
Lideranças serão definidas no próximo mês
Victor Ohana
Pepita Ortega
Estadão
Com o fim do recesso legislativo previsto para 2 de fevereiro, oito bancadas da Câmara dos Deputados ainda não decidiram quais parlamentares ocuparão as suas respectivas lideranças. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, são elas o PL, Republicanos, PDT, Podemos, PSDB-Cidadania, Avante e Novo, além da Maioria. Outras 16 bancadas já decidiram as suas lideranças.
O líder do PL comanda a maior bancada da Câmara, com 88 deputados. Em 2025, quem atuou na função foi o deputado Sóstenes Cavalcante (RJ). De acordo com o parlamentar, está 90% decidido que ele continuará no posto, mas na primeira semana de fevereiro serão resolvidos “os últimos detalhes”. A negociação tem sido feita com o presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, mas a palavra do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), conta.
VAGA PARA O SENADO – Caso o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) decida de fato concorrer ao Palácio do Planalto, terá de desistir da sua reeleição ao Legislativo. Dessa forma, sobrará uma vaga para o Senado pelo Rio de Janeiro. Sóstenes diz querer continuar na Câmara, mas pode ser solicitado para concorrer ao posto de senador. “Não vou dizer não ao partido e à política do meu Estado. Eu só preciso que a política decante e se consolide”, disse.
Com 44 deputados, o Republicanos, partido do presidente da Câmara, Hugo Motta (PB), é hoje liderado pelo deputado Gilberto Abramo (MG). A bancada também deve tomar uma decisão em fevereiro. Uma ala do partido diz apoiar a recondução de Abramo, mas outros parlamentares da bancada dizem haver “vários” nomes colocados.
Com 16 deputados, o PDT tem Mario Heringer (MG) como líder. Segundo parlamentares da bancada, Heringer é um líder bem aceito por todos e pode ser reconduzido ao posto, mas, segundo relatos, André Figueiredo (CE) também está cotado. Ao Estadão/Broadcast, Heringer indicou que a definição deve sair em fevereiro. Figueiredo afirmou que “ninguém colocou nome ainda”.
SEM CONSENSO – No Podemos, com 16 deputados, ainda não há decisão sobre reeleger Rodrigo Gambale (SP) à liderança. O deputado Romero Rodrigues (PB) afirmou à reportagem que o seu nome está colocado. O parlamentar foi líder da bancada em 2024. Outros membros da bancada dizem que ainda não houve consenso. Procurado, Gambale não respondeu.
Já a Federação PSDB-Cidadania, com 18 deputados, deve ser desfeita em 4 de abril. Deputados tucanos dizem que há apoio para reconduzir Adolfo Viana (BA) à liderança, mas a decisão ficou para fevereiro. Ele não respondeu à reportagem. A bancada tem 14 membros. No Cidadania, com quatro deputados, o líder deve ser Alex Manente (SP).
O Avante, com 8 deputados, também deve decidir em fevereiro se vai eleger Neto Carletto (BA) novamente à liderança. No Partido Novo, com quatro integrantes, Marcel Van Hattem (RS) pode ser reconduzido, mas o nome de Gilson Marques (SC) também é cotado.
CONCORRÊNCIA – No caso da liderança da Maioria, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) deve tentar permanecer no posto. Porém, o petista deve enfrentar concorrência. Uma delas deve ser a de Gustinho Ribeiro (SE), que está de saída do Republicanos e vai se mudar para o Progressistas. O deputado vai colocar o seu nome para a liderança da Maioria e buscar o apoio de Hugo Motta.
De acordo com avaliações na Câmara, não há vantagem em deter a liderança em ano eleitoral, o que deve induzir as bancadas a reeleger os deputados que estão nessa posição. Em 2026, a expectativa é de que os deputados trabalhem somente no primeiro semestre, para retornarem às atividades somente após a eleição.
Cada líder tem direito de representar a sua bancada com voz e voto no colégio de líderes, em reuniões com o presidente da Câmara que definem as pautas que serão votadas. Eles também orientam as votações de suas bancadas no plenário e nas comissões temáticas, com direito a um tempo maior de fala na tribuna.
O salário de R$ 30 mil pago pelo PL a um ex-ministro do ex-mito
Ex-ministro do ex-mito ganha salário bruto mensal de R$ 30 mil do PL pelo cargo de “assessor especial” (do Boy de Mogi, presidente da sigla).
Ex-ministro da Saúde do governo do ex-mito, o cardiologista Marcelo Queiroga integra a folha de pagamentos do diretório nacional do PL, partido ao qual ele é filiado.
Desde fevereiro de 2025, o bolsonarista Queiroga ganha um salário bruto mensal de R$ 30 mil.
À Justiça Eleitoral, o PL informou que o salário de Queiroga é pago com recursos públicos do fundo partidário. Oficialmente, ele é contratado como “assessor especial”.
Atualmente, o ex-ministro da Saúde ocupa o cargo de presidente estadual do PL na Paraíba, reduto político dele. Em 2026, Queiroga pretende disputar uma vaga no Senado.
Fonte: Metrópoles, Política, 01/02/2026 15:03 Por Igor Gadelha
É a farra de nomeações com a dinheirama dos fundos partidário e eleitoral.
Dá expediente diário no local ou comparece uma vez por mês para assinar a lista de presença?
Creio que tenhamos, se for possível uma saída fora da mesmice lulobolsonarista, que ter uma nova Constituição , que possibilite o resgate da República, tanto das suas instituições públicas, quanto das privadas, putreficadas por quase 20 anos de hegemonia do estorvo, chamado Aparato Petista.
Tornaram-se seitas de adoração deste múmia inútil, a maior farsa e aberração ideológica da História.
O motel bolsonarista, embora de efeito puramente léxico, “Acorda, Brasil”, saído de sua esquizo- realidade, reflete bem o que deva ser nossa pauta.
Antes que o velhaco reacionário seja reeleito e torne irreversível o atraso de 50 anos que já temos, e que promete ser de um século.
… mote bolsonarista…
Ouçam o velhaco oligarcas reacionário, atrasado, neoludita, detonando com o avanço tecnológico, o gaiato quer que o Brasil volte pra era em que se situa, a da máquina de Escrever.
https://m.youtube.com/shorts/rtpBVI4ir3I
Não há outro termo, é este merda extemporâneo que nós desgoverna.
Mas o medo da vagabundagem é este, que aconteceu no Nfpsl, em que a geração Z detonou com a burguesia corrupta”socialista” do Nepal.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g9wy3y14yo
Vermes asquerosos.
Se 8 decidem o que serve pra “khazaria”, pra que onerar com outros 505 robôs?
Que tal economizar?