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Flávio e Moro pretendem montar palanque forte no Paraná
Luis Felipe Azevedo
O Globo
Com o cenário da disputa pelo governo do Paraná ainda incerto, a pré-candidatura do senador Sergio Moro (União) ao posto desafia o projeto de sucessão do governador Ratinho Junior (PSD). Pressionado pela liderança do ex-juiz nas pesquisas e pela possibilidade de apoio de Flávio Bolsonaro (PL) ao adversário, Ratinho tem sinalizado que escolherá o correligionário e secretário das Cidades, Guto Silva.
Mesmo diante de uma disputa interna na federação União-PP, Moro afirma que sua candidatura é “irreversível”. O presidente do Progressistas, Ciro Nogueira, chegou a descartar o apoio ao ex-juiz. A eventual aliança com Flávio, porém, poderia fortalecer e consolidar o senador na eleição estadual. Também representaria uma nova frente de reaproximação dele com o clã Bolsonaro após o rompimento em 2020.
PALANQUE FORTE – Caso saia do papel, a costura de Flávio com o ex-juiz terá o objetivo de montar um palanque forte no Paraná contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o próprio Ratinho, que é cotado para disputar o Planalto — o PSD tem ainda como pré-candidatos Ronaldo Caiado (GO) e Eduardo Leite (RS). Procurado, Moro não quis se manifestar.
No PSD, o nome do secretário das Cidades é visto como pouco competitivo. Silva aposta na proximidade com Ratinho e na intensificação de agendas para decolar: “Temos um alinhamento de projeto, o que me coloca em vantagem para defender a continuidade dele. Há um sentimento de confiança da população no Ratinho. Tenho intensificado as agendas políticas para me tornar conhecido e confio que temos terreno para crescer”.
À disposição de Ratinho no PSD, estão ainda o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, e o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca, ambos mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto do que o secretário. Para concorrer nas eleições deste ano, o governador precisará se desincompatibilizar do cargo, e o estado terá o vice Darci Piana (PSD) — que não é cogitado como candidato à sucessão pela legenda — na cadeira até o início do próximo mandato.
CORTEJO – Tanto Curi quanto Greca foram cortejados por siglas do Centrão para candidaturas ao governo, inclusive com a possibilidade de estarem juntos, um como cabeça de chapa e o outro como vice. Aliados ouvidos afirmam que a estratégia seria uma tentativa de contar com o apoio de Ratinho em um eventual segundo turno contra Moro. No momento, o provável destino de Curi é o Republicanos.
Líder do PP no Paraná, o deputado federal Ricardo Barros admite o interesse da sigla em filiar Greca e diz que a legenda mantém resistência a Moro: “A decisão da executiva do PP é que não apoiaremos Moro, um quadro que o senador não parece estar empenhado em reverter. Há a possibilidade de filiarmos o Greca para ser candidato ao governo ou podemos apoiar tanto um nome apoiado por Ratinho quanto um quadro que já seja da nossa sigla. Moro não buscou agregar o PP, nem apresentou um plano de governo. Não o vemos como uma boa opção”.
Já Greca afirma que a escolha não foi tomada por Ratinho e que o governador “ainda fala em três nomes” para concorrer. O ex-prefeito defende a continuidade do projeto do PSD no Paraná como forma de romper a polarização e diz que vai esperar a decisão para definir seu futuro político: “Prefiro ser maltratado a trair um aliado. Caso não seja eu o escolhido, penso amanhã no meu futuro. Teremos que ver no PSD quem estará melhor nas pesquisas no meio de abril. O governador também escolherá um nome que agrade a base do governo”.
Interessante que as oligarquias cleptopatrimonialistas não conseguiram transformar Moro em bandido, mas barras de sua lei.
No Toffolao vão conseguir transformar a Polícia Federal, órgão do Estado, em criminosa?
… Nas barras de mais Lei.
Tudo gente boa.
https://www.metropoles.com/colunas/andreza-matais/negocio-com-irmaos-de-toffoli-respinga-em-ratinho-jr-em-meio-a-disputa-com-moro
Viva o Lupanário Geral.
Ao que parece as eleições têm sido pra escolher os cidadãos mais pilantras pra nós governar.
Não se trata de libelo contra elas, mas sua qualificação.
Posso estar enganado, mas me parece que as próximas eleições serão um plebiscito em que os eleitores escolherão o tipo de Cleptocracia, se a católica ou a evangélica.
https://www.otempo.com.br/brasil/2026/1/15/fabiano-zettel-cunhado-de-vorcaro-e-afastado-da-igreja-da-lagoinha-apos-operacao-contra-master
Ou seja, se a extorsão do povo será via institucionalizada pelos mecanismos estatais ou pelos desígnios divinos.
Querem saber quem vai faturar por defender bandidos e corruptos.
https://m.youtube.com/watch?v=jDN1tt_0wcY
Quem, quando e onde, fará
a marca de giz, nesse destrambelhado mundo?
“Ele resolveu em 5 minutos o que 50 engenheiros não conseguiram consertar em 5 dias — e depois enviou uma conta que fez Henry Ford ficar boquiaberto.”
“O ano era 1920. Um colossal gerador elétrico em uma das fábricas de Henry Ford havia parado, e com ele toda uma linha de produção que valia milhares de dólares por hora ficou completamente parada.
Os melhores engenheiros de Ford estavam trabalhando no problema havia quase uma semana. Checaram cada fio, testaram cada conexão, consultaram cada manual. Nada funcionou. A enorme máquina — um labirinto de bobinas de cobre e componentes de aço — mantinha seu segredo escondido.
Em desespero, Ford chamou Charles Proteus Steinmetz.
Se você nunca ouviu falar dele, imagine isto: um homem com menos de 1,40m de altura, com a coluna severamente curvada por uma rara condição, capaz de calcular equações elétricas complexas de cabeça mais rápido do que outros conseguiam escrever. Era chamado de “mago da eletricidade” e “o gênio supremo da engenharia elétrica”. Até Thomas Edison o respeitava.
Quando Steinmetz chegou à fábrica, não deu ordens nem pediu projetos. Apenas solicitou uma cadeira, um caderno e silêncio.
Por horas, ele ficou imóvel ao lado do gerador parado. Para os engenheiros que observavam, parecia que ele não fazia nada. Mas Steinmetz estava ouvindo — não apenas com os ouvidos, mas com décadas de conhecimento sobre como a eletricidade se move, vibra e às vezes se esconde.
Fez anotações. Colocou a mão em partes diferentes da máquina, sentindo variações de temperatura imperceptíveis aos outros. Fechou os olhos e mapeou mentalmente os caminhos elétricos invisíveis do gerador.
Então, após o que pareceu uma eternidade para os gerentes ansiosos, Steinmetz se levantou.
“Preciso de um pedaço de giz”, disse calmamente.
Todos acompanharam cada passo enquanto ele se aproximou do enorme gerador, observou atentamente e marcou um único X na carcaça metálica.
“Abra o painel aqui”, instruiu. “Vocês vão encontrar uma bobina específica com curto. Substituam os enrolamentos danificados.”
O engenheiro-chefe desconfiou: “Só isso? Bem… aí?”
“Só isso.”
Abriram o painel. Exatamente atrás do X de Steinmetz, encontraram o problema — uma bobina danificada que ninguém havia percebido.
Horas depois, com o reparo feito, o gerador voltou a rugir.
A produção recomeçou. A crise foi resolvida. A fábrica de Ford foi salva por uma única marca de giz, feita por um homem que passou menos de um dia no local.
Duas semanas depois, Henry Ford — um pioneiro da eficiência — recebeu um envelope de Steinmetz.
A conta dizia:
US$ 1.000 (o equivalente a cerca de US$ 15.000 hoje).
Ford, que nunca pagava sem questionar, respondeu:
“Parece excessivo para uma visita tão breve. Favor enviar uma fatura detalhada.”
A resposta de Steinmetz foi de uma elegância absoluta:
Fazer uma marca de giz: US$ 1
Saber exatamente onde colocar a marca: US$ 999
Ford leu uma vez. Depois outra.
E assinou o cheque sem hesitar.
Naquele momento, um dos maiores industriais da história aprendeu algo que atravessa gerações: a verdadeira expertise é invisível até o momento em que se torna insubstituível.
Steinmetz não fez apenas um X. Ele trouxe trinta anos estudando teoria elétrica, milhares de horas diagnosticando problemas semelhantes e uma mente capaz de enxergar padrões onde outros só viam caos.
Os engenheiros viram um risco de giz.
Ford viu o que aquele risco representava: uma vida inteira de conhecimento condensada em cinco minutos de precisão.
Em um mundo de cobranças por hora, “soluções rápidas” e aplicativos de produtividade, essa história revela uma verdade profunda:
Você não paga um especialista pelo tempo que ele leva. Você paga por todo o tempo que você não vai precisar perder.
O encanador que conserta seu vazamento em dez minutos não está cobrando caro — ele está te poupando das três semanas em que você alagaria sua casa assistindo tutoriais.
O advogado que revisa seu contrato em uma hora não está com pressa — ele está te protegendo dos anos de problemas legais que sua expertise evita.
O médico que diagnostica sua doença em minutos não está acelerando — ele está aplicando décadas de estudo para te dar respostas que outros levariam meses para encontrar.
Qualquer um pode fazer uma marca de giz.
Nem todos sabem onde colocá-la.
Da próxima vez que a expertise parecer cara, pergunte-se:
Quanto custaria se eles não soubessem?
O que você perderia se eles não estivessem lá?
Charles Proteus Steinmetz fez uma marca de giz que salvou Henry Ford de um prejuízo enorme.
Mas, mais importante, lembrou o mundo de que conhecimento — o verdadeiro, conquistado com décadas de esforço — nunca se resume ao que você vê.
Ele carrega todos os fracassos, lições e descobertas que vieram antes do momento em que você precisa dele.
Isso não é caro.
É inestimável.”
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Adendos, em:
https://benjaminfulford.net/satan-is-dead-and-now-we-must-finish-off-his-minions/
VEM AÍ, DIRETO DAS MINAS GERAIS, SOB O PATROCÍNIO DE ZEMA, O 1º ENCONTRO NACIONAL DE PENSADORES LIVRES E INDEPENDENTES, EM PROL DO DESCORTINO DE NOVOS HORIZONTES PARA O BRASIL ? Na verdade, foi com Tiradentes, que sonhava com a República das Minas Gerais, a partir de Vila Rica, que começou a verdadeira História de Libertação do Brasil que, infelizmente, depois de tudo, dos sacrifícios de todos os idealistas da política mineira, acabou desembocando nas ditaduras da república golpista do militarismo e do partidarismo polítiqueiro$, civil e militar, e seus tentáculos velhaco$, das quais nos tornamos todos vítimas, reféns, súditos e escravos, ainda que fantasiados de cidadãos e cidadãs, até os dias atuais, ditados pela famigerada polarização entre os me$mo$, de modo que viria a calhar caso Minas Gerais tivesse condições de gerar uma candidatura com alguma capacidade intelectual para interpretar o são sentimento de libertação das Minas Gerais que embalou os sonhos de Tiradentes, começando por promover em MG um Encontro Nacional de pensadores independentes capazes de apontar para o Brasil um possível novo caminho para um necessário novo Brasil de verdade, que sabe em parceria dom a T.I., com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação, até porque, em sã consciência, ninguém aguenta mais o continuísmo da mesmice da maldita polarização política nefasta entre os me$mo$ que, há 136 anos, inferniza e infelicita a boa convivência entre irmãos brasileiros. E tenho dito. https://www.tribunadainternet.com.br/2026/02/16/zema-aposta-no-cansaco-da-polarizacao-e-tenta-se-firmar-como-direita-sem-idolatria/#comments