
Bolsonaro quer serviços de streaming na prisão
Daniel Gullino
O Globo
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresente manifestação sobre três pedidos da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL): abater parte da pena por meio da leitura de livros, receber assistência religiosa e ter uma televisão na cela.
O prazo é de cinco dias. O órgão também deverá se posicionar sobre uma solicitação da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, para realizar uma visita institucional à Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília, onde Bolsonaro cumpre pena.
REMIÇÃO DE PENA – Os três pedidos foram apresentados pela defesa de Bolsonaro na quinta-feira. Em um deles, os advogados solicitaram a inclusão no programa de remição de pena pela leitura, previsto na Lei de Execução Penal e regulamentado por resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Pelas regras do programa, cada obra literária lida e avaliada pode resultar na remição de quatro dias da pena, desde que o preso apresente um relatório escrito, que é submetido à análise de uma comissão responsável e, posteriormente, à homologação judicial.
ASSISTÊNCIA RELIGIOSA – A defesa também pediu para o ex-presidente receber assistência religiosa regular enquanto permanecer preso. O pedido lista dois nomes indicados para o acompanhamento espiritual: o bispo Robson Lemos Rodovalho, fundador da igreja Sara Nossa Terra, e o pastor Thiago de Araújo Macieira Manzoni.
Os advogados ainda solicitaram que Bolsonaro tenha acesso a uma Smart TV (aparelho com conexão à internet), com o objetivo de acompanhar programas jornalísticos, incluindo no YouTube.
Para liberação de leitura de livros, como “O Mínimo Que Você Precisa Saber para Não Ser um Idiota”, do seu guru Olavo de Carvalho, talvez tenha que anexar diploma do Mobral ao pedido, ao menos.
Ele teria que ler uns 85 livros para abater um mês de prisão.
O outro só leu um, “A Enciclopédia da Patifaria” e foi solto.
O que esta faltando ao juiz do STF Alexandre de Morais para jogar esse sujeito Jair Bolsonaro num presidio de segurança máxima , bem distante de Brasília e tratando-o como um verdadeiro bandido , que ele é , dando um fim nessas presepadas dele e de seus advogados .
Assistencia Religiosa?! Só rindo.