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Em fim de governo, Haddad resolveu descobrir o óbvio
Pedro do Coutto
Fernando Haddad passou a defender, com mais clareza e intenção política, a necessidade de uma nova arquitetura para os gastos da máquina pública no Brasil. A fala, feita em ambiente econômico qualificado e acompanhada de perto por analistas e agentes do mercado, não foi um improviso retórico, mas um movimento calculado dentro de um debate maior: como reorganizar o Estado brasileiro para torná-lo socialmente eficiente e fiscalmente sustentável ao mesmo tempo. Ao sugerir a revisão estrutural dos programas sociais, Haddad sinaliza que o país pode estar diante de um embrião de política fiscal para um eventual novo ciclo de governo Lula, caso a reeleição se confirme.
A proposta não parte do zero. Ela dialoga com experiências anteriores, especialmente a consolidação do Bolsa Família nos primeiros governos petistas, quando diferentes iniciativas dispersas foram integradas em um sistema mais racional, com foco claro na redução da pobreza e mecanismos de controle mais definidos. O que Haddad sugere agora é uma atualização desse modelo diante de uma realidade mais complexa: múltiplos benefícios coexistindo, pressões orçamentárias crescentes e um arcabouço fiscal que impõe limites concretos à expansão das despesas.
Desde a substituição do teto de gastos pelo novo regime fiscal, o governo tenta equilibrar duas forças permanentes na economia brasileira: a demanda social por políticas públicas robustas e a necessidade de previsibilidade nas contas públicas. Haddad, que construiu sua gestão com forte preocupação em recuperar credibilidade fiscal após anos de instabilidade, parece entender que não haverá espaço político nem econômico para ampliar programas sem antes redesenhar a engrenagem que os sustenta. A nova arquitetura, portanto, não é sinônimo automático de corte, mas de reorganização — e essa diferença é central.
Nos bastidores, a leitura é que o ministro busca antecipar um debate que inevitavelmente ganharia corpo em 2026. Ao tratar do tema ainda como estudo técnico, ele evita tensionar prematuramente a base política e sinaliza prudência ao presidente. Mas o gesto é estratégico: coloca Haddad no papel de formulador de um projeto de médio prazo, não apenas de gestor do dia a dia fiscal. Em um cenário de reeleição, a discussão sobre como financiar e estruturar políticas sociais de forma permanente será incontornável.
O desafio, contudo, é político tanto quanto técnico. Mexer na arquitetura dos gastos significa lidar com interesses consolidados, corporações organizadas e expectativas da população mais vulnerável. Qualquer proposta que soe como redução de benefícios encontrará resistência imediata. Por outro lado, ignorar a necessidade de racionalização pode comprometer a sustentabilidade do próprio modelo social que o governo afirma defender. É um equilíbrio delicado entre eficiência e proteção.
Haddad parece apostar que maturidade institucional e diálogo técnico podem pavimentar esse caminho. A sinalização ao mercado é clara: responsabilidade fiscal permanece no centro da estratégia econômica. A mensagem à base social também busca ser inequívoca: reorganizar não é abandonar, mas fortalecer. Se a proposta evoluir para algo concreto, o Brasil poderá assistir a uma nova tentativa de conciliar crescimento, justiça social e estabilidade macroeconômica — uma equação historicamente difícil no país.
Mais do que uma simples fala de ocasião, a defesa de uma nova arquitetura de gastos indica que o debate fiscal brasileiro pode estar entrando em uma fase mais estrutural. O que está em jogo não é apenas o desenho de programas sociais, mas o modelo de Estado que o país pretende sustentar na próxima década.
O prefeitozinho de m*****a abriu as Portas dos Zinfers…..
“….Moradores temem superlotação em bairros no Carnaval de SP: ‘Está no limite’…
Haddad e a esposa enriquecem recebendo seis rendimentos públicos mensais
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Essa da mulher de Haddad é de lascar. O casal tem hoje seis fontes de renda de recursos públicos. Ana Estela é professora da USP, trabalha no ministério da Saúde e é conselheira da Dataprev. O maridão é ministro, professor da USP e atua no Conselho de Itaipu, cuja remuneração é sigilosa, mas sabe-se que está por volta de R$ 34 mil mensais, para nada fazer. Além, disso, Haddad tem cartão corporativo sem limite. Também são conselheiros de Itaipu os ministros Alexandre Silveira (Minas e Energia), Rui Costa (Casa Civil), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Esther Dweck (Gestão e Inovação). Como se vê, os petistas são roedores insaciáveis, especializados em consumir verbas públicas. (C.N.)
A disputa eleitoreira, que não tem qualquer indício de equacionar e resolvar nossos graves problemas estruturais, será entre os nagacionismos científicos.
De um, o bolsonarismo com sua negação da engenharia genética, que reduziu a produção de uma vacina, vide a da Covid, de 30 anos para 2.
Do outro, o luilopetismo, que vê na Inteligência Artificial uma ameaça, tal como os ludistas viam nas máquinas da Revolução Industrial.
A diferença é que o Lula tem a chancela da pilantragem oligarca “intelectual”, os gênios imbecilizados, que transformaram a Academia em linha de produção de imbecis diplomados, adoradores do farsante Lula.
É a ignorância laureada, chancelada e diplomada!
Não é possivel se ter debate com estes tipos de gente.
Até agora não consegui os colocar em que linha da História, se na Idade Média um, ou se em meados do século passado, outro.
O que acham sobre este atraso, onde estão na linha retrógada da História?
Não posso responder. Não tomei a corona – a queridinha de dez entre dez comunistas – nem a pfizer ou outra qualquer. Idem para a influenza.
O pessoal da AIDS espera pela vacina desde 1979.
Informática ? Jamais teremos algo produzido por brasileiros como este: https://www.instagram.com/reels/DRTSa4kjKfP/
Sr. Pedro
O Roedor Insaciável foi um dos piores prefeitos de SP, seguido por dona Erundina, e Marta Suplicy.
Perdeu no primeiro turno para o irmão mais velho do PSDBandido…..
Esse pulha quem pegar e trucidar quem foi que inventou o trabalho……
7 barbaridades de Fernando Haddad das quais jamais esqueceremos
Uma lista esperta para entender por que a popularidade do prefeito de São Paulo é a pior entre os governantes das principais capitais do país
https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-fucs/noticia/2015/02/7-bbarbaridades-de-fernando-haddadb-das-quais-jamais-esqueceremos.html
aquele abraço
Caso Epstein: documentos revelam que bilionário americano tinha CPF brasileiro https://exame.com/brasil/caso-epstein-documentos-revelam-que-bilionario-americano-tinha-cpf-brasileiro/
HÁ CERCA DE 40 ANOS, cheguei à conclusão que Lula chegou apenas agora, depois de 5 mandatos do lulismo, enfim, antes tarde do que nunca, admitiu em público que a política encontra-se excessivamente mercantilizada e apodrecida, que as eleições tornam-se caras demais. Daí me deis ao trabalho de elaborar e defender uma mega solução, via evolução, para o país, a política, vida e a convivência pacífica do conjunto da população, como alternativa a tudo isso que já estava aí com prazo de validade vencido há muito tempo, que apelidei de RPL-PNBC-DD-ME, ao passo em que Lula, FHC e CIA passaram a advogar as eleições diretas para presidente como solução, e deu no que deu, ou seja, no estado de coisa$ e coiso$ que aí está, cuja tendência é piorar cadê mais, infeliz e desgraçadamente. O fato é que a república do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, forjada, protagonizada e desfrutada pelos me$mo$ há 136 anos, revelada com o tem como uma espécie de complexo de ditaduras setoriais, com cada uma fazendo o que lhe dá na telha, estimuladas pela plutocracia putrefata com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, made in USA, fantasiada de democracia apenas locupletar espertos e ludibriar a crédula, tola e indefesa freguesia da dita-cuja, que, no Brasil, há muito tempo, transpira decadência terminal por todos os poros, e não será com a simples troca de governantes, como se faz há 136 anos, em vão, que a problemática gerada pela dita-cuja será resolvida. https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2026/02/7350100-lula-afirma-que-politica-apodreceu-e-critica-mercantilizacao-eleitoral.html