O vale-tudo das emendas, os penduricalhos e um STF sem freios também ferem a democracia

17 thoughts on “O vale-tudo das emendas, os penduricalhos e um STF sem freios também ferem a democracia

  1. Dino, determinará o congelamento do Teto, até que o mínimo alcance e se torne seu religioso e perene dízimo!?
    Reabilitarão suas mortificadas conscièncias?

  2. No nosso socialismo selvagem, o papel de censor é muito mais lucrativo do que no mundo da produção real, vejamos:

    O setor de energia, especialmente projetos de energia solar e elétrica em escala, é atualmente o mais lucrativo e previsível do Brasil.

    Com margens líquidas médias entre 25% e 35%, contratos de longo prazo e demanda contínua, o segmento permite retornos consistentes ao investidor.

    Projetos bem estruturados exigem investimento inicial entre R$ 90 milhões e R$ 130 milhões e podem gerar lucros acumulados relevantes já a partir dos primeiros anos de operação, com potencial de atingir R$ 129 milhões de lucro no médio prazo, de forma segura e sustentável.

  3. O Socialismo Selvagem, nosso atual regime político, é o sistema onde todos os cidadãos são assaltados simultaneamente, cada qual contribuindo democraticamente, de acordo com sua capacidade tributária, para manter a extorsão de todos, indistintamente, pelas oligarquias cleptopatrimonialistas, através da privatização do Estado.

  4. Salário máximo do servidor público deveria ser de 20 salários mínimos. Ponto final. Para recrutar apenas uma prova não basta. Todos devem obrigatoriamente passar pela ESAF (escola de administração pública) antes de ingressar no estágio probatório. A diferença entre o maior e o menor salário do serviço público tem que diminuir. A qualificação tem que ser constante durante toda a carreira do servidor pois as profissões estão mudando e até se extinguindo numa velocidade grande.

  5. Juiz no Brasil não tem absolutamente nada de servidor.

    Servidor para eles é xingamento.

    Sinônimo de trabalhador.

    De uma casta inferior.

    Eles são os donos do Estado.

    Agentes políticos vitalícios, sem voto e acima da Lei e da Constituição que rasgam todos os dias.

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