Na semana que vem, o Senado começa a apertar o cerco aos pilantras do Master

Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, gastou R$ 600 mi em patrimônio para  tentar salvar Pleno - 18/02/2026 - Economia - Folha

Augusto Lima (à esq.) fazia a operação com o PT da Bahia

Vicente Limongi Netto

Alto-falantes do timão de banqueiros vigaristas comandado por Daniel Vorcaro informam ao respeitável público a mais nova aquisição do ordinário plantel – é o baiano Augusto Lima, do banco Pleno, liquidado pelo Banco Central, no rastro do Master.

A imundície da banda podre da baianada engomada do PT coloca em polvorosa o senador Jacques Wagner e os ministros Rui Costa e Sidônio Palmeira, grandes destaques do carnaval petista.  

FAZENDO FILA – Reitero o que escrevi na Tribuna, dia 30 janeiro, quando informei que assessores de senadores e deputados terão que pernoitar nas portas da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), da CPMI do INSS e da CPI do  Crime Organizado, para garantir bons lugares para seus chefes. E a nação verá, ao lado dos dois facínoras, os ricos e qualificados advogados, que tem 129 milhõe de motivos para participar dos trabalhos. 

Daniel Vorcaro, do Master, vai ser o grande expoente da podridão do sistema bancário nos três plenários. Outro patife da mesma nociva laia, agora em cena, Augusto Lima, não vai escapar do mesmo enlameado roteiro.

Assim, nas próximas semanas o Congresso Nacional, especialmente o Senado, será palco de rigorosas investigações que precisam ser sérias, isentas e republicanas, com chances de crescer diante dos olhos da população. Inevitáveis e nefastos palanques eleitoreiros não poderão desvirtuar a verdade. Doa a quem doer, conforme garantem os senadores Renan Calheiros, presidente da CAE, Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, e Fabiano Contarato, presidente da CPI do Crime Organizado.

BRIGA A BORDO – Dizem as más línguas que Lula e Janja da Silva se desentenderam a caminho da Índia, por causa do Carnaval. Lula estava de mau humor por causa da derrota da escola, que ficou em último lugar e foi rebaixada, enquanto Janja continuava inconsolável por ter sido proibida de desfilar, com Lula atendendo sugestão do ministro Sidônio Palmeira e de outros ministros e dirigentes petistas.

O clima esquentou a bordo do Aerolula e Janja decidiu viajar direto para a Coreia do Sul, deixando o maridão sozinho em Nova Délhi.

11 thoughts on “Na semana que vem, o Senado começa a apertar o cerco aos pilantras do Master

  1. Barba vacilou.

    ‘Aprovou’ com sua presença o desfile eleitoreiro, quando deveria ter antecipado a viagem ao exterior, voltando só depois do carnaval.

    Por outro lado, a Esbanja não é candidata a nada e, se desfilasse, como pretendia, não aconteceria nada. Só auê, além do frisson de Stuckinha.

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    Janja não ficou com Barba na Índia (sic) e seguiu direto para Coreia

    Janja viajou com Barba no mesmo avião até Nova Déli, na Índia, mas (curiosamente) decidiu não acompanhar o marido no país.

    O casal chegou à Índia nesta quarta-feira (18/2). Da capital indiana, porém, Janja seguiu (…) em outro avião para Seul, na Coreia do Sul.

    Barba fica em Nova Déli até o sábado (21/2). No domingo (22/2), ele embarca para Coreia do Sul, onde ficará até a terça-feira (24/2).

    Fonte: Metrópoles, Política,18/02/2026 13:49 Por Igor Gadelha

    Não estaria ela, na Coréia, acompanhada de Maria Helena e Margarida Cristina, suas amigas de longa data e as quais acomodou em ‘boquinhas’ do governo?

  2. Veio-me à memória um tipo de militante, a que nos referíamos à época da luta contra a Ditadura como o “pregador de cartaz”.

    Era o militante voluntarista, sem um conhecimento mais aprofundado de política e que, muitas das vezes, pela sua falta de visão e conhecimento das estratégias, colocava todo o coletivo em perigo.

    Não sabia onde, como e quando começar e parar suas ações.

    Na direita também havia este tipo de baixo clero. Talvez exemplo mais em conformidade com os tempos sombrios que vivemos atualmente:

    – Demissão do General Ednardo D’Ávila: Após a morte do operário Manoel Fiel Filho sob tortura no DOI-CODI de São Paulo em 1976, Geisel demitiu o comandante do II Exército, general Ednardo D’Ávila Mello, considerado um dos principais expoentes da repressão descontrolada.

    – Demissão do Ministro Silvio Frota: Em 1977, Geisel demitiu o então Ministro do Exército, Silvio Frota, principal nome da ala radical (linha dura) que se opunha à abertura política e à sucessão presidencial planejada por Geisel.

    No campo da ditadura houve também outro caso emblemático de “pregador de cartaz”:

    – Atentado do Riocentro, ocorrido na noite de 30 de abril para 1º de maio de 1981, no Rio de Janeiro. A explosão prematura de uma bomba no colo de um sargento do Exército dentro de um carro Puma no estacionamento do centro de convenções foi um dos episódios mais marcantes do final da ditadura militar brasileira.

  3. Os senadores Alexandro Vieira presidente da CPI do Crime Organizado, o vice, senador Hamilton Mourão e o Relator Comparato, não estão para brincadeira. Os envolvidos nas fraudes do Banco Master não terão vida mole.

    O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Renan Calheiros, está com a faca nos dentes, para descobrir quem pressionou o ministro Jonathan de Jesus do TCU a tentar desliquidar o Banco Master e inspecionar o Banco Central, sob o argumento de precipitação, quando na realidade demorou para executar a Liquidação do Banco Master.
    As más línguas de Brasília, atestam que Jonathan de Jesus é um despreparado para o cargo de ministros do Tribunal do Faz de Contas, como está sendo chamado pejorativamente, após medidas não usuais e ilógicas desse ministro indicado pelo Centrão, essa casta que só pensa em negócios não republicanos, digamos assim.

    Enquanto o povo sofre para comprar a casa própria, as castas do Legislativo e do Judiciário vão comprando suas mansões a beira do Lago Paranoá, que ninguém é de ferro.

  4. “…Janja expulsou filha de Lula de sala na Sapucaí, diz colunista

    “Aqui não é lugar para isso”, teria dito a primeira dama ao pedir que Lurian deixasse a sala, esquentando o tom da conversa

    A primeira-dama, Janja da Silva, expulsou Lurian da Silva, filha do presidente Lula (PT), de uma sala reservada ao chefe do Executivo em um camarote na Marquês de Sapucaí. A informação é da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo

    “Aqui não é lugar para isso”, teria dito a primeira-dama ao pedir que Lurian deixasse a sala, esquentando o tom da conversa. A filha do presidente teria respondido que Janja não sabe o que é uma estrutura familiar e não entende a relação entre pais e filhos.

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