
Revista britânica defendeu que Tarcísio dispute o Planalto
Luis Felipe Azevedo
O Globo
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), abriu o ano eleitoral com um vídeo publicado nas redes sociais no qual pede “fora PT”. A postagem ocorreu um dia após a revista britânica The Economist afirmar, em editorial, que Tarcísio seria o nome da direita mais viável para disputar o Planalto contra o presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva.
O vídeo é iniciado com Tarcísio resolvendo a simulação de uma fórmula matemática, que tinha como resultado a frase “feliz ano novo”, escrita em inglês. O governador, então, relaciona a frase com as eleições deste ano e escreve: “A fórmula é simples! Feliz 2026 = Fora PT”.
APOIO – Na terça-feira, a revista britânica defendeu o nome de Tarcísio e criticou a escolha do ex-presidente Jair Bolsonaro de apoiar o senador Flávio Bolsonaro como pré-candidato do PL à Presidência da República. O governador repetiu diversas vezes que apoiará a escolha do ex-mandatário e que o foco dele é na corrida pela reeleição em São Paulo.
“Flávio é impopular, ineficaz e quase certamente perderia uma disputa contra Lula. Outros possíveis candidatos estão sendo cogitados, incluindo alguns governadores competentes. O mais proeminente deles é Tarcísio de Freitas, o governador conservador de São Paulo”, afirma a The Economist.
CORAGEM – Segundo o editorial, Tarcísio “deveria ter a coragem de se lançar na disputa”. “Ao contrário dos Bolsonaros, ele é ponderado e democrata”, diz o texto. “Infelizmente, parece improvável que Lula desista. Talvez, então, os partidos de direita consigam se unir? Se forem sábios, abandonarão Flávio e se unirão em torno de um candidato capaz de superar a polarização dos anos Lula-Bolsonaro”, enfatiza o veículo.
A The Economist defende o apoio a “uma figura de centro-direita que reduza a burocracia, mas não as florestas tropicais, que seja rigorosa com o crime, mas não desrespeite as liberdades civis, e que respeite o Estado de Direito, poderia vencer e governar bem”. “O Brasil tem tudo em jogo em 2026 — e o resultado é preocupantemente incerto”, conclui a revista.
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Não há dúvida de que a única opçao que se apresenta seja o Tarcísio.
Só que sua estratégia eleitoral exige ajustes finíssimos, trata-se de superar o lulobolsonarismo atrasado, reacionário, extemporâneo, sem projeto de país, a pior e mais medíocre fase política pós-ditadura, tendo que ter votos de ambos os lados.
Talves seja mais fácil buscar votos do lado do lulopetismo do que do bolsonarismo, dado o imenso desgaste do Aparato Petista, que se aprofunda com as bandelheiras do Banco Master e assalto dos aposentados.
É preciso que busque um amplo apoio de setores da sociedade, notademente este que se insurge contra a cooptação do Estado pela criminalidade, explicitada pelo caso Master.
A questão não é nada fácil, mas alvissareira.
A questão do bolsonarismo é que só tem uma pauta de costumes, baseada em ideas religiosas medievais que resvalam para a teocracia.
Reeleger Lula, o “Biden dos trópicos”, que já abriu maõ do exercício da presidência neste mandato, é chancelar que nosso país, já atrasado em 50 anos, caminhe firme para “100 anos de solidão”, em termos de desenvolvimento.
Este sujeito inútil, está se muito, está na Era da Pedra Lascada.
Quando o Aparato Petista precisa livrar a cara de um sujeito como o Vorcaro do Master, até colocando em risco a estabilidade econômica do país, é hora de tirar esta pilantragem do governo.
Ele começo bem, mostrando que estamos precisnado de mais ciência, conhecimento, planejamento naõ jeitnhos de botequim, como defendeido pelo superado e inútil Lula.
https://www.google.com/search?q=tarcisio&client=firefox-b-d&hs=Sr5o&sca_esv=8fde19770ec83b87&udm=7&source=lnt&tbs=qdr:d&sa=X&ved=2ahUKEwia3vzIke6RAxXWkJUCHXniJPQQpwV6BAgDEBE&biw=1181&bih=650&dpr=1.36#fpstate=ive&vld=cid:6cbf28e7,vid:nqZm_RHXiBo,st:0
Qual a novidade?
O ex-mito lançou a candidatura de Flávio Rachadinha à Presidência e o fantocheTarcínico ficou pendurado na brocha.
É isso, gente.