
Alckmin deve deixar a pasta “na data da lei”
Eliane Oliveira
O Globo
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira que deve deixar a pasta “na data da lei”, no dia 4 de abril, com o objetivo de disputar as eleições. Está em curso uma negociação política no governo para definir se ele continua como vice na chapa à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva ou se tentará um cargo majoritário em São Paulo, como governador ou senador.
As conversas são feitas em conjunto com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que é pressionado pelo PT a disputar o Palácio dos Bandeirantes. Alckmin não entrou em detalhes sobre o cargo que disputará. Ele apenas lembrou que não é preciso deixar o cargo de vice-presidente para disputar as urnas, mas sim o cargo que acumula na Esplanada. “Vice-presidência não tem desincompatibilização, só o ministério”, afirmou Geraldo Alckmin, ao ser questionado sobre prazos eleitorais.
MENOS RESISTÊNCIA – Principal nome de Lula em São Paulo, Haddad ainda não confirmou publicamente que aceitará a candidatura para enfrentar Tarcísio de Freitas, mas o ministro já demonstra menos resistência do que meses atrás. Mesmo sem disputar a um cargo eletivo no estado, Alckmin virou peça decisiva nessa equação porque é o nome com maior capilaridade no interior paulista, sobretudo em segmentos onde o governo Lula tem mais dificuldade de penetração, como o agronegócio.
A ideia discutida nos bastidores é que, caso Haddad dispute o governo, Alckmin tenha papel ativo na campanha, ajudando a ampliar pontes fora da capital.
Alckmin e Haddad ocupam hoje posições estratégicas no governo federal e qualquer movimento eleitoral mexe também na composição da chapa presidencial. Segundo interlocutores a par do assunto, Alckmin prefere continuar como vice de Lula, mas aliados discutem alternativas, inclusive para acomodar alianças mais amplas com partidos de centro.
FIGURA CENTRAL – Com mais de cinco décadas de vida pública, o vice-presidente permanece como figura central nas negociações políticas da base governista. Sua eventual candidatura tende a marcar mais um capítulo de uma trajetória que atravessa diferentes fases da política brasileira — do protagonismo do PSDB nos anos 1990 e 2000 à atual aliança com Lula, que redefiniu os contornos do centro político no país.
Dentro da base governista, aliados defendem diferentes caminhos para o vice-presidente, desde a manutenção da chapa com Lula até outras disputas eleitorais. Dirigentes do PT afirmam que Alckmin terá liberdade para escolher qual cargo pretende disputar, enquanto interlocutores políticos discutem a configuração das alianças para a próxima eleição presidencial.
Nos bastidores, também surgiram especulações sobre a possibilidade de mudanças na composição da chapa presidencial, diante da tentativa de ampliar alianças com partidos de centro. Em meio a essas discussões, o próprio Alckmin tem mantido discrição pública sobre seu destino eleitoral, afirmando que a definição sobre 2026 será tomada mais adiante.
DISPUTAS – Figura histórica do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) por mais de três décadas, Alckmin disputou a Presidência da República duas vezes, em 2006 e 2018. Em um movimento que simbolizou uma reconfiguração da política nacional, deixou o PSDB em 2021, filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro e tornou-se vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022, compondo uma frente ampla que reuniu antigos adversários políticos.
A chapa venceu o segundo turno e levou Alckmin à vice-presidência, cargo que acumula desde 2023 com o comando do ministério responsável pela política industrial e pelo comércio exterior do país.
CARREIRA POLÍTICA – Médico de formação e professor universitário, Alckmin construiu sua carreira política em São Paulo, onde foi prefeito de Pindamonhangaba, deputado estadual, deputado federal e vice-governador antes de assumir o comando do estado em 2001. Ele governou São Paulo por quatro mandatos — dois completos entre 2001 e 2006 e outros dois de 2011 a 2018 — tornando-se o político que mais tempo permaneceu à frente do Palácio dos Bandeirantes desde a redemocratização.
À frente do MDIC, Alckmin passou a conduzir a estratégia de reindustrialização do governo, articulando iniciativas voltadas ao fortalecimento da indústria, à atração de investimentos e à ampliação das exportações brasileiras. O ministério também ficou responsável por programas de incentivo à inovação e à produção nacional em setores considerados estratégicos, dentro da política industrial batizada de “Nova Indústria Brasil”.
Deverá entrar definitivamente na cena do crime.
Será que o povo de São Paulo terá estômago pra votar neste verme asqueroso sem vomitar?
https://www.youtube.com/watch?v=so5-reK_daA
Estará a serviço das oligarquias patrimonialistas, como subsidiário do verme-mor, Lula.
Sugiro que faça como o outro verme, Suplicy.
Recolha-se à sua insignificância e vá se candidatar a vereador na próxima municipal.
Poderá ser o porco mais votado.
https://www.cut.org.br/noticias/suplicy-do-pt-foi-o-vereador-mais-votado-de-sao-paulo-8bfb
Não me estranha que este escárnio seja eleito.
Sejamos realistas.
https://www.youtube.com/watch?v=so5-reK_daA
Só vomito mais vendo os jornalistas Daniela Lima e Reinaldo Azevedo, que este verme asqueroso.
“À frente do MDIC, Alckmin passou a conduzir a estratégia de reindustrialização do governo, articulando iniciativas voltadas ao fortalecimento da indústria, à atração de investimentos e à ampliação das exportações brasileiras.”
A realidade, que expõe a ineficiência do vagabundo:
Participação da indústria de transformação no PIB
• 1970s: ~21,4% do PIB
• 1995: ~17,2%
• 2013: ~13,6%
• 2023: ~10,7%
• 2024: ~10,8% (IEDI)
➡️ Queda de cerca de 10 pontos percentuais desde os anos 1970.
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Participação da indústria total no PIB
• 1985: cerca de 48% do PIB
• 2017: 21,1%
• 2023: 25,5% (UOL Notícias)
➡️ Redução estrutural de mais de 20 pontos percentuais desde os anos 1980.
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Queda recente na participação industrial (exemplo de setores)
• Construção civil:
o ~7% do PIB (anos 1990)
o 3,6% atualmente (Hora do Povo)
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Crescimento econômico recente concentrado fora da indústria
• Crescimento da indústria em 2025: 1,4%
• Crescimento da agropecuária em 2025: 11,7% (El País)
➡️ O crescimento econômico recente é mais puxado por agro e serviços do que pela indústria.
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✅ Síntese dos dados
• Indústria de transformação: 21% → ~10–11% do PIB
• Indústria total: ~48% → ~25% do PIB
• Construção: ~7% → ~3,6% do PIB
• Crescimento recente da indústria menor que agro e serviços.
Esses indicadores são os mais usados na literatura econômica para caracterizar desindustrialização relativa no Brasil nas últimas décadas.
ChatGpt
O que o jacu de gaiola acha do agronegócio que segura a onda da Econmia e, logo , do seu capenga governo.
https://www.instagram.com/reel/Chs-nEHpaAW/
Este pilantra precis ser interditado.
O setor do agronegócio que não seria fascista pro verme asqueroso.
https://www.youtube.com/watch?v=xRMcxECvHOA
Vai se candidatar novamente, tendo sido apátrida, omisso, conivente e assemelhadoassecla?
Sr. Alckmin concorra para presidente. Não dá para escolher entre Lula e Flávio. Pense no Brasil!
https://www.youtube.com/watch?v=so5-reK_daA
Vamos cair na real?
• Corrupção – CPI (~36/100): cerca de 100º entre 180 países.
• Desigualdade – Gini (~0,53): entre os 10–15 mais desiguais do mundo.
• IDH – ~0,75: por volta de 85º–90º globalmente.
• Inovação – ~45º–50º no ranking mundial.
• Violência – ~20 homicídios por 100 mil (média global ~6).
• Educação (PISA) – entre 55º–60º de ~80 países.
• Infraestrutura – posição intermediária-baixa em competitividade.
Não acredito que o Alckim seja uma saída pras oligarquias cleptopatrimonialistas.
É uma prostituta a ir pra onde lhe paguem mais.
Desculpem-me as dignas profisissonais do sexo, trata-se de uma figura de linguagem.
Já têm o picolé de chuchu, Flávio.
O bolsonarismo já lhes mostrou subserviência, a um tal ponto, que andaram aos beijos e abraços com o Aparato Petista, seu “arqui-inimigo” pra legalizarem a corrupção.
https://www.youtube.com/watch?v=jDN1tt_0wcY
Portanto, não há motivos pra se preocuparem com a alternância intra-lulobolsonarismo.
O direito à extorsão da Sociedade lhes será garantido, seja quem vencer o páreo.
Vejam bem o cara que foi eleito pra acabar com a corrupção:
https://www.bbc.com/portuguese/brasil-54472964
Sapo que levou o escorpião nas costas pra atravessar o rio.
Por vontade própria, Alckmin seria candidato a senador. Mas praticamente sem chance de se eleger
Depois de se juntar a Barba, Alckmin se despersonalizou politicamente e perdeu o handicap que tinha como ex-governador de SP.
Sem a expressão eleitoral que já teve um dia, Alckmin terá que agradecer se for mantido no rodapé da chapa presidencial de Barba.
E, numa eventual derrota nas eleições, seja para o cargo que for, restará a ele pegar o chapelão e a enxada e ir carpir a sua chácara em Pindamonhagaba.
Alckmin um equívoco político – um ponto fora da curva, made in Vale do Paraíba.
Excelente companhia para tomar um café após o almoço de domingo. E não muito mais que isso.
Não se perca por suas falas: declarações, entrevistas, discursos. Fraco de realizações, é o que faz.
Quem vai se responsabilizar ou ser responsabilizado pelas mortes das alunas e professoras na monstruosidade do ataque à escola iraniana?
Prestes a declarar-se dono do mundo, sem pedir licença para Trump, ninguém fará coisa alguma de novo e alvissareira na América do Sul e tb Brasil.
Alckmin, Temer, Haddad … Difícil ter lugar pra judeu no governo.
Os primeiros teriam suas mãos amputadas em seus países de origem.