
Está na hora de ministro do STF ir para a cadeia, diz senador
Carlos Newton
Enquanto o governo, o Supremo, as lideranças petistas e a imprensa amestrada fazem o possível e o impossível para evitar a convocação da CPI do Banco Master, os principais envolvidos no escândalo – Daniel Vorcaro, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes – já entraram na mira do Senado e não perdem por esperar.
Ao invés de arranjar blindagem nessas CPIs criadas para proteger criminosos, desta vez até os ministros do Supremo serão desmascarados, porque a CPI do Crime Organizado vai entrar no assunto, conduzida por dois profissionais da investigação, ambos delegados de polícia – o presidente Fabiano Contarato (PT-ES), e o relator, Alessandro Vieira (MDB-SE), que estão entre os parlamentares mais honrados e respeitados do Congresso.
TOTAL INDEPENDÊNCIA – Juntos com o vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos-RS), general da reserva com quatro estrelas, eles formam um trio de senadores com total independência político-partidária, que vai sacudir o país, ao tocar a CPI com a imparcialidade e o alcance necessário, em pleno ano eleitoral.
A CPI foi convocada para apurar a crise da segurança. Mas começou a funcionar e já descobria que a culpa é da desordem que caracteriza o governo brasileiro.
Um dos primeiros convocados foi o diretor de Inteligência Penal do Ministério da Justiça, Antônio Glautter. Em seu depoimento, ele revelou que o governo não dispõe de dados confiáveis sobre população carcerária; reincidência; movimentação entre facções; e gargalos do sistema penitenciário.
GOVERNO INCAPAZ – Suas declarações significam que a culpa pela insegurança é do próprio governo, que desenvolve políticas públicas sem a menor base em fatos reais, sempre fracassando em suas tentativas de combater facções superorganizadas, que estão infiltradas na economia formal para lavagem de dinheiro e já têm forte influência político-eleitoral.
Diante dessa realidade, a CPI então se voltou para o caso Master, por ser a maior ocorrência já vista de crime organizado no país.
Os trabalhos recomeçam pós o carnaval, mas o relator Alessandro Vieira já entrou em campo e pediu à CPI quebra de sigilo da Maridt, a empresa da família Toffoli que fez negócios com o cunhado de Vorcaro, o pastor evangélico Fabiano Zettel.
TRANSPARÊNCIA TOTAL – Com sua experiência na Polícia Civil, o senador do MDB pediu quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa Maridt Participações, entre 1º de janeiro de 2022 a 8 de fevereiro de 2026.
Em 2025, a Maridt, que possuía um terço do empreendimento, vendeu sua participação no resort Tayayá, no Paraná, onde o ministro Dias Toffoli tem uma mansão e recebe amigos, como o banqueiro André Esteves (BTG), que foi preso na Lava Jato.
A Maridt estava associada ao pastor Fabiano Zettel, cunhado e operador de Daniel Vorcaro, do grupo Master. No papel, a firma está registrada nos nomes de dois irmãos de Dias Toffoli, o padre José Carlos e o engenheiro José Eugênio.
DEVASSA COMPLETA – No requerimento à CPI, o senador Alessandro Vieira pede uma devassa total, com laboração de RIFs (Relatórios de Inteligência Financeira) por parte do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).
Quanto ao sigilo bancário, pede a quebra “de todas as contas de depósitos, contas de poupança, contas de investimento e outros bens, direitos e valores mantidos em Instituições financeiras”.
Requer, também um pente fino não somente quanto ao sigilo fiscal, mas também no que se refere ao sigilo telefônico. E isso tudo é apenas o começo, porque todos os envolvidos serão chamados a depor.
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P.S. – Desde o início, estamos avisando aqui na Tribuna que o Senado ia mergulhar fundo no caso Master. O vice-presidente Hamilton Mourão já deu entrevista dizendo que, por onde anda, é sempre cobrado a pedir punição para os envolvidos. “O clamor público é impressionante”. E o relator Alessandro Vieira foi mais direto, ao dizer: “Está na hora de ministro do Supremo ir para a cadeia”. Comprem pipocas. (C.N.)
Está na hora de ministro do STF ir para a cadeia, diz senador
Sr. Newton,
Os onze..??
PS>
A está altura dos acontecimentos, dizer que aquilo lá é uma Corte Judicial e cometer um atentado contra nossa inteligência…
Virou um balcão de negócios entre adEvogados maus brasileiros com Chefes de Quadrilhas travestidos de banqueiros e empresários….
Onze (11) é um número sagrado, embora represente “… tudo o que é pecaminoso, prejudicial e imperfeito” [Wescott, pág. 100].
PS. Foi uma má escolha e uma “genética” mostra/confissão!
Sou igual São Thomé, só acredito vendo.
Manhã animada. Valeu.
Blecaute, lembrou o “General da Banda” em marchinha carnavalesca!
Onze (11) é um número sagrado, embora represente “… tudo o que é pecaminoso, prejudicial e imperfeito” [Wescott, pág. 100].
PS. Foi uma má escolha e uma “genética” mostra/confissão!
Uma boa fantasia carnavalesca:
As máscaras dos bandidos de toga.
Do sigilo do FaVorcaro e Imoral
Trocando a toga pela roupa listrada de presidiários.
Ou a dos engavetadores e demagogos vestidos com TRANSPARÊNCIA nas partes íntimas deste Brasil da politicagem.
É muito melhor prometer algo assim do que uma base brasileira na Lua ou em Marte.
Se algo assim acontecesse, o Brasil não permaneceria na 107a posição da percepção da corrupção.
Um sistema repetente, sem aprovação aitomática, posicionado entre os mais corruptos do mundo contemporâneo.
https://www.google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/politica/noticia/2026/02/10/brasil-repete-sua-segunda-pior-nota-da-serie-historica-em-indice-global-de-percepcao-da-corrupcao.ghtml
Somente espero que os Presidente Fabiano Contarato (PT-ES), e o Relator, Alessandro Vieira (MDB-SE) , ” tidos e havidos ” que estão entre os parlamentares mais honrados e respeitados do Congresso , não permitam que senadores e deputados criminosos , com contas á prestarem as polícias e justiça , participem dessa CPMI e muito menos tenham acessos a quaisquer documentos oriundo dessa CPMI .
Escândalo do Banco Master
Assunto relevante congelado por má gestão do governo Barba
A autonomia do Banco Central (BC) serviu para manter debaixo do tapete um problema do Master que, nas palavras de Haddad, “pode ser a maior fraude bancária da História do Brasil”
Daniel Vorcaro remunerava seus CDBs a taxas absurdas. O BC, presidido por Roberto Campos Neto, fez que não viu.
Em dezembro de 2024, Mantega levou Vorcaro a Barba. Segundo o Planalto, na presença de Gabriel Galípolo, Barba nada lhe prometeu além de uma decisão técnica do BC.
Mas em fevereiro o BC pediu ao Fundo Garantidor de Créditos (uma instituição privada) um empréstimo de R$ 11 bilhões para salvar o Master. Levaram R$ 5,7 bilhões. Galípolo viria a ser presidente do BC.
Se a decisão foi técnica, podiam contar quais foram os critérios para injetar R$ 5,7 bilhões num banco quebrado. Faltou gestão para prevenir o rombo e faltou gestão para impedir que se agravasse.
O Master virou o que virou porque o BC não quis mexer com a banda podre do andar de cima.
Mais um fracasso da gestão Barba 3.0, que é ruim.
Fonte: O Globo, Opinião, 11/02/2026 00h05 Por Elio Gaspari
No seu discurso de posse, Lula prometeu:
“Estejam certos de que vamos acabar, mais uma vez, com a vergonhosa fila do INSS, outra injustiça restabelecida nestes tempos de destruição”.
A fila estava em 930,6 mil vítimas e hoje passa de 3 milhões. Enquanto esteve no Ministério da Previdência, Carlos Lupi prometia mutirões e nada aconteceu.
De novo, o INSS só produziu o agravamento da roubalheira do dinheiro dos aposentados, iniciada no governo Bolsonaro.
Faltou gestão para reduzir a fila.
Será que o Mafioso Don Narcoleone mentiu de novo..??
O Khazariano Agente Barba, interpretado por Guilhermo Mejias, na Série Netflix: “A Vingança de Anália”!
Assistam e comparem o mutreteiro e criminoso modus operandi!