Datafolha: PT lidera preferência partidária e PL atinge recorde impulsionado por Bolsonaro

PT é partido preferido de 24% dos eleitores e PL de 12%

Ana Gabriela Oliveira Lima
Folha

O PT do presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua na dianteira como a sigla preferida dos brasileiros, agora acompanhado pelo PL, legenda alavancada na memória nacional pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, mostra nova pesquisa Datafolha.

O partido de esquerda segue como o mais lembrado, feito que mantém desde o final da década de 1990. Atualmente ele é citado por 24% dos brasileiros, contra 12% do PL, a segunda sigla preferida dos brasileiros.

ESTABILIDADE – O cenário é de estabilidade para o PT no terceiro governo Lula, cujos índices variaram de 23% a 27%. Já a legenda de Bolsonaro alcançou índice recorde na série histórica, iniciada em 1989 Os dados vêm de pergunta que aceitou respostas espontâneas e únicas no Datafolha, feito com 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 2 e 4 de dezembro, em 113 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Considerando dados desde dezembro de 2021, quando o PL passou a ser citado de maneira consistente nas pesquisas, o ponto máximo do PT ocorreu em setembro de 2022, quando a sigla foi lembrada por 31% dos brasileiros. Na época, Jair Bolsonaro governava o país, fazendo oposição direta ao PT. Atualmente inelegível e preso, Bolsonaro já declarou querer reeditar a disputa com Lula pessoalmente ou por meio de um de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Considerando toda a série histórica do Datafolha, com dados para esta pergunta desde 1989 (ano das primeiras eleições diretas para presidente após a ditadura militar), o PT só perdeu como a sigla mais lembrada para o PMDB. A legenda, que antes de 1980 tinha o nome MDB, recuperado em 2017, chegou a ter 19% das menções em 1992 e 1993. Hoje, registra 2%.

DIANTEIRA – A posição mudou no final da década de 1990, quando o PT entrou e nunca mais saiu da dianteira. Desde o início da série histórica, porém, o maior índice entre os brasileiros é daqueles que dizem não ter preferência de partido. A opção nunca teve índice menor que 40%.

O PSDB, que já foi considerado um dos principais opositores do PT, começou a série histórica em 1989 com 1% e teve pico de 9% em junho de 2015, época de protestos contra o governo Dilma Rousseff (PT) que levaram ao impeachment da então presidente.

Esse período, de fevereiro de 2015 a dezembro de 2016, também é um dos piores para o PT desde que ele ascendeu no final da década de 1990. Em março de 2015 e dezembro de 2016, a sigla, acostumada a dois dígitos, fez 9%.

SEGUNDO LUGAR – PSDB e PMDB/MDB disputaram o segundo lugar da preferência partidária na maior parte das duas primeiras décadas dos anos 2000, até que o PSL começou a ultrapassar as legendas em outubro de 2018.

A época é antecedida pela facada levada, em 6 de setembro daquele ano, por Jair Bolsonaro durante campanha presidencial. O político era do PSL, que teve pico de menção de 7% em outubro de 2018 e depois caiu.

Já o PL passou a ser lembrado com consistência a partir de dezembro de 2021, sendo citado por ao menos 1% dos brasileiros. Bolsonaro foi para a legenda em 30 de novembro daquele ano. Desde então, o partido foi subindo nas pesquisas, chegando a uma porcentagem com duas casas em outubro de 2022, quando Bolsonaro foi para o segundo turno com Lula, para quem perdeu.

REJEIÇÃO – Embora chame a atenção para a legenda na qual se encontra, Bolsonaro tem também rejeição para seu nome e de familiares, como mostra o Datafolha. Na análise por segmento, o último levantamento sobre preferência partidária mostra que o PT tem taxas de menções mais altas entre aqueles com ensino fundamental (31%), entre os moradores do Nordeste (31%), católicos (30%), os que avaliam o STF como ótimo ou bom (48%) e os que votaram em Lula em 2022 (50%).

Por sua vez, o PL se destaca entre os que têm renda familiar mensal de 5 a 10 salários mínimos (19%), com ensino médio e superior (14% cada), que avaliam o STF como ruim ou péssimo (30%) e votaram em Bolsonaro em 2022 (29%).

4 thoughts on “Datafolha: PT lidera preferência partidária e PL atinge recorde impulsionado por Bolsonaro

  1. Senhor Carlos Newton , essa CPI do INSS é fajuta e esta fadada em dar em nada , uma vez que todos foram pegos com as mãos na cumbuca do INSS , tal como os símios que enchem as mãos , mas ficam aprisionados por não conseguirem soltar seus quinhões .

  2. O fato é que Brasília ainda não pode ser considerada apenas um erro político-administrativo-enconômico-social fatal praticado pela república golpista do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos velhaco$, um total desperdício de dinheiro público, tipo sangria desatada incontrolável, apenas porque ela ainda pode ser salva pela RPL-PNBC-DD-ME, que advoga a mega solução, via evolução, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, que, a partir de Brasília, transforma o país, a política e a vida da população, enquanto capital da federação falida e exaurida dos me$mo$, em todos os aspecto, em Capital da Confederação das Novas Repúblicas do Brasil, emancipado em 7 regiões administrativas autônomas, norte, nordeste, centro-oeste, MG, SP, RJ e sulista (PR-SC-RS), com cada uma delas mandando apenas 1 representante para Brasília, BC independente, fazendo-se assim uma economia anual de Trilhõe$, com retenção de no máximo apenas 20% do total da arrecadação, perfazendo-se assim o fundão confederativo, com a devolução do resto às suas respectivas regiões de origem a serem aplicados na correção das imensas desigualdades regionais, e, sobretudo, no sucesso pleno da consecução do bem comum do conjunto da população do Brasil, advogada pela Constituição enquanto finalidade precípua do Estado Brasileiro, tudo sob a égide da Democracia Direta, com Meritocracia e Deus na Causa, fazendo-se assim barba, cabelo e bigode na famigerada plutocracia putrefata com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, reduzindo-se ao mínimo minimorum o custo da máquina pública da confederação, operada à moda unidos porém independentes, tudo sob a supervisão e os olhos atentos e vigilantes do conjunto da população, a patroa (em sendo a democracia o poder e governo do povo para o povo), até porque, como diz o caipira do interior de SP, ” são os olhos do dono que engordam os porquinhos nas varas”, como advogado pelo Leão Caipira, da seara política, há cerca de 40 anos na estrada de vida, que, no futebol aplaude o Leão Caipira de Mirassol, pela brilhante campanha de 2025, enquanto sensação do brasileirão, face ao elenco brioso bem representado pelo melhor técnico e pelo melhor lateral esquerdo do Brasileirão, que como a RPL-PNBC-DD-ME e o Girassol, tb Miram o Sol, eleito pela própria CBF, que, aliás, ainda não se sabe o motivo face ao qual o Reinaldo, com o seu histórico de pé quente e vencedor por onde passou, ainda não foi convocado para a Seleção Brasileira tendo em vista a Copa do Mundo de 2026. https://www.tribunadainternet.com.br/2025/12/28/brasil-ja-se-livrou-de-bolsonaro-e-nao-precisa-eleger-o-filho-dele/?fbclid=IwY2xjawO_W2xleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeaxyewiIeaz_IfrG6RdGjP6R_WiiQNSn14wjoYEJcqep-NtLrE_pnUQy-qqc_aem_SZtaTfJJBje7Pba2W7jnWA#comments

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