
Encontro em Washington permanece sem data definida
Túlio Amâncio
G1
A demora para a realização de uma reunião presencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o líder dos Estados Unidos, Donald Trump, inicialmente prevista para meados de março, reduziu o espaço de interlocução direta entre os dois presidentes, segundo avaliam diplomatas.
Na análise de integrantes do Itamaraty, o distanciamento fez a “química esfriar” e abriu espaço para que a ala ideológica do governo norte-americano voltasse a ganhar força. Lula pretendia fazer uma visita oficial à Casa Branca, para se reunir com o presidente Trump. A ideia inicial era que o encontro em Washington ocorresse neste mês de março, mas agora tudo mudou.
SEGURANÇA PÚBLICA – Funcionários do governo Trump afirmam, sob reserva, que nomes como Marco Rubio, secretário de Estado, e Darren Beattie, assessor de Trump para políticas relacionadas ao Brasil — que chegou a pedir para visitar Jair Bolsonaro — estão conseguindo emplacar pautas dentro do governo americano. Diante do fracasso do tarifaço, essa ala passou a investir com mais intensidade no tema da segurança pública.
No governo brasileiro, a avaliação é de que é preciso reagir. Integrantes do Planalto dizem estar incomodados com a narrativa que vem ganhando força nas redes sociais de que o governo defenderia facções criminosas como o PCC e o CV.
Em caráter reservado, diplomatas mencionam o temor de que os Estados Unidos utilizem o combate ao narcotráfico e a classificação de grupos como terroristas para justificar operações militares na região.
A preocupação é, principalmente, a tentativa norte-americana de interferir em assuntos de soberania nacional. Assim, a área de comunicação prepara uma mobilização nas redes sociais — novamente com o mote da soberania — para explicar de forma didática como esse debate pode afetar a soberania nacional.
Trump está muito ocupado, não vai ficar perdendo tempo com o jacu de gaiola e suas oligarquias cleptopatrimonialistas, que, para se enforcarem, nem a corda é preciso lhes dar.
A porra-louquice é de tal forma, que a cada passo no caminho do abismo, cavam mais um buraco à frente.
Tem que se preocupar com os porcos anticivilizacionais que podem ter a bomba atômica.
Cachorro latindo pra lua, pode ser deixado de lado.
______
Do jeito que a coisa vai, nem sequer declarar apoio pro picolé de chuchu precisará.
Essa didátitica não vai funcionar…
A não ser nas regiões dominadas pelo tráfico
Sua polítca exteriro tem duas grandíssima causa, face ao mundo pegando fogo;
– garantir salvo conduto pro seu ministro imprestável ir brincar na disney com sua família,
– evitar que o PCC e Cv sejam declarados terrorsitas.
O resto que se dane.
A guerra envolvendo o Irã tem impacto direto nos preços de insumos no Brasil, principalmente porque muitos insumos agrícolas e energéticos vêm do Oriente Médio ou passam por rotas comerciais estratégicas da região, como o Estreito de Ormuz. O Brasil, fortemente dependente de importações de insumos e energia, torna-se especialmente vulnerável a choques nesse mercado.
________________________________________
1) Fertilizantes (impacto mais imediato)
O Brasil é fortemente dependente de fertilizantes importados: cerca de 85% dos fertilizantes utilizados no país vêm do exterior, muitos provenientes ou transportados a partir do Oriente Médio.
• A região responde por cerca de 15% da produção mundial de ureia, fertilizante nitrogenado fundamental para a produtividade agrícola.
• Grande parte desses insumos passa pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica ameaçada pelo conflito.
Efeitos já observados no mercado internacional:
• A ureia já subiu cerca de 33% no Brasil desde o início da escalada do conflito.
• O preço internacional da ureia saltou aproximadamente de US$ 487 para cerca de US$ 700 por tonelada em curto período.
Consequências para o agronegócio brasileiro:
• aumento do custo de produção de soja, milho, trigo e algodão
• risco de encarecimento dos alimentos no mercado interno
• pressão sobre a rentabilidade do setor agrícola.
________________________________________
2) Combustíveis (diesel e gasolina)
A guerra também pressiona o preço internacional do petróleo, já que o Golfo Pérsico concentra uma parcela significativa da produção mundial.
• O preço do petróleo chegou a subir mais de 40% em alguns momentos da crise, elevando temores de uma nova crise energética global.
Impacto direto no Brasil:
• agricultores dependem fortemente de diesel para tratores, colheita e transporte
• cerca de 30% do diesel consumido no país é importado, o que torna o Brasil sensível às oscilações externas.
Consequência econômica:
• aumento do custo de produção agrícola
• encarecimento do transporte de alimentos e mercadorias
• pressão inflacionária.
________________________________________
3) Frete marítimo e logística internacional
O conflito eleva o risco no transporte marítimo global.
Principais efeitos:
• aumento dos seguros marítimos
• fretes mais caros
• possíveis desvios de rotas comerciais para evitar zonas de conflito.
Isso encarece a importação de:
• fertilizantes
• insumos químicos
• produtos industriais.
Também pode afetar exportações brasileiras de grãos, aumentando o custo logístico.
________________________________________
4) Petroquímica e insumos industriais
O Brasil também depende de insumos petroquímicos importados.
Com o petróleo mais caro, sobem os preços de:
• plásticos e resinas industriais
• defensivos agrícolas
• produtos químicos industriais.
Esses aumentos acabam sendo repassados para vários setores produtivos, desde a agricultura até a indústria de bens de consumo.
________________________________________
✅ Resumo dos impactos nos insumos no Brasil
1. Fertilizantes: alta significativa de preços e risco de escassez.
2. Combustíveis: aumento do diesel e do custo logístico.
3. Frete internacional: encarecimento das importações.
4. Insumos petroquímicos: aumento de custos industriais.
➡️ Resultado provável: pressão inflacionária na produção agrícola e nos alimentos, além de aumento de custos em diversos setores da economia brasileira.
(ChatGpt)
A propósito da guerra, Trumop fez um ataque na Ilha de Kharg, responsável pela produção de 90% do petróleo iraniano,
https://www.terra.com.br/noticias/mundo/videos/trump-divulga-imagens-de-ataque-a-ilha-de-kharg-no-ira,0c391b2b6acdc0b897184d9e9c45f5edp9afoi3y.html
Não atingiu a produção petrolífera, só avisou pros porra-loucas, que pode o fazer.
Ou seja, mostrou a imensa vulnerabilidade da ilha.
https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/por-que-a-ilha-de-kharg-alvo-de-ataques-dos-eua-e-importante-para-o-ira/
Creio que com uns porcos anticivilizacionais, porra-loucas, como os aiatolás, os EUA vai ter que os transformar em pó.
A estratégia é controlar, com tropas terrestres, a produção petrolífera, podendo permitir seu fluxo e estrangular a economia iraniana.
https://tvi.iol.pt/noticias/videos/forca-anfibia-dos-eua-vai-controlar-a-ilha-por-onde-o-irao-tira-todo-o-petroleo-do-seu-territorio/69b5b3310cf27f6588a669fd
Não a produção, mas seu escoamento.
Uma guerra terrestre total, seria catastrófico pros EUA, mas esta ilha é extremamente vulnerável.
Resumo do impacto se os Estados Unidos dominarem a Ilha de Kharg:
1. Queda das exportações do Irã
Cerca de 80–90% do petróleo exportado passa por Kharg. Controlar a ilha praticamente bloquearia as vendas externas de petróleo.
2. Perda massiva de receita para o governo iraniano
O país poderia perder dezenas de bilhões de dólares por ano, enfraquecendo o orçamento estatal e a capacidade de financiar operações militares.
3. Pressão econômica e política interna
A redução de divisas poderia gerar crise fiscal, inflação e pressão política interna no Irã.
4. Impacto no mercado mundial de petróleo
A retirada de até cerca de 1–2 milhões de barris por dia do mercado tende a elevar os preços globais do petróleo.
5. Escalada militar regional
O Irã poderia responder com ações no Estreito de Ormuz ou ataques indiretos na região do Golfo Pérsico, ampliando o conflito.
✅ Em síntese
Dominar Kharg não daria aos EUA controle da produção de petróleo iraniana, mas atingiria diretamente a principal fonte de receita externa do Irã, causando forte impacto econômico e estratégico.
(ChatGpt)
O Irã poderia perder algo em torno de US$ 100 a 120 milhões por dia, ou cerca de US$ 40 bilhões por ano em receita. Ou seja, controlar Kharg não daria aos EUA os campos de petróleo, mas permitiria bloquear a principal fonte de divisas da economia iraniana.
Isso reduziria drasticamente a capacidade do governo de financiar operações militares, comprar equipamentos, sustentar forças armadas e apoiar aliados regionais, enfraquecendo o esforço de guerra no médio prazo. Em outras palavras, atingir Kharg significaria atingir diretamente a principal fonte de dinheiro do Irã para sustentar um conflito prolongado.
(ChatGpt)
A Economia do Irá já não está lá estas coisas.
A economia do Irã já está fragilizada antes mesmo de qualquer perda da Ilha de Kharg. O país enfrenta inflação alta, crescimento quase nulo e forte dependência das exportações de petróleo.
Situação atual da economia iraniana
• Inflação: cerca de 40–45% ao ano. (Anadolu Ajansı)
• Crescimento econômico: quase estagnado, perto de 0,3–0,6%. (Anadolu Ajansı)
• Déficit público: cerca de 6% do PIB. (Anadolu Ajansı)
• Receita do petróleo: aproximadamente US$ 50–60 bilhões por ano. (Anadolu Ajansı)
• Exportações de petróleo de 1,1 a 1,5 milhão de barris por dia. (Reuters)
Além disso, sanções internacionais limitam comércio, investimentos e acesso a moeda forte.
Impacto se a Ilha de Kharg fosse ocupada
A Ilha de Kharg processa cerca de 90% das exportações de petróleo iranianas. (Reuters)
Se ela fosse ocupada ou bloqueada:
1. Queda imediata da principal receita externa
O Irã poderia perder US$ 35–50 bilhões por ano.
2. Crise fiscal do governo
O orçamento estatal depende muito do petróleo; sem essa receita, o déficit explodiria.
3. Dificuldade de financiar a guerra
Menos recursos para:
o forças armadas
o compra de armas
o apoio a aliados regionais.
4. Pressão econômica interna
Provável:
o desvalorização maior da moeda
o inflação ainda mais alta
o aumento de protestos sociais.
✅ Conclusão:
Como a economia iraniana já está frágil e depende do petróleo, perder Kharg poderia cortar a principal fonte de divisas do país, enfraquecendo seriamente sua capacidade de sustentar uma guerra prolongada.
(ChatGpt)
E os vermes perderiam o que realmente defendem: seus interesses econômicos particularíssimos.
Com base em notícias recentes de março de 2026, a fortuna da família Khamenei, focada principalmente em
Ali Khamenei (ex-líder supremo, reportado como falecido/removido) e seu filho Mojtaba Khamenei (novo líder supremo), é descrita como vasta, opaca e construída sobre o controle de ativos estatais iranianos.
Aqui está um resumo:
Valores Estimados (Ali Khamenei): Estimativas internacionais indicaram que a fortuna controlada por Ali Khamenei poderia chegar a centenas de bilhões de dólares. Alguns relatórios mencionam um valor de 200 a 300 bilhões de dólares, superando o próprio orçamento estatal do Irã.
Origem da Riqueza: A riqueza é vinculada ao controle de fundos de caridade (como o Setad) e ao setor de petróleo e imóveis, controlados indiretamente através de uma rede de empresas de fachada e aliados políticos.
Mojtaba Khamenei (Novo Líder): Mojtaba Khamenei, eleito em março de 2026 como o novo líder supremo, é apontado como detentor de uma fortuna multimilionária, incluindo imóveis de luxo no exterior, como uma mansão em Londres e uma vila em Dubai.
Esconderijo de Ativos: Relatórios indicam que o novo líder, Mojtaba, mantinha boa parte de sua riqueza em bancos europeus e ativos imobiliários em grandes metrópoles ocidentais.
Contraponto: Relatos divergem, com algumas fontes indicando, no contexto da mudança de poder em 2026, que os novos líderes estariam sob pressões financeiras, mas a narrativa principal foca na herança massiva acumulada nas últimas décadas.
Nota: As informações financeiras sobre o regime iraniano são frequentemente difíceis de verificar de forma independente devido à falta de transparência.
Por isto nossos porcos se identificam tanto com eles.
90% do escoamento, não da produção.
Uma imensa derrapada estratégica.
https://timesbrasil.com.br/mundo/eua-reforcam-presenca-militar-e-enviam-2-500-fuzileiros-navais-a-guerra-contra-o-ira/
Sim — 2.500 militares é praticamente o tamanho padrão de uma unidade usada pelos EUA para operações rápidas de guerra, chamada Marine Expeditionary Unit (MEU) do United States Marine Corps.
Estrutura dessa força (aprox. 2.200–2.500 militares)
Uma MEU normalmente inclui quatro componentes:
1️⃣ Infantaria de assalto
• cerca de 1.000 a 1.200 fuzileiros
• capazes de desembarque anfíbio ou por helicóptero.
2️⃣ Aviação
• helicópteros de ataque
• helicópteros de transporte
• aviões de decolagem curta.
3️⃣ Blindados leves e artilharia
• veículos anfíbios
• artilharia móvel
• sistemas antiaéreos.
4️⃣ Logística
• combustível
• munição
• hospitais de campanha
• engenharia militar.
O que uma força desse tamanho consegue fazer
Uma MEU é projetada para:
• tomar portos ou ilhas pequenas
• destruir instalações estratégicas
• proteger bases
• evacuar civis
• realizar ataques rápidos
Por isso ela costuma operar a partir de navios anfíbios de assalto.
Aplicação no caso da ilha de Kharg
A Kharg Island tem cerca de 8 km de comprimento e concentra os principais terminais de petróleo do Irã no Persian Gulf.
Uma força de 2.500 marines seria suficiente para:
• desembarcar rapidamente
• tomar os terminais petrolíferos
• controlar os tanques de armazenamento
• neutralizar defesas locais.
Por que analistas prestam atenção nesse número
Porque 2.500 soldados não é um número aleatório:
• é exatamente o tamanho de uma força de assalto anfíbio padrão dos EUA
• criada para operações rápidas contra ilhas ou portos estratégicos.
Conclusão
O envio de cerca de 2.500 marines não significa automaticamente uma invasão, mas é o tipo de força que os EUA usam quando querem ter capacidade imediata de tomar um alvo estratégico, como a Kharg Island ou outro ponto crítico do Persian Gulf.
✅ Por isso muitos analistas militares consideram o movimento um sinal de preparação para cenários mais duros da guerra.
(ChatGpt)
Esperemos os próximo capítulos.
Parece-me que so destruir as instalçoes militares da ilha, não teria nenhum sentido se não fosse para a ocupar.
Só não sei como as tropas seriam protegidas pelos ataques iranianos.
Para entender o bó.
https://www.google.com/search?client=firefox-b-d&hs=G4qU&sca_esv=a598d55f83047397&udm=7&fbs=ADc_l-acAb_3MMOAUx0zmbUpgBqRiigBgL2I_pgQa-94zvB054Dys3s2x_Qm_GJcU2DlSXgs4i471_5vbbrE24Q_ZqrCUvC65wQiDXqJGL6DOkSoih817mMGJFEycYxdLYeuTkHWRIGiX4si90nwSjtCNvWT9Kt1eTY6Cg_I8crdxqkrseCRyFxNeWv4qn78qyGjRZRSFKvqkBdxTILqLckCOLDGX-tKZA&q=ieua+marines&sa=X&ved=2ahUKEwiupMqZpKCTAxUDMjUKHZWINMwQtKgLegQIFRAB#fpstate=ive&vld=cid:a7b6bb1d,vid:zL9JAWdFv8o,st:0
A fórmula básica é: 1 milha equivale a 1,60934 quilômetros. Isso significa que, para transformar milhas em quilômetros, basta multiplicar o número de milhas por 1,60934.
Esse cara só gosta de ditadores