Condenações avançam, mas há rastro do 8 de Janeiro em centenas de processos

4 thoughts on “Condenações avançam, mas há rastro do 8 de Janeiro em centenas de processos

  1. Prisões políticas, arbitrárias, ditatoriais.

    Prenderam gente que de fato e a toda prova sobreposta efetivamente sequer estava em Brasília ou nos arredores do Congresso.

    Não há diferença nenhuma entre o regime da Venezuela e o do Brasil.

    • Reconheço. O daqui é muito pior e o grupo criminoso e descarado que atropela as Leis, a Constituição, os fatos, as provas, a racionalidade, nos mata de desnutrição, de ódio e de saúde assassina, tanto no SUS quanto nos planos e particulares sem nenhuma fiscalização.

      Estado explorador e inútil.

      Incompetente ao extremo em ser funcional para a economia e para a sociedade.

      Competente demas em explorar.

  2. “Durante o período colonial, o domínio europeu não se sustentou apenas pela força estrangeira. Ele contou também com a atuação dos cipaios — africanos recrutados para servir aos interesses do colonizador contra o próprio povo.

    Os cipaios atuavam como soldados, guardas e intermediários do poder colonial. Reprimiam revoltas, aplicavam punições e garantiam que o sistema de exploração funcionasse com eficiência. Muitos foram seduzidos por promessas de salário, status ou proteção. Outros foram coagidos.
    O resultado, porém, foi o mesmo: ajudaram a manter um sistema que saqueava terras, destruía culturas e desumanizava populações inteiras.

    Eles conheciam a língua, os caminhos e os costumes locais. E foi justamente esse conhecimento que tornou a repressão ainda mais brutal. Enquanto aldeias eram invadidas e líderes tradicionais perseguidos, os cipaios estavam ali — fardados pelo colonizador, punindo quem resistia.

    Essa figura deixou uma herança profunda. Até hoje, o termo “cipaio” é usado para definir quem defende interesses externos ou opressores, traindo sua própria história em troca de benefícios pessoais. Não é apenas sobre o passado. É um alerta para o presente.

    Porque todo sistema de dominação precisa de cúmplices internos.
    E a história mostra que a opressão mais eficiente é aquela que convence alguns a lutar contra os seus.
    Os cipaios não desapareceram — eles mudaram de uniforme

    No período colonial, vestiam fardas.
    Hoje, vestem terno e gravata.

    Falam em democracia, estabilidade e boa governança.
    Discursam em fóruns internacionais, sorriem para as câmeras e assinam acordos que não beneficiam seus povos.

    São presidentes, ministros e elites políticas africanas que servem interesses estrangeiros, entregam recursos naturais, aprofundam dívidas e reprimem qualquer tentativa real de soberania. Tudo isso usando a linguagem do colonizador — agora em versão moderna.

    Antes, o chicote era visível.
    Hoje, ele vem na forma de dívida, sanções, acordos desiguais e intervenções “humanitárias”.

    E, como no passado, o sistema só funciona porque há quem aceite ser intermediário da dominação.

    Nem todo traidor usa armas.
    Alguns usam microfones.
    Nem todo cipaio prende pessoas.
    Alguns prendem o futuro inteiro de uma nação.

    Lembrar dos cipaios do passado é entender os do presente.
    Porque o colonialismo não acabou — ele apenas terceirizou o comando.

    Para você, quem são os cipaios de hoje?”
    R: (*) Sob rígido estatuto e fraternalmente, os mesmos alçados e locupletos, de sempre!
    https://www.facebook.com/share/p/1BYiDPC3sa/

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *