Piada do Ano! STF defende os gastos de Toffoli com seguranças em resort

Toffoli ficou rico e botou o dinheiro no nome do irmão pobre

Pablo Giovanni

O Supremo Tribunal Federal (STF) informou, na manhã desta sexta-feira (23/1), que os gastos com a segurança dos ministros são necessários para assegurar a proteção dos magistrados da Corte diante de ameaças, como os atos do 8 de Janeiro e a tentativa de explosão da sede da Corte.

A nota divulgada pelo STF ocorre após o Metrópoles, na coluna de Andreza Matais, revelar que o ministro Dias Toffoli, relator do inquérito do caso Banco Master, passou 168 dias no Resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), desde dezembro de 2022.

As diárias dos seguranças do ministro nessas viagens consumiram R$ 548,9 mil dos cofres públicos.

SITE DO TRF-2 – A descrição dessas diárias pagas pode ser consultada no site do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região, de São Paulo. Embora Ribeirão Claro fique no Paraná, o TRT-2 costuma enviar equipes de segurança para escoltar Toffoli quando ele está no Tayayá.

O resort é ligado a irmãos do ministro Dias Toffoli, que foram sócios do empreendimento de dezembro de 2020 a fevereiro do ano passado, após terem adquirido cotas.

A financeira Reag, investigada no STF por causa da fraude do Master, utilizou um de seus fundos para comprar a participação dos irmãos do ministro Dias Toffoli no empreendimento.

ALEGA O SUPREMO – O STF defende os gastos com segurança, alegando que os ministros “são alvos recorrentes de ameaças, materializadas por e-mails, publicações em redes sociais, tentativas de invasão das dependências do tribunal e outras ações criminosas”.

“Fatos como os atos de 8 de janeiro de 2023, o atentado a bomba ocorrido em 13 de novembro de 2024 e investigações da Polícia Federal que apuram planos concretos contra autoridades evidenciam esse cenário”, escreveu o STF, em nota.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Quem toma o prejuízo com essa gastança é o povo, que paga os impostos e a conta dos seguranças, sem que nenhum ministro do Supremo até hoje tenha sido vítima de atentado, e o tribunal funciona desde fevereiro de 1891… Mas quem se interessa? (C.N.)

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