Após avanço nas pesquisas, Flávio Bolsonaro mira mulheres e Nordeste para ampliar apoio

5 thoughts on “Após avanço nas pesquisas, Flávio Bolsonaro mira mulheres e Nordeste para ampliar apoio

  1. “A maior força política do Brasil hoje é o antipetismo.”

    A polarização continua só que de outra forma: com Barba de um lado, e o Antipetismo, de outro.

  2. Até Zema tem chance contra Lula

    Eleitor farto do PT não depende do ex-mito para derrotar Lula

    Datafolha indica que Lula pode perder no 2º turno até para candidatos hoje aparentemente inviáveis, revelando que eleitor farto do PT não depende do ex-mito para derrotá-lo

    A mais recente pesquisa Datafolha de intenção de voto à Presidência mostrou que o presidente Lula aparece em dificuldade no 2º turno contra todos os adversários testados – do hoje favorito Flávio ao possível Caiado e até ao improvável Zema. Em todos os casos há empate técnico, dentro da margem de erro.

    Isso significa não só que Lula está em apuros, como também – e talvez principalmente – que o eleitorado farto do PT não depende de um ex-mito para derrotar Lula.

    Outros candidatos, muito mais bem preparados que Flávio para exercer a Presidência, conseguem excelente desempenho no segundo turno. E todos eles têm a vantagem de ter baixa rejeição, ao contrário de Flávio, um senador medíocre que vai precisar dar muitas explicações sobre rachadinhas e milicianos ao longo da campanha, além de carregar o legado pavoroso do pai, que inclui tentativa de golpe e condução irresponsável do País na pandemia de covid-19.

    Por tudo isso, levar Flávio ao segundo turno, como “poste” do ex-mito, pode até mesmo aumentar as chances de Lula se reeleger, o que seria desastroso para o País.

    No campo petista, é devastadora a dimensão da rejeição a Lula e ao seu governo, além do mau humor de parcela significativa do eleitorado diante de um possível quarto mandato. Quando confrontado com qualquer alternativa minimamente viável, mesmo incipiente, o presidente vê seu desempenho travado.

    Na prática, o Datafolha indica que praticamente metade dos brasileiros não deseja estender o mandato de Lula e está disposta a votar em quem surgir para enfrentá-lo.

    Diante disso, pouco importa, num primeiro momento, a densidade eleitoral do adversário. Num segundo turno, quando o voto passa a ser a escolha entre dois polos, até candidaturas hoje frágeis podem se tornar competitivas. Não por força própria, mas pela rejeição a Lula.

    Esse fenômeno é parte do desgaste acumulado do governo. Como este jornal vem sublinhando, trata-se de uma administração marcada por mediocridade na entrega, incapacidade de produzir resultados consistentes e uma dependência excessiva de fórmulas já testadas – e esgotadas.

    A economia não se traduz em melhora perceptível no cotidiano, programas e políticas sociais se concentram em modelos do passado, o estatismo lulopetista é visto como inadequado para os anseios de autonomia e progresso dos cidadãos e a condução política permanece refém de um modelo concentrado de exercício do poder, voltado à companheirada e pouco permeável a forças políticas mais amplas.

    Sem esquecer o vício incorrigível de Lula e do PT de operar sob a lógica da divisão da sociedade.

    Há também um elemento menos conjuntural e mais profundo: a fadiga de material. Após décadas no centro da vida política nacional, o lulopetismo dá sinais de envelhecimento. Suas ideias, antes mobilizadoras, hoje soam repetitivas.

    Seu modelo de Estado encontra resistência num país que se transformou social e economicamente. Isso ajuda a explicar por que Lula, mesmo na Presidência, não consegue converter sua posição em vantagem eleitoral sólida.

    O antipetismo está fortemente arraigado no eleitorado. Ou seja, todos os candidatos de oposição obviamente precisam explorar essa realidade. No entanto, trata-se de condição necessária, mas não suficiente: quem quiser ter sucesso na eleição precisa ir além do discurso contra o PT e Lula.

    Aqueles que apresentarem propostas concretas para melhorar estruturalmente a vida dos brasileiros, convidando o eleitor a pensar não no presente, mas no futuro, podem ir além da polarização e conquistar corações e mentes hoje capturados pelo bolsonarismo, que nada tem a propor a não ser o velho reacionarismo do patriarca.

    O Brasil não pode perder a chance de sair desta mediocridade que drena as energias dos cidadãos sem nos levar a lugar algum.

    Está levando, sim, ao buraco.

    Fonte: O Estado de S. Paulo, Opinião, 15/04/2026 | 03h00 Por Editorial

    • “Outros candidatos, muito mais bem preparados que Flávio para exercer a Presidência, conseguem excelente desempenho no segundo turno.

      E todos eles têm a vantagem de ter baixa rejeição, ao contrário de Flávio, um senador medíocre que vai precisar dar muitas explicações sobre rachadinhas e milicianos ao longo da campanha, além de carregar o legado pavoroso do pai, que inclui tentativa de golpe e condução irresponsável do País na pandemia de covid-19.”

  3. O que significa ‘fazer o diabo’?
    Elementar meus caros Watsons, é isso o que o PT faz.
    Entre tantas diatribes agora deu de bater palma para o Papa. Jogaram a morte de Marielle nas costa de Bolsonaro, deu no deu, e o que fizeram? Ficam com cara de cachorro que caga no altar mor da basílica. a moralidade deles é como o hímem complacente. E qualquer dificuldade vão ao STF pra ganhar no tapetão.

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