Flávio usa imagens do governo Bolsonaro para atacar Lula sobre miséria

Senador atribuiu imagens à notícia veiculada este ano

Deu no O Globo

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro publicou um vídeo nas redes sociais, neste domingo, em que faz críticas ao atual chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva, com um vídeo sobre fome gravado na época do governo do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

No início do vídeo, Flávio fala sobre a inadimplência e fome no Brasil e compartilha uma notícia do Diário do Nordeste, veiculada em março deste ano, sobre famílias coletarem comida descartada no lixo por um supermercado em um bairro nobre de Fortaleza, no Ceará.

SETEMBRO DE 2021 – Junto à notícia, porém, o senador utiliza imagens que foram gravadas em setembro de 2021, durante o governo de Jair Bolsonaro, que viralizaram pelo país. O vídeo mostra um grupo de pessoas à procura de alimentos dentro de um caminhão de lixo na porta de um supermercado no Bairro Cocó, área nobre de Fortaleza.

As imagens foram gravadas pelo motorista de aplicativo André Queiroz e compartilhadas nas redes sociais na época. “Pois é, muito triste. Existem cenas como essa sempre naquela região. Sempre vejo, mas não como essa daí. Por isso resolvi filmar. É bem impactante”, disse o motorista na ocasião.

Na época, um funcionário do supermercado que preferiu não se identificar afirmou ao G1 que a cena acontecia todas as semanas, e que crianças também buscavam comida que seria jogada em um lixão: “É isso aí que você vê no vídeo. Faz pena ver essas pessoas nessa situação humilhante. São idosos e até crianças, algumas vezes. As crianças chegam a entrar no caminhão. Os próprios lixeiros ficam sensibilizados. Alguns chegam até ajudar”, contou.

8 thoughts on “Flávio usa imagens do governo Bolsonaro para atacar Lula sobre miséria

  1. Ponto fraco: Flávio tem muitos ‘esqueletos’ no armário

    Não demorou para que o passivo do senador – sobre rachadinhas e milicianos – começasse a aparecer. E o candidato, ao dizer que não sabia de nada, escolheu ofender a inteligência do eleitor

    Até aqui, Flávio estava muito confortável na condição de principal candidato da oposição à Presidência.

    Ungido pelo pai, o ex-mito, Flávio nem precisou se mexer muito para alcançar pontuação nas pesquisas de intenção de voto, a ponto de instaurar o pânico nas hostes petistas e de alimentar prognósticos otimistas sobre suas chances de vitória.

    O problema, para Rachadinha e seus animados cabos eleitorais, é que em algum momento o candidato começaria a ser questionado sobre seus projetos, suas qualidades e, não menos importante, seus esqueletos no armário.

    E nem demorou muito: em entrevista ao podcast Inteligência Ltda., no dia 6 passado, Flávio foi questionado sobre as investigações que apontaram a prática de “rachadinha” em seu gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) quando era deputado estadual.

    Ao contrário do que o nome pitoresco pode sugerir, “rachadinha” não é prática desimportante. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) ofereceu denúncia contra Flávio sob a acusação de que ele seria o líder de uma organização criminosa dedicada à apropriação de salários de assessores.

    Calcula-se que a “rachadinha” tenha desviado R$ 6 milhões em recursos públicos para os bolsos de seus beneficiários. No centro do esquema criminoso estava, segundo o MPRJ, o notório Fabrício Queiroz, principal assessor de Flávio na Alerj, ex-policial militar e longa manus do clã Bolsonaro.

    Tudo isso está fartamente documentado, conforme revelou o Estadão quando trouxe o caso à luz, em 2018, Reforçando ainda mais a suspeita de que Flávio participou diretamente de um esquema de peculato, entre outros crimes.

    Flávio não foi “inocentado” de nada, pois ele nem sequer foi julgado, também graças a filigranas jurídicas.

    Mas há outros esqueletos relevantes no armário de Flávio. Por exemplo, sua perturbadora relação com milicianos do Rio de Janeiro.

    Em discurso em 2007, o então deputado estadual qualificou a milícia como “novo tipo de policiamento”, em que “um conjunto de policiais (…), regidos por uma certa hierarquia e disciplina”, busca, “sem dúvida, expurgar do seio da comunidade o que há de pior: os criminosos”.

    E acrescentou: “Eu, por exemplo (…), gostaria de pagar R$ 20, R$ 30, R$ 40 para não ter meu carro furtado na porta de casa, para não correr o risco de ver o filho de um amigo ir para o tráfico, de ter um filho empurrado para as drogas”.

    Em outras palavras, Flávio Bolsonaro considera legítimo que policiais se juntem para cobrar de moradores de favelas pelo serviço de segurança que eles já recebem salário do Estado para executar. É o elogio à máfia.

    Não bastasse isso, Flávio condecorou diversos policiais suspeitos de pertencerem às milícias e aboletou em seu gabinete na Alerj a ex-mulher e a mãe de um dos mais cruéis milicianos do País, Adriano da Nóbrega.

    Parece claro que a zona de conforto de Flávio é bem menor do que ele imaginava.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 13/04/2026 | 03h00 Por Editorial

  2. PT quer aliança com PSDB para fortalecer disputa pelo governo de São Paulo
    Tucanos dizem que costura é improvável e defendem candidatura própria no Estado

    HA!HA!HA!HA!HA!HA

    demais da conta….

    Começamos a segundona daquele jeito..

    Bom demais

    Vamos zoar os narco-terroristas-soças-comunas…

  3. Texto do Diário do Poder:

    Após o fracasso na premiação do Oscarf, o filme brasileiro “O Agente Secreto” entrou para a lista de títulos mais enganadores da história do cinema, de acordo com classificação da revista britânica Far Out Magazine, em reportagem publicada no início do mês.

    A revista consiera que recebeu uma denominação que não tem muito a ver com a história, “enganando completamente o público com um título que não faz sentido”. Em um ranking com seis produções, o filme estrelado por Wagner Moura ficou na 5ª posição. Os demais filmes incluídos no ranking da enganação são “Baby Driver” (2017), “Trainspotting – Sem Limites” (1996), “Brasil” (1985), “Cães de Aluguel” (1992) e “Sorcerer” (1977).

    O autor do texto, Tim Bradley, avalia que o filme “tem um título bastante direto que te leva a esperar algum tipo de aventura ao estilo James Bond, mas em vez disso entrega quase três horas torturantes de praticamente nada acontecendo”.

    O diretor de “O Agente Secreto”, Kleber Mendonça Filho, afirmou à rede CNN que o título é “curto e sexy”. Para ele, “também toda a ideia do agente secreto é algo que, até hoje, eu ainda gosto de ver pessoas discutindo na internet, na mídia e até na sala de projeção. Quem é o agente secreto? Eu tenho minhas próprias ideias, mas eu nunca entraria em detalhes”

    Há fãs do filme que dizem que é a Dona Sebastiana, e outras teorias que podem ser os vários olhos e ouvidos da ditadura. O que você acha?

  4. “De onde menos se espera, daí é que não sai nada”.
    Corrigindo Torelli, dada a vênia: – De onde tudo se espera, daí é que vem as maiores idiotices!

  5. Flavio gosta de rachadinhas, o PT não.

    Do que o PT gosta, Loola, Vorcaro e Xandão lambem até o caroço.
    As delações premiadas vem aí!
    Vai ter ladrão fugindo pelo ladrão, esse é o panorama visto da ponte por onde passa muita merda por baixo.
    A soma de todos os medos, Milei, Trump, Netanyahu, Bukele e Flavio.
    Elon Musk vai ajudar a NASA a voltar na Lua, e em casa vai ajudar a limpar o panorama macunaímico.
    As revoadas de maletas terão um fim nostálgico.
    “Como eram gostosos os Mensalões, Petrolões, a grana dos velhinhos do INSS e os surubões do Vorcaro”.
    Como eram gostosas ‘nossas’ polacas!

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