
Irã fechou Estreito de Ormuz e ameaça navios
Pedro do Coutto
O conflito no Oriente Médio voltou a ganhar contornos de guerra regional. Os bombardeios de Israel em Beirute, onde o Hezbollah mantém bases de operação, e o lançamento de drones contra território israelense recolocam o Líbano no epicentro da tensão. Ao mesmo tempo, o Irã eleva o tom e ameaça incendiar petroleiros que tentarem cruzar o Estreito de Ormuz — corredor por onde escoa cerca de 20% do comércio global de petróleo. Quando Ormuz entra no noticiário, o mundo prende a respiração.
Não é retórica vazia. Desde a guerra Irã-Iraque, nos anos 1980, quando a chamada “guerra dos petroleiros” transformou o Golfo em zona de risco, qualquer sinal de bloqueio na região provoca reação imediata nos mercados. Relatórios recentes de agências internacionais de energia e análises de grandes bancos globais já indicam o efeito preventivo: o barril, que orbitava a casa dos US$ 68, passa a incorporar um “prêmio de risco” que o empurra para perto de US$ 80 — uma alta da ordem de 20% em poucos dias. Em cenários de escalada, a volatilidade costuma preceder os fatos.
REFLEXOS – O impacto não é apenas financeiro; é político. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a guerra pode se estender por mais cinco semanas — tempo suficiente para transformar escaramuças em um teatro de operações mais amplo. Cinco semanas, no calendário geopolítico, são uma eternidade: bastam para realinhar alianças, tensionar cadeias logísticas e pressionar governos que dependem da estabilidade energética.
Para o Brasil, os efeitos chegam pela via clássica: combustível e inflação. A Petrobras, mesmo com política de preços mais flexível nos últimos anos, não opera isolada do mercado internacional. Se o Brent sobe de forma consistente, a defasagem se abre e o dilema reaparece: reajustar e pressionar o IPCA ou segurar preços e comprometer caixa e governança.
A literatura econômica e os comunicados de bancos centrais são claros ao apontar o petróleo como um dos principais vetores de choques inflacionários de oferta. Em um país ainda sensível à memória inflacionária, gasolina e diesel funcionam como multiplicadores — atingem transporte, alimentos e expectativas.
DIMENSÃO ESTRATÉGICA – Há também a dimensão estratégica. O Estreito de Ormuz não é apenas uma rota; é um gargalo. Cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo passa por ali diariamente. Qualquer interrupção — ainda que parcial — obriga a redirecionamentos custosos e pressiona prêmios de seguro marítimo. A história recente mostra que mesmo ataques pontuais a navios elevam o frete e o preço final da energia. Não é preciso um bloqueio total para produzir turbulência.
No tabuleiro regional, a entrada mais direta do Líbano, via Hezbollah, amplia o risco de transbordamento. Israel já demonstrou que responde com intensidade às ameaças em sua fronteira norte. O Irã, por sua vez, usa a dissuasão no Golfo como instrumento de pressão estratégica. Entre ambos, as grandes potências acompanham, calibrando mensagens para evitar que o conflito escale a níveis incontroláveis — mas sem abrir mão de suas posições.
O mundo já viveu momentos semelhantes e sabe que, quando o petróleo sobe por causa da guerra, os efeitos não respeitam fronteiras. O Brasil, embora produtor relevante, não está imune. O desafio é duplo: proteger a estabilidade macroeconômica sem ignorar a realidade dos mercados globais. Em tempos de tensão, prudência e previsibilidade valem tanto quanto barris. Se as próximas cinco semanas confirmarem a escalada, o preço não será apenas o do Brent. Será o da incerteza — e ela costuma cobrar caro.
Não se faz bloqueio naval sem marinha .
https://www.youtube.com/watch?v=Qoox0qf9Kfc
“A defesa da Democracia não pode servir de escuso pra bandidagem”.
Senador Alessandro Vieira
Este é meu candidato à Presidência.
“Minsitros são seres humanos, como nós que erram e, eventualmente, cometem crimes”.
Senador Alessandro Viera
Como será a campanha do Lula, com seu aparelho repressor e censor em frangualhos e sem nenhuma moral pra conter seus adversários?
Nosso desafio, face à Guerra , é derrubar a política diplomática do Lula, que vira as costas pros interesses do país, pra dar vazão à sua ideologia decadente moral, civilizacional e temporal, que o faz alinhar-se a tudo enquanto é lixo anticivilizacional, mundo à fora.
Quando se compara a relação comercial do Brasil com o Estados Unidos e com o Irã, a diferença é grande tanto em volume quanto em importância estratégica.
________________________________________
🇧🇷🤝🇺🇸 Brasil e Estados Unidos
Os Estados Unidos estão entre os principais parceiros comerciais do Brasil há décadas.
O comércio bilateral envolve dezenas de bilhões de dólares por ano.
O Brasil exporta para os EUA:
– Petróleo
– Produtos de ferro e aço
– Aviões
– Celulose
– Café
– Produtos industriais
Não é apenas agropecuária: há indústria, energia e bens de maior valor agregado.
O Brasil importa dos EUA:
– Máquinas e equipamentos
– Produtos químicos
– Combustíveis
– Tecnologia
– Serviços especializados
Além do comércio, há forte presença de
investimentos americanos no Brasil, integração produtiva e influência financeira.
Trata-se de uma relação estrutural, que impacta diretamente indústria, emprego, câmbio e investimentos.
________________________________________
🇧🇷🤝🇮🇷 Brasil e Irã
Já a relação com o Irã é muito mais limitada.
O Brasil exporta principalmente:
– Milho
– Soja
– Farelo de soja
– Carne bovina
– Açúcar
A pauta é concentrada no agronegócio e alimentos básicos.
As importações brasileiras vindas do Irã são pequenas, geralmente ligadas a fertilizantes.
O volume total do comércio é de alguns bilhões de dólares, muito inferior ao intercâmbio com os Estados Unidos.
Além disso, há dificuldades adicionais:
– Sanções internacionais
– Restrições bancárias
– Sensibilidade diplomática
É uma relação comercial complementar, importante para o agronegócio, mas sem impacto estrutural sobre a economia brasileira.
________________________________________
Conclusão:
A comparação mostra uma diferença clara.
Os Estados Unidos têm peso estratégico e estrutural na economia brasileira.
O Irã representa um mercado específico e limitado.
Não se trata de opinião ideológica, mas de escala econômica e impacto sistêmico.
(ChatGpt)
Tem gente que deve estar sentindo uma imensa solidão, vendo os seus serem presos ou voltando pro Inferno.
https://www.instagram.com/reel/DVdqRX6jQ8Y/
iiiiiiiiii
https://www.google.com/search?q=vorcaro&client=firefox-b-d&hs=KDnU&sca_esv=0a1aba6b912ecc9d&udm=7&biw=1181&bih=650&tbs=qdr%3Ah&ei=UzyoaYKkC-PZ1sQPmd7c8AM&ved=0ahUKEwjCmfGTtYaTAxXjrJUCHRkvFz4Q4dUDCBE&uact=5&oq=vorcaro&gs_lp=EhZnd3Mtd2l6LW1vZGVsZXNzLXZpZGVvIgd2b3JjYXJvMgsQABiABBixAxiDATILEAAYgAQYsQMYgwEyCxAAGIAEGLEDGIMBMg4QABiABBixAxiDARjHAzIOEAAYgAQYsQMYgwEYigUyCxAAGIAEGLEDGIMBMgsQABiABBixAxiDATILEAAYgAQYsQMYgwEyBRAAGIAEMgUQABiABEjGGlDIGFjIGHAEeACQAQCYAWmgAWmqAQMwLjG4AQPIAQD4AQGYAgWgAocBwgIGEAAYBxgewgIPEAAYgAQYsQMYgwEYChgLwgISEAAYgAQYsQMYgwEYxwMYChgLwgIQEAAYgAQYsQMYgwEYigUYCpgDAIgGAZIHAzQuMaAHvwWyBwMwLjG4B2_CBwMyLTXIBxWACAA&sclient=gws-wiz-modeless-video#fpstate=ive&vld=cid:de6cdf0a,vid:IX7CyrXlj3w,st:0
Tudo transcorrendo, sob o sutil controle da servil e para tanto “khazariana” e multilateralmente alçada, fraterna irmandade, visando encalacrada e funesta “idéia fixa”!
Entendamos como irreverssível e justificada psicopática normalidade!
Sim , mas pode-se muito bem bloquear o ” Estreito de Ormuz ” com minas submersas ao longo de toda sua extensão , sendo que existem muitos outros meios e recursos ilimitados para lança-las e instala-las .