, o BRB, de Brasília, evitar a sua liquidação e, por fim, tentar o cancelamento dessa liquidação.

    De Vorcaro, pode-se esperar tudo. E dos “influencers”? Estão livres para mentir e manipular por dinheiro?

    Na propaganda de produtos, de sabonete a carrões, há regras e um selo obrigatório nas diversas mídias, distinguindo conteúdo “patrocinado” de conteúdo jornalístico. No caso deles, não.

    Na esfera política, o uso das redes pelo Master corresponde à campanha contra as urnas eletrônicas em 2022, com a participação, inclusive, de um hacker que já tinha sido condenado e preso, mas chegou a frequentar o Alvorada e a Defesa.

    Num caso, o líder da campanha foi Vorcaro. No outro, o ex-mito.

    Há, ainda, a campanha do deputado bolsonarista Nikolas Ferreira criando o pânico contra mudanças no Pix, com tanta eficácia que o governo atual voltou atrás. Coisa de profissional, Nikolas foi “apenas” o ator.

    Há formas e formas de usar a internet para campanhas de ódio, mentira, desqualificação, manipulação da fé, abuso de crianças e propaganda, ora contra vacinas que salvam vidas, ora a favor de falsos medicamentos que ameaçam a saúde.

    Tanto por IA, com uso de imagem e voz de celebridades, quanto por médicos em carne e osso, o que é ainda mais repugnante.

    Quando posts e campanhas do “mal” viram sucesso e impactam o maior número de pessoas, diz-se que “viralizaram”. Boa definição.

    Esse vírus ou praga se espalha rapidamente e destrói a verdade em favor de criminosos.

    O Estado de S. Paulo, Opinião, 08/01/2026 | 20h31 Por Eliane Cantanhêde

  2. Seja qual for a decisão do Plenário do TCU, a postura pró Banco Master e do seu dono Daniel Vorcaro adorada pelo ministro indicado pelo Centrão, Jhonatan de Jesus, tem que ser investigado pela Polícia Federal é tornado réu pela PGR.
    Não é possível admitir, que um ministro do Tribunal de Contas, mandar investigar o xerife enquanto tenta salvar o Banco do criminoso.

    Tem que sofrer impeachment já, sem maiores delongas. Se o Congresso deixar passar essa é porque também é conivente.

    Que Poder tem esse trambiqueiro dono do Master? Tanta gente poderosa tentando uma saída para salvar o patrimônio dele, adquirido através de falcatruas.

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