
Charge do Zé Dassilva (NSC Total)
Gustavo Zeitel
Folha
Ao tomar para si o posto de herdeiro legítimo do bolsonarismo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) indicou, tratando a sua candidatura como irreversível, que a próxima corrida eleitoral pode reeditar o antagonismo de sua família com o presidente Lula (PT). O filho Zero Um de Jair Bolsonaro acabou por reavivar, assim, um antigo desejo de alguns segmentos da população: a terceira via.
O desejo, antes inconfessável, torna-se realidade por meio de uma série de iniciativas. De início, há o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) o, preferido do centrão. Em paralelo, o deputado federal Aécio Neves, recém-empossado presidente do PSDB, afirma que organizará um movimento por um nome de centro-direita. Há também o partido do MBL, o Missão, além da possibilidade de surgir um outsider. Cientistas políticos dizem, no entanto, ser improvável que a terceira via vingue, seja com um nome da política institucional ou com alguém de fora dela.
REFÉM DO BOLSONARISMO – “Não podemos deixar que o Brasil fique refém do bolsonarismo e do lulismo. Esse é o momento de fazermos um chamamento de partidos que não se conformam com escolhas tão rasas”, diz Aécio, rejeitando ser ele próprio candidato à presidência novamente, depois de 2014. “O PSDB é hoje uma ilha programática num oceano de partidos pragmáticos. O Congresso está ficando um espaço insalubre.”
Ocorre que, nos últimos anos, o partido se tornou irrelevante, com baixa representação e sem identidade. Aécio minimiza a derrocada da sigla e a malfadada fusão com o Podemos, paralisada devido a desacordos sobre quem a presidiria. “Passamos por uma lipoaspiração e estamos voltando mais esbeltos”, diz ele, em referência à diminuição do tamanho do partido.
Em 2022, o PSDB elegeu somente 13 deputados, três senadores, três governadores e 270 prefeitos. O movimento liderado por Aécio se soma a outras iniciativas, a principal delas formada por governadores de direita, tentando se desvencilhar do bolsonarismo.
FAVORITO – Tarcísio é visto como o favorito do grupo —ele próprio admitiu a hipótese de haver mais de um candidato de direita. Ao mesmo tempo, o líder do PP na Câmara, deputado doutor Luizinho (RJ) afirmou, em entrevista à Folha, que seu partido agora se sente livre para construir uma candidatura não bolsonarista. O cenário torna-se ainda mais complexo diante do lançamento do Missão, o partido do MBL, que fará uma oposição de direita ao bolsonarismo em 2026.
Fundador do MBL, Renan Santos afirmou que o Missão terá candidaturas ao Planalto, ao Congresso, e em ao menos seis estados. Existe ainda a possibilidade do surgimento de um outsider, ou seja, uma figura supostamente sem ligação com a política institucional.
No mês passado, uma pesquisa realizada pela Quaest indicou que 24% do eleitorado prefere votar em um candidato sem relação com Lula ou Bolsonaro. A hipótese de um outsider assusta quem está dentro dos partidos. “Eu acho perigoso. Concordo que temos de renovar os quadros, mas não negar a política”, afirma Aécio.
OUTSIDER – A visão sobre o tema não é tão diferente assim na esquerda. “Acho que, desde 2018, vivemos em uma conjuntura com esse fenômeno recorrente. Com a direita dividida, acho que pode surgir então um outsider, a possibilidade não está descartada”, conta Paula Coradi, presidente do PSOL.
O influenciador Pablo Marçal chegou a defender que um outsider —assim como ele foi, no ano passado, durante as eleições para a prefeitura de São Paulo— surja para disputar o Planalto. Quem estuda ciência política diz, no entanto, que, apesar das pesquisas mostrarem demanda, as chances de uma terceira via são reduzidas, tanto para os partidos tradicionais quanto para um outsider.
TERCEIRA VIA – Professor de ciência política da UFFRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), Leonardo Belinelli afirma que o momento positivo de Lula e a influência de Bolsonaro, mesmo preso, impedem o fortalecimento da terceira via. Segundo ele, a direita ainda precisará incorporar o ideário bolsonarista para ter viabilidade eleitoral. Belinelli também explica que o outsider emerge quando os atores do poder se fragilizam. Em 2018, o então presidente Michel Temer era notadamente impopular —e Lula, líder da esquerda, estava preso na sede da Policia Federal, em Curitiba.
Tal contexto ajudou que Bolsonaro se apresentasse como um candidato antissistema, mesmo com uma longa carreira política. “Ser outsider é mais uma estratégia retórica do que um fenômeno orgânico”, diz Belinelli, lembrando que essa figura se fortaleceu nas Jornadas de Junho de 2013.
REELEIÇÃO – Desde então, apareceram vários tipos de outsiders, desde a renovação via MBL até os candidatos que se dizem técnicos, caso do ex-governador de São Paulo João Doria. Também professor de ciência política, Pedro Lima, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), afirma que a fragmentação da direita é um risco de impulsionar a reeleição de Lula em 2026.
No que se refere ao outsider, ele diz que essa figura reflete o sentimento antipolítica porque contraria os representantes tradicionais, embora uma vez no poder, todos tenham de buscar alianças. Por fim, o pesquisador observa um padrão seguido por todos que, em anos recentes, se apresentaram como outsider: nenhum deles era de esquerda. “O PT tem o controle institucional do campo progressista”, afirma. “É preciso lembrar que Bolsonaro sempre repetia a frase ‘meu partido é o Brasil.’”
Claudia Sheinbaum é o único macho em toda a América que peita Trump.
Lula trocou a Magnitsky de Moraes por Maduro.
Bom negócio para eles
Terceira, quarta, quinta… vias políticas, tipo mais dos me$mo$, estepes da primeira e segunda vias, conservadores da podridão sistêmica, são coisas, da ditadura partidária, dona do monopólio eleitoral, que, na real, não deixa surgir nada de novo de verdade que a coloque em xeque-mate, e, até por isso, por ela, outsider sem projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, não passa de apenas mais enganação dos me$mo$, de modo que o ideal seria que tivéssemos candidaturas avulsas como, p. ex., nos EUA, para que um outsider de verdade pudesse surgir liderando uma possível nova via política de verdade, extraordinária, de fato antissistema, para bater de frente contra o dito-cujo podrão e a dita-cuja polarização enganosa entre os me$mo$, como propõe, há cerca de 36 anos, a inconfundível e inimitável RPL-PNBC-DD-ME, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, que mostra o novo caminho para o necessário novo Brasil de verdade, sobretudo porque, em sã consciência, sem a ingestão de toneladas de Rivotril e similares, o Brasil, a política e a população não suportam mais o continuísmo da mesmice dos me$mo$.
E LÁ SE VÃO, EM VÃO, MAIS 40 ANOS, MAIS 40 NATAIS, MAI 40 REVEILLONS, MAIS 40 PASSAGENS DE ANOS VELHOS PARA ANOS NOVOS, e a música atemporal cantada pela dupla caipira, Duduca e Dalvan, continua mais atual do que nunca, denunciando o estado de coisa$ e coiso$ em que transformaram o país e o povo que a gente ama, mas a patota conservadora do sistema apodrecido não está nem aí, finge-se de morta, dá uma se sonsa, joga de avestruz e quer apenas mais dos me$mo$, mais blá-blá-blá, mais golpes, ditaduras, eleições e estelionatos eleitorais, além dos 21 consecutivos da famigerada ditadura militar, com a rede globo, há cerca de 60 anos, alienando, encantando e conduzindo patriotários, fazendo propaganda mentirosa e enganosa de um futuro que já teria chegado mas na verdade trata-se de um passado que nunca passa, com o establishment e o conjunto da obra do sistema apodrecido acomodado no colo do famigerado centrão (o terror do erário da nação) e vice-versa, num troca troca que perdura por 136 anos. E cadê as mudanças de verdade, sérias estruturais e profundas ? E DAÍ LULA, vc se lembra desta Música, “Massa Falida”, e da propalada coerência cumulada com a necessidade de ser diferente de tudo isso que já estava aí, há cerca de 500 anos, com prazo de validade vencido há muito tempo ? Na verdade, verdadeira, de 1986, ano de gravação da Música “Massa Falida”, até 2026, há 40 anos, o quê de fato mudou para melhor na política do Brasil, que, não obstante 21 anos consecutivos de ditadura militar armada até os dentes, sentada no colo do famigerado centrão, o “fodão” do erário da nação, já havia chegado em 1986 ao estágio deplorável de coisa$ e coiso$, constatado na Música “Massa Falida” que, infelizmente, com razão total para a Música, seus compositores e cantores, ainda continua aí, mais atual do que nunca, mostrando a verdade como Ela realmente é, doa em quem doer. Que seja então 2026 o ano da verdade, quero ver se Lula tem de fato para encarar as verdades que precisam ser postas na mesa dos debates democráticos deste país. O fato é que, “data venia”, tem muito picareta mentindo e desconversando e muita gente em cima do mudo, quando, na verdade, deveriam dar graças a Deus pelo advento e existência da Revolução Pacífica do Leão, com o megaprojeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, a nova via política de verdade, extraordinária, propondo e mostrando o novo caminho para o possível Novo Brasil de Verdade, porque evoluir é preciso, que, no aspecto fato novo de verdade, preenche a lacuna constatada na Música “Massa Falida”, quando afirma que os operadores do sistema apodrecido falam tanto sem nada de novo e levam o povo à grande falência ( cerca de 7 trilhões de dívida pública, já muito próxima de 100% do PIB, face ao sistema de gastança, comilança e impostança…), e, sobretudo, e, sobretudo, à loucura e ao estado de coisa$ e coiso$ que aí estão com o prazo de validade vencido há muito tempo, mas que teimam em continuar dando as cartas e jogando de mão, perpetuamente, até morrerem de velhos no poder, não obstante a bomba-relógio financeira da dita-cuja república dos me$mo$ já quase explodindo nas próprias mãos dos me$mo$, tipo retrato acabado da loucura dos me$mo$ por poder, dinheiro, vantagens e privilégios, sem limite$. https://www.facebook.com/100063841033768/videos/709105783966003
RENDIÇÃO pacífica em prol da mega solução, via evolução, representada pela RPL-PNBC-DD-ME, é a saída mais honrada e honrosa a ser praticada pelo congresso nacional, a nosso ver. A DÍVIDA DA CLASSE POLÍTICA, À PAISANA E FARDADA, DE DIREITA, DE ESQUERDA E DE CENTRO, PARA COM A BANDA CONSCIENTE DO CONJUNTO DA POPULAÇÃO É GIGANTESCA, maior que o próprio Brasil, daí a necessidade de se pensar grande e com desprendimento porque é gigantesco o feito a ser realizado em termos de solução, via evolução, começando por se perguntar e, sobretudo, responder o que fazer com e pelo Brasil, doravante, de modo a torná-lo melhor para todos e todas e não apenas para os privilegiados do sistema apodrecido, inclusive para passar a limpo UMA ÉPOCA que, infelizmente, ainda não acabou, ainda está aí para ser resolvida, como se vê dentro do próprio congresso nacional formado em sua maioria pelos me$mo$, salvo exceções, em grande medida pela mesma camarilha que, com a lei na mão, opera em benefício próprio, garantidos pela impunidade dos mandatos, aprovando em benefício próprio fundões bilionários ladrões, emendas bilionárias condenáveis, etc e tal, tudo na cara dura, em plena luz do dia, tipo coisa de loucos por dinheiro, poder, vantagens e privilégios, sem limite$, à moda todos os bônus para ele$ o resto que se dane com os ônus. EM JUNHO DE 2013, a banda conscientes de todos os segmentos sociais gritou nas ruas do país, firme e forte, alto e em bom som: “sem partidos, sem violência, sem mentiras, sem golpes, sem ditaduras, sem estelionatos, sem corrupção, você$ não nos representam”, e qual foi mesmo a reposta que recebeu do pseudo congresso nacional que, na verdade, na prática, afeiçoa-se a uma congregação de interesses e interesseiro$ de todas as regiões do país acampados em Brasília e que fazem desta uma espécie de “Ilha da Fantasia dos me$mo$, infeliz e desgraçadamente… https://www.facebook.com/photo/?fbid=6423500361024682&set=a.464800826894695
Terceira via é inviável, então vamos ficar entre comunistas e conservadores.
Simples assim, sem firulas, sem eufemismos e sem papo de coveiro.
Mais visível que bunda de vedete, Loola representa os comunistas, a esquerda e Bolsonaro a direitas, os conservadores.
Adendos, em:
https://youtube.com/shorts/0_XUfkDJwCs?si=7AG9aKjXigz8omi0
Locupletas, apátridas e fraternas máfias, à serviço da “protocolar” KHAZARIANA banca e seu inimputável “Sindicato Internacional do Crime Organizado”!