Falsos democratas criticam prisão de Maduro, um tirano sanguinário

Eleição nos EUA e de Maduro, pode implodir o futuro de Lula - O Hoje

Charge reproduzida do Arquivo Google

Vicente Limongi Netto

No caso da Venezuela, falsos democratas, fantasiados de puros, na verdade não passam de demagogos, enquanto entidades verdadeiramente inúteis, como a ONU e OEA,  estão desapontadas porque Donald Trump está ajudando o mundo tirando de circulação ratos, abutres, assassinos, terroristas, narcotraficantes e ditadores. Como fez, agora, com Nicolás Maduro.

Algemado e com macacão de prisioneiro, Maduro foi ouvido na audiência de custódia, teve o direito de mentir à vontade. Ardiloso e cínico, clamou que é decente. Caramba! Na realidade, Maduro é merecedor de uma viagem direta para o inferno.

SEM REGALIAS – O ditador venezuelano continuará preso. Sem regalias. Já virou réu, porque Trump agiu  rápido, tipo motoqueiro de delivery.

A diferença é que levou e entregou o pedido do mundo civilizado, que anseia por democrata à justiça. Mereceu nota 10. Missão concluída.

Outros chefes de nações, que se dizem bravos e democratas, estão declarando montes de sandices contra Trump. Precisam ficar espertos, porque a  carapuça é enorme e nela cabe a cabeça de muita gente.  Maduro será ouvido novamente pela justiça americana em março. Jornalistas também fizeram questão de criticar Trump. Patéticos, nem sabem o que dizem. Vão na onda.

ÓPERA BUFA – Aliás, a Globonews é esmerada em conversa mole em ópera bufa. Impressionante como os rapazes e moçoilas enchem a boca para repudiar ações de Trump. O presidente dos Estados Unidos nem sabe da existência deles.

É deprimente. Coitados. Comprem espelhos.  O julgamento do patife venezuelano não tem data marcada. Provável que seja no final do ano. Poderá pegar 40 anos de cadeia ou, prisão perpétua. 

13 thoughts on “Falsos democratas criticam prisão de Maduro, um tirano sanguinário

  1. Ao sequestrar Maduro, Trump manda um recado ao mundo

    Trump vê a Venezuela como cabeça de ponte da China, da Rússia e do Irã para controlar a América Latina. E não esconde o interesse nas reservas petrolíferas e de terras raras venezuelanas

    A captura de Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos, seguida de sua apresentação algemado em um tribunal de Nova York, não é apenas um ato de força na crise venezuelana.

    O presidente Donald Trump sinaliza que considera o Hemisfério Ocidental sua área de influência direta e o continente americano um ativo econômico e de segurança dos Estados Unidos.

    Esse gesto recoloca no centro do tabuleiro a lógica da Doutrina Monroe, agora rebatizada de forma explícita e provocativa como “Doutrina Monroe”.

    Ao afirmar que a dominância norte-americana no Hemisfério Ocidental “nunca mais será questionada”, Trump atualiza uma tradição intervencionista que atravessa dois séculos e reaparece, ciclicamente, sempre que Washington decide substituir a diplomacia pela força.

    A posse de Delcy Rodríguez como presidente interina, conduzida pelo irmão e presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, está em contradição com o status venezuelano anunciado por Trump.

    O regime chavista não colapsou automaticamente. Suas redes militares, civis e econômicas permanecem, em grande medida, intactas.

    Washington deixa claro que a soberania regional é relativa quando confronta interesses estratégicos americanos.

    Desestatização. A fragilização das regras internacionais — já abalada antes —, porém, pode servir às potências concorrentes.

    O senador Mark Warner alertou que, se Washington se arroga o direito de sequestrar líderes acusados de crimes, ações semelhantes da China sobre Taiwan ou da Rússia em outros teatros também podem ocorrer.

    Militarmente, Trump vê a Venezuela como cabeça de ponte da China, da Rússia e do Irã para controlar os recursos estratégicos da América Latina.

    Não esconde seu interesse nas reservas petrolíferas e de terras raras venezuelanas, nem a intenção de reabrir espaço para empresas americanas.

    Ao afirmar que a riqueza extraída beneficiará os EUA “na forma de compensação”, o presidente norte-americano explicita uma visão patrimonial das relações internacionais: territórios instáveis tornam-se ativos a serem administrados por quem detém poder militar.

    No curso prazo, Trump ostenta uma força irresistível, porém os ciclos históricos mostram o contrário: no Iraque e no Afeganistão, vitórias militares rápidas produziram derrotas políticas duradouras.

    Na América Latina, o Haiti permanece como advertência viva: a mudança de regime imposta de fora abriu caminho para décadas de colapso do país.

    A Venezuela, com suas milícias, redes criminosas e a presença de grupos armados transnacionais, reúne ingredientes semelhantes para o caos, com fortes repercussões para a Colômbia, o Brasil, a Guiana e o Caribe.

    Ao final, o julgamento de Maduro é menos sobre justiça e mais sobre demonstração de hegemonia.

    Trump anuncia que os EUA definem as regras no Hemisfério Ocidental e que estão dispostos a convertê-lo em espaço de segurança e exploração econômica sob tutela norte-americana.
    É como se fosse uma nova divisão do mundo sem Conferência de Yalta. Trump abre um novo ciclo de turbulência, no qual o continente é tratado como propriedade geopolítica.

    Fonte: Correio Braziliense, Nas Entrelinhas, 06/01/2026 – 07:23 Por Luiz Carlos Azedo

  2. Após sequestro, expatriação e prisão, Maduro vai se tornando uma figura do passado e fora do atual contexto, assim como o ex-mito, que indiciado, julgado, condenado e preso, vai sendo inexoravelmente esquecido.

    Esquece.

  3. Após sequestro, expatriação e prisão, Maduro vai se tornando uma figura do passado e fora do contexto, assim como o ex-mito, que, indiciado, julgado, condenado e preso, passa por inexorável obsolescência..

  4. Senhor Vicente Limongi Netto , estas sendo muitíssimo parcial e injusto , ao não dizeres que o doentio presidente dos EUA Donald Trump , esta somente tirando de circulação os ratos , abutres , assassinos , terroristas , narcotraficantes e ditadores , que não rezam por sua cartilha , mas as ” ratazanas ” que rezam por sua cartilha , continuam incólumes , por estarem a serviço do doentio presidente dos EUA Donald Trump , estão livres , leves e soltos , cometendo duplamente as mesmas ou piores barbaridades que os ratinhos , cometem contra seus ” opositores e desafetos ” , como esta atualmente ocorrendo nos EUA , encabeçada pelo doentio presidente Donald trump.

  5. Acredito que os EUA , cairão na armadilha do dito popular , de que ” quem muito quer , tudo perde ” e a custo altíssimo , sendo que o presidente dos EUA Donald Trump , tudo fez para enquadrar e forçar o presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky , a entrega-lo vastas áreas ricas em minérios nobres da Ucrânia como pagamentos ” LEGÍTIMOS ” aos apoios que recebera do EUA frente a sua guerra contra a Rússia , mas esqueceu-se de combinar com os Russos , ou seja , ganhou mas não levou , tal esta acontecendo com a Venezuela , ao ganhar teoricamente o primeiro ” ROUNDS ” ao mandar sequestrar o presidente da Venezuela Nicolás Maduro , para roubarem o Petróleo da Venezuela , mas esqueceu-se de combinar com Venezuelanos os ” ROUNDS ” seguintes .

  6. Realmente, se não houvesse traição, a operação de retirada de Maduro do país, não teria sucesso.
    A Venezuela está dividida entre três grupos:
    Forças Armadas, principalmente os generais chavistas,
    Os irmãos Rodrigues, a vice interina, Delcy Rodrigues, indicada por Trump para assumir o Poder e seu irmão, Jorge Rodrigues, presidente da Assembléia Nacional,
    Deosdado Cabelo, o poderoso ministro do Interior e comandante das milícias paramilitares bolivarianas.

    Um desses três grupos dentro do Poder, traiu Nicolas Maduro. Aposto nos irmãos Rodrigues, porque foi o maior beneficiado com a queda de Maduro.

    Além dos 32 cubanos mortos da guarda pessoal de Maduro, morreram também 22 militares e dois civis, que também participaram da proteção dele. Dentre os cerca de 100 mortos, estão aqueles que se encontravam nas instalações militares destruídas pelas bombas americanas.

    O Exército e a Força Aérea da Venezuela eram um tigre de papel, não tiveram competência para derrubar nenhuma aeronave dos EUA.

  7. Maduro era um Trump que queria anexar a Guiana.

    Não duvide de que Trump fará o mesmo.

    De Macapá até Natal.

    Hoje a Venezuela, amanhã a Groenlândia.

    Em seguida, a Margem Equatorial.

    É o maior Insanity Show de Donald Trump.

    Mas ele não está sozinho nessa.

    Putin e Xi seguem a mesma vibe.

    Nesse sentido, “já passou da hora de o Brasil tomar a frente e recuperar o Uruguai, anexar todo o Paraguai, como deveria ter feito há 150 anos, a Bolívia, o Peru, o Equador, as Guianas, Suriname”.

    O mapa mundi está em liquidação.

    Quem chegar primeiro e mais bem armado leva tudo.

    Esqueci que o Brasil foi sabotado, está na contramão do mundo real da corrida armamentista e imperialista em curso e é visto como terra de ninguém.

    “Eles não merecem o territórios que têm

    Nem ao menos estabelecem uma defesa decente”

    Um Estado, em qualquer momento histórico, que não serve nem mesmo para defender seu povo, suas terras, suas riquezas, não serve para mais nada.

  8. Sim, Benetti, análise estratégica de alto nível.
    Os últimos presidentes americanos, Bush, Obama e Biden ignoraram a América do Sul.
    Donald Trump saiu fora da curva, porque vislumbrou a oportunidade de se apossar das riquezas amazônicas principalmente, por isso o foco na Venezuela e na Colômbia.
    Ainda não virou a metralhadora giratória para o Brasil. Esse é o grande mistério, porque o Brasil é o país com mais riquezas naturais da América do Sul e detém a segunda maior reserva de terras raras, só superada pela China.

  9. “Normalmente, os presidentes republicanos se concentram em mudanças no campo da política externa, enquanto que os democratas se concentraram em mudanças internas. Todavia, quer o presidente seja democrata ou republicano, o Plano da N.O.M. continua imbatível. O NAFTA é um exemplo de uma mudança na política externa iniciada por um presidente republicano e continuada por um presidente democrata.”
    https://www.espada.eti.br/n2332.asp

  10. Acredito que os EUA , cairão na armadilha do dito popular , de que ” quem muito quer , tudo perde ” e a um custo altíssimo e irreversível .

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