
Tarcísio visita hoje Bolsonaro para dar apoio a Flávio
Joana Cunha
Folha
Apesar de ser considerado o preferido do empresariado para disputar a eleição presidencial deste ano, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), tem gerado pouca mobilização de altos executivos e donos de empresas em torno de uma eventual candidatura.
Na sexta-feira (23), ele voltou a declarar que não vai concorrer à Presidência neste ano e prometeu apoiar o nome de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para o pleito, o que atrapalha a aproximação de Tarcísio com os representantes do setor privado que o estimulam a entrar na disputa.
DISTÂNCIA – Empresários ouvidos pela Folha afirmam que ele vem mantendo distância desse tipo de conversa e não tem incentivado encontros para tratar do assunto. Alguns, porém, avaliam que ainda é cedo para traçar cenários.
“Acredito que Tarcísio não se lançará candidato sem o aval de Bolsonaro. Mas, se as pesquisas não demostrarem força da candidatura de Flávio, vejo boas chances de Tarcísio vir a ser indicado. E, nesse caso, acredito que aceitaria”, diz o empresário Antonio Carlos Pipponzi, membro do conselho administrativo do grupo RD Saúde, que reúne as marcas Raia e Drogasil.
De acordo com o presidente de uma multinacional que pediu para não ter o seu nome divulgado, seus colegas no setor privado estão atualmente divididos em três perspectivas para a eleição de 2026: um grupo menor defende a volta da ala mais radical do bolsonarismo, um grupo decrescente ainda torce por uma candidatura de Tarcísio e um terceiro grupo espera o surgimento de novos candidatos.
REAJUSTE – Esses agrupamentos parecem ter começado a se reajustar depois da movimentação mais recente do governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), que reforçou sua disposição de entrar na disputa, desinflando parte do favoritismo empresarial em torno do governador de São Paulo.
O banqueiro André Esteves, do BTG, é apontado como um dos maiores entusiastas da candidatura de Tarcísio para a corrida ao Planalto. Para alguns de seus apoiadores, o governador mostra habilidade política ao evitar confronto com o clã Bolsonaro, porque pode herdar seu eleitorado. Procurado para comentar, Esteves não quis falar.
O dirigente de uma grande indústria que também não quis ter seu nome divulgado afirma que uma fatia do empresariado mais avessa ao bolsonarismo está incomodada com a “subserviência” que Tarcísio vem demonstrando à família do ex-presidente.
IDAS E VINDAS – Esse aborrecimento cresceu após as idas e vindas do governador de São Paulo, que marcou e desmarcou uma visita a Jair Bolsonaro na Papudinha, e em seguida discursou prometendo apoio a Flávio Bolsonaro. Ele afirma que visitará o padrinho político na prisão nesta quinta-feira (29).
A avaliação é que o avanço do nome de Ratinho Jr. como possível candidato alimenta as esperanças dos empresários que não querem ver uma reeleição de Lula (PT), mas também rejeitam o bolsonarismo representado por Flávio e Tarcísio.
Nesse contexto, o governador do Paraná é visto como um nome mais independente de Bolsonaro, com menor rejeição e capaz de unir a direita sem ter de endossar o ex-presidente.
ALTERNATIVA – O nome do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), também é citado nas conversas do empresariado como alternativa favorável para a disputa, embora seja visto com menor chance de evoluir nas pesquisas. “Com a decisão de Tarcísio de concorrer à reeleição em São Paulo, a centro-direita vai migrar para a candidatura de Ratinho Jr., a única opção competitiva em um eventual segundo turno”, diz o banqueiro Ricardo Lacerda, fundador do BR Partners.
Os discursos de candidatos mais apreciados pelo empresariado são aqueles que defendem uma visão mais liberal na economia, com responsabilidade fiscal, Estado enxuto, privatizações e redução de juros. Mas a rejeição ao cenário polarizado, que prevaleceu nas eleições de 2018 e 2022, deve ser prioridade neste ano, dizem empresários.
INDIGNAÇÃO – “A sociedade não está apática vendo tantos escândalos. Está indignada e uma grande parte busca um candidato moderado que tenha uma nova visão para o Brasil, afastada do radicalismo e do populismo”, diz Fábio Barbosa, que presidiu instituições como Santander e Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e hoje segue como membro de conselhos de administração de companhias como Ambev e Natura.
Laércio Cosentino, presidente do conselho da Totvs, diz que em 2026 o objetivo é ter pessoas capazes de pacificar o Brasil. “Precisamos deixar a ideologia de lado e cobrar bons nomes com um plano de país. O nome do Tarcisio pode ser uma opção, desde que seja possível focar na pacificação. Não sei se é utopia, mas o povo deveria escolher planos de governo e não somente nomes”, diz Cosentino.
Ex-mito (ainda) manda e seus paus-mandados têm que obedecer
Assim como Tarcínico foi convocado pelo ex-mito para ir à Papudinha receber ordens diretas para empenhar-se na campanha do Rachadinha e não ficar só fazendo ‘corpo mole’, o Valdemar também recebeu ordens diretamente do ex-mito para integrar-se à campanha do filho, e não ficar só com ‘conversa mole’.
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Incomunicável, o ex-mito?
Incomunicável está o Maduro na Metropolitan Detention Center, em Nova York!
BRASIL ‘’DE MAIORIA CRISTÃ DE BOLSONARO’’. A VERDADE: JESUS CRISTO JAMAIS PASSOU DE UMA LATRINA ONDE OS CRISTÃOS DEFECAM E DESCARREGAM SEUS PECADOS! ‘’Dizei uma só palavra e sua alma será salva’’! ‘’Jesus Cristo foi sacrificado na cruz para expiar os pecados da humanidade, pagando a dívida da desobediência humana e oferecendo salvação como um dom da graça divina’’. ‘’Não existe pecado, por pior que seja, que não possa ser perdoado por Deus, exceto a blasfêmia contra o Espírito Santo’’. Religião feita sob medida para o povo cristão brasileiro, como um todo, seu país corrupto, seu Estado irresponsável e omisso, sua República das Diretas-já criminosa, onde reina há 40 anos o caos, a anarquia, a vergonha, a corrupção, a criminalidade e a impunidade! Continuem comercializando, maltratando, abandonando os inocentes cãezinhos, canalhas, facínoras malditos. Os cães são outras vítimas inocentes devastadas, torturadas, exterminadas sadicamente pelo Homem maldito irracional, fanático religioso, hipócrita. Há 30 mil anos esses pobres animais foram abduzidos de seu ambiente natural e escravizados pelos malditos seres humanos, a espécie mais brutal, irracional, pérfida, escravista, sanguinária, diabólica, maquiavélica, dentre todas as demais espécies! Sinto muito, cãozinho ‘’Orelha’’, mas os cidadãos do bem não podem fazer nada neste maldito país da criminalidade e da impunidade! Estamos todos, cidadãos do bem, de mãos amarradas frente às urnas eletrônicas, há 40 anos, vendo reinar a corrupção, a criminalidade hedionda, a falta de vergonha na cara dos eleitos, dos concursados e aprovados do Poder Judiciário! Injustiça ampla, geral e irrestrita, tanto para cidadãos do bem quanto para os pobres e indefesos animais, tanto aqueles da floreta quanto aqueles jogados nas ruas para seres devorados pelas doenças e esmagados no trânsito! Mas, não nos desesperemos, confiemos no ‘’país não laico de maioria cristã’’ de Bolsonaro e de seus nazistas evangélicos! Confiemos nos malditos comunistas psicopatas e sociopatas de Lula-lá, que se vangloriam da soltura de 50% dos facínoras em audiências de custódia! Como toda essa porcaria, de 40 anos, de nazistas evangélicos e comunistas cristãos, todos sabemos como vai acabar, só não sabemos quando! Será a ditadura apocalíptica mais brutal da história do Brasil. Depois, não fiquem chorando, com ‘’mi-mi-mis’’, com suas narrativas sobre tortura e prisões no meio da madrugada! É isso aí, cristãozinhos brasileiros anarquistas e nazistas hipócritas! É o arrebatamento que vai chegar em breve na forma de brutal e apocalíptica ditadura para colocar ordem numa latrina cristã chamada Brasil! Ela chegará por mãos seculares, já que Jesus Cristo se recusa a voltar para fazer seu trabalho, seu ‘’arrebatamento’’! LUÍS CARLOS BALREIRA. PRESIDENTE MUNDIAL DA LEGIÃO CIENTÍFICA BRASILEIRA
“Laércio Cosentino, presidente do conselho da Totvs, diz que em 2026 o objetivo é ter pessoas capazes de pacificar o Brasil. “Precisamos deixar a ideologia de lado e cobrar bons nomes com um plano de país. O nome do Tarcisio pode ser uma opção, desde que seja possível focar na pacificação. Não sei se é utopia, mas o povo deveria escolher planos de governo e não somente nomes”, diz Cosentino.” Como diria o saudoso Pe. Quevedo, o eterno caçador de charlatões, ISSO “NON ECZISTE”, na plutocracia putrefata com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, com quase tudo cooptado pelo dinheiro, sob a qual, na real, no frigir dos ovos, o povo não escolhe nada, pelo contrário é obrigado a votar na escolha prévia feita pelos donos de partidos e dos pesqueiro$, conduzido pela “imprensa” falada, escrita e televisionada dos me$mo$, a serviço dos me$mo$, que se compras em escolher apenas aquele que melhor segura a vaca Salomé para a bezerrada de ouro continuar mamando à vontade…
Submisso ao ex-mito, Tarcínico não tem dependência política e nem identidade própria, afirma Kassab
‘Gratidão é uma coisa, submissão (e sujeição) é outra’, diz Kassab sobre relação submissa de Tarcínico com o ex-mito.
Secretário e ‘aliado’ do governador afirma que reconhecimento ao ex-presidente não pode se confundir com dependência política e cobra identidade própria
Gilberto Kassab afirmou, hoje, que Tarcínico precisa deixar clara a diferença entre gratidão política e submissão (sujeição) ao ex-mito.
Segundo Kassab, (…) Tarcínico (…) precisa avançar na construção de uma identidade própria. “Uma coisa é gratidão, reconhecimento, lealdade; outra coisa é submissão (sujeição/subordinação)”, disse em entrevista ao UOL News.
Para Kassab, os gestos de reconhecimento ao ex-mito são importantes, mas não substituem a afirmação de autonomia política.
As declarações de Gilberto Kassab ocorrem na esteira da desistência do governador Tarcínico de disputar a Presidência da República. (…) Tarcínico recuou da ideia após o ex-mito indicar o filho Flávio Rachadinha, como seu sucessor na corrida ao Palácio do Planalto.
Com a saída de cena de Tarcínico, o PSD, partido presidido por Kassab, passou a trabalhar com três nomes como possíveis candidatos à Presidência: Eduardo Leite, Ronaldo Caiado e Ratinho Jr. (e quem mais aparecer).
Fonte: O Estado de S. Paulo, Política, 29/01/2026 | 13h57 Por Vanessa Araujo
Kassab carimbou a testa de Tarcínico como fantoche do ex-mito, definitivamente.